Um diário das minhas peripécias com o F., o Francisco, a Benedita, os amigos, a família e os estranhos. Ou como disse uma amiga minha o blog das aventuras da R. Espero que se divirtam a ler... tanto como eu a escrever.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Post para mim
E para que não me esqueça de mais uma data importante… no dia 28 de Fevereiro (sábado) a minha sogra ofereceu-me um presente de família. Já há muito tempo que não ficava sem palavras.
Uma homenagem a todos os ginastas de sobrancelhas
Nota: Agora o que é que este anúncio tem a ver com o meu chocolate favorito… que como às tabeletes XL de uma vez só… não sei.
domingo, 1 de março de 2009
Grandes mudanças na Feira do Livro
Para quem é frequentador da Feira do Livro, este post serve para informar, que este ano as mudanças vão ser mesmo muitas. E as novidades são:
• Vai passar a ser de 30 de Abril a 17 de Maio
• O horário da semana vai passar a ser das 12h30 às 20h30
• O horário do fim-de-semana vai passar a ser das 11h00 às 23h00
• E os pavilhões vão ser todos novos (tal como o da foto)
A mudança da data tem como objectivo não coincidir com os eventos de verão como: festivais, campeonatos de futebol, Rock in Rio, Marchas populares… que roubam muita clientela à Feira. E por isso acho que faz todo o sentido. Quanto aos horários concordo com parte…enfim, vou deixar de trabalhar durante a semana.
• Vai passar a ser de 30 de Abril a 17 de Maio
• O horário da semana vai passar a ser das 12h30 às 20h30
• O horário do fim-de-semana vai passar a ser das 11h00 às 23h00
• E os pavilhões vão ser todos novos (tal como o da foto)
A mudança da data tem como objectivo não coincidir com os eventos de verão como: festivais, campeonatos de futebol, Rock in Rio, Marchas populares… que roubam muita clientela à Feira. E por isso acho que faz todo o sentido. Quanto aos horários concordo com parte…enfim, vou deixar de trabalhar durante a semana.
Bitoque
Na últimas semanas, quase que me atrevo a dizer meses, tenho andado com desejo de comer um bitoque da Portugália. Mal passado, cheio de molho, com batatas fritas quentinhas e um ovo estrelado a cavalo. Mas o F. acha que é um desperdício gastar tanto dinheiro num bife.
No Douro, de cada vez que saía à rua comia um bitoque, a ver se o desejo passava… mas não passou. Vamos mesmo ter que ir à Portugália. Não aguento esta tortura.
No Douro, de cada vez que saía à rua comia um bitoque, a ver se o desejo passava… mas não passou. Vamos mesmo ter que ir à Portugália. Não aguento esta tortura.
Valkyrie
As cenas de tensão até estão bem feitas, mas mais de metade do filme é o Tom Cruise a tirar e a pôr o olho (a personagem tem um olho de vidro). Ah! E este filme toda a gente já sabe como é que acaba…
Um filme para ver num domingo à tarde. Não vale a pena gastar dinheiro para ir ao cinema.
Um filme para ver num domingo à tarde. Não vale a pena gastar dinheiro para ir ao cinema.
A dúvida
E quando é semeada a dúvida… olha-se para tudo de maneira diferente, ou não.
O fim depende da vossa interpretação da história.
Culpado ou inocente?
Gostei principalmente dos sermões do padre (umas das personagens principais) as metáforas dele eram perfeitas.
Um filme a ver. Definitivamente.
O fim depende da vossa interpretação da história.
Culpado ou inocente?
Gostei principalmente dos sermões do padre (umas das personagens principais) as metáforas dele eram perfeitas.
Um filme a ver. Definitivamente.
Cena no Douro
Acabadinhos de chegar a uma aldeola no meio do Douro, somos abordados por dois rapazes de 20 e tal anos. Com umas pequenas garrafas de vinho do porto (diziam eles) na mão, perguntam se não queremos comprar, que era de 20 anos (blá blá blá) e que estavam a angariar dinheiro para uma festa na dita aldeia. Um dava conversa, e o outro estava cheio de vontade de rir.
Controlei-me, e nem abri a boca. Mas para parvo, parvo e meio. E o F. (muito educadinho) disse que não tínhamos dinheiro, que estávamos só a dar uma vista de olhos na localidade.
O que dava vontade de responder, a estes chicos-espertos era “ah, então se é um vinho do porto vintage, a garrafa deveria estar deitada, e não de pé (como estavam expostas na mesa). Mas enfim… deixá-los pensar que têm um cérebro.
Era tão mais fácil se não tivessem tentado aldrabar…
Controlei-me, e nem abri a boca. Mas para parvo, parvo e meio. E o F. (muito educadinho) disse que não tínhamos dinheiro, que estávamos só a dar uma vista de olhos na localidade.
O que dava vontade de responder, a estes chicos-espertos era “ah, então se é um vinho do porto vintage, a garrafa deveria estar deitada, e não de pé (como estavam expostas na mesa). Mas enfim… deixá-los pensar que têm um cérebro.
Era tão mais fácil se não tivessem tentado aldrabar…
Timing
Estava eu (pode ser num dia qualquer desta semana) cheia de trabalho até à ponta dos cabelos, quase que deitava fumo pelos ouvidos como nos desenhos animados… e recebo a seguinte mensagem no telemóvel. Passo a citar: “A Vodafone oferece-lhe o jogo da Bisca para jogar em conjunto com os seus amigos (…) ligue para 12345”…
Sentido de oportunidade único…
Não, não joguei à bisca.
Sentido de oportunidade único…
Não, não joguei à bisca.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Douro embrulhado, com direito a laço e tudo...
Finalmente “abri” o meu último presente de anos, um fim-de-semana prolongado no Douro. Quinta, sexta, sábado e domingo foram dias de descanso total, sol e sabores da terra.
A primeira foto refere-se à vista que tínhamos da habitação de turismo rural onde estivemos hospedados. A BBC classificou esta vista, da Casa Casal de Loivos, como a 6ª mais bonita do mundo, e depois de ter visto ao vivo e a cores, tenho de concordar, que não é um exagero. As palavras não são suficientes para descrever aquela paisagem…é um cenário surreal. É de ficar de boca aberta. Ali, no topo do Douro ouve-se o silêncio.
De destacar apenas uma história, o dono desta casa, assim que chegámos, perguntou ao F. sobre o seu apelido, de que ramo da família fazia parte. E ficámos a saber que o senhor lembra-se de ver os avós do F. a namorar, sim eu disse namorar, na casa de família do F., no Porto.
Estou a ver que não podemos sair de casa…

A primeira foto refere-se à vista que tínhamos da habitação de turismo rural onde estivemos hospedados. A BBC classificou esta vista, da Casa Casal de Loivos, como a 6ª mais bonita do mundo, e depois de ter visto ao vivo e a cores, tenho de concordar, que não é um exagero. As palavras não são suficientes para descrever aquela paisagem…é um cenário surreal. É de ficar de boca aberta. Ali, no topo do Douro ouve-se o silêncio.
De destacar apenas uma história, o dono desta casa, assim que chegámos, perguntou ao F. sobre o seu apelido, de que ramo da família fazia parte. E ficámos a saber que o senhor lembra-se de ver os avós do F. a namorar, sim eu disse namorar, na casa de família do F., no Porto.
Estou a ver que não podemos sair de casa…

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Hospital das Bonecas
Hoje foi dia de ir até ao Hospital das Bonecas, para mais uma reportagem. Fiquei fascinada, o espaço mexeu mesmo comigo… vi bonecos da minha infância (um careca e um macaquinho que encaixava o dedo polegar na boca, que era de alguém lá no colégio). O dito Hospital foi fundado em 1830, portanto podem imaginar o espólio de bonecas e brinquedos que tem, é uma loucura.
O local onde o Hospital agora está, Praça da Figueira, tinha sido uma escola primária… e agora é que vem a parte mais gira: o meu Pai andou nessa escola. Que coincidência!
Ao almoço quando relatava a minha manhã no Hospital das Bonecas, o meu Pai descrevia-me o espaço de alto a baixo. Vou ter que o levar lá, vai ser mesmo giro.
A parte má da história (para quem me está a ler) é que o Hospital não está aberto ao público. Apenas recebe algumas visitas marcadas por empresas, e por vezes turistas.
O local onde o Hospital agora está, Praça da Figueira, tinha sido uma escola primária… e agora é que vem a parte mais gira: o meu Pai andou nessa escola. Que coincidência!
Ao almoço quando relatava a minha manhã no Hospital das Bonecas, o meu Pai descrevia-me o espaço de alto a baixo. Vou ter que o levar lá, vai ser mesmo giro.
A parte má da história (para quem me está a ler) é que o Hospital não está aberto ao público. Apenas recebe algumas visitas marcadas por empresas, e por vezes turistas.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
E na sexta-feira 13 tive a sorte de conduzir o novo BMW M3
Este automóvel tem vida própria… é muito difícil explicar a experiência de conduzir um M3… A máquina toma conta de nós, e parece que goza connosco, do tipo “vá mariquinhas, isto é o máximo que consegues acelerar? Experimenta mais um bocadinho…”. É impossível não ficar possuído! Adorei conduzir este carro que debita 420 cv de potência
The New 2008 BMW M3 - Funny bloopers are a click away
The New 2008 BMW M3 - Funny bloopers are a click away
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Quando fores à cozinha trás mais uma colher…
Adorava ter esta coffee table, que ainda por cima é de um designer português, Toni Grilo. Dava já a minha cobiçada mesa de vidro... o problema é que depois não podia receber nem crianças nem cães lá em casa. Esta mesa está mesmo a pedir um acidente...
Este comentário diz tudo:
"The Precious Famine (inquire for price) limited-edition coffee table, made of entirely hundreds of pieces of Christofle silverware, was designed by Toni Grilo of Portugal/France-based Objection Design. While it's most definitely crazy, impractical, and possibly dangerous, I appreciate its inventiveness. I assume it's made from newly manufactured Christofle silverware, but I like the idea of recycling objects in your home for an entirely new purpose."
Este comentário diz tudo:
"The Precious Famine (inquire for price) limited-edition coffee table, made of entirely hundreds of pieces of Christofle silverware, was designed by Toni Grilo of Portugal/France-based Objection Design. While it's most definitely crazy, impractical, and possibly dangerous, I appreciate its inventiveness. I assume it's made from newly manufactured Christofle silverware, but I like the idea of recycling objects in your home for an entirely new purpose."
Casa Cheia
Na véspera do dia de anos do F., casa cheia de amigos para comemorar. Ninguém quis faltar… maridos e crianças incluídas (Estrelinho e ZéTó).
A A. estava “on fire” a disparar para todos os lados (tentou ensinar o Estrelinho a dizer “mãe quero ir para o parque infantil mais sujo de Lisboa”, coisas simples portanto. E ninguém escapou à sua língua afiada), o Estrelinho batia palmas (porque sim) e todos repetíamos, assobios incluídos e tudo (parecia que estávamos num concerto), a J. posou com a sua barriguinha, o G. estava muito espirituoso, o F. brilhou com uma entrada (copiada de Paris)…
Foto de grupo no sofá, aliás várias, uma pior que a outra (estamos cada vez mais adultos). Gostámos muito da reunião.
Nota: Para a próxima prefiro que fumem no escritório, e não na marquise (dispenso que vejam a minha roupa interior no estendal). A comissão agradece.
A A. estava “on fire” a disparar para todos os lados (tentou ensinar o Estrelinho a dizer “mãe quero ir para o parque infantil mais sujo de Lisboa”, coisas simples portanto. E ninguém escapou à sua língua afiada), o Estrelinho batia palmas (porque sim) e todos repetíamos, assobios incluídos e tudo (parecia que estávamos num concerto), a J. posou com a sua barriguinha, o G. estava muito espirituoso, o F. brilhou com uma entrada (copiada de Paris)…
Foto de grupo no sofá, aliás várias, uma pior que a outra (estamos cada vez mais adultos). Gostámos muito da reunião.
Nota: Para a próxima prefiro que fumem no escritório, e não na marquise (dispenso que vejam a minha roupa interior no estendal). A comissão agradece.
Os 30 chegam a todos…
Ora depois de três meses e meio a ser massacrada lá em casa porque tinha 30 anos, “eeeeeeeee tás velhota” e coisas do género… O Senhor F. (sim, porque fez 30 anos no dia 10 de Fevereiro) agora bem que pode ficar caladinho. Primeiro comentário que fez sobre a efeméride “Ah tenho 30, mas pareço ter 20”, ora aqui está um típico comentário de cota!
Sookie
E como prometido aqui está a foto da nova cadelinha na família. Tem um mês e meio e no domingo quando a fui visitar, estava há um dia na sua casa nova. Os donos ainda estão a escolher o nome, mas em principio vai se chamar Sookie. É tão querida.
Quinta/Paris/Sexta
No fim da semana que passou fui a uma apresentação em Paris de um novo carro e também da renovação da respectiva marca. O evento foi numa sala de cinema nos Campos Elísios, e a maioria dos jornalistas eram homens (para não variar). Após uma curta-metragem que revelou as primeiras imagens do automóvel e de algumas explicações dos responsáveis, chegou o momento da refeição. Lá fomos nós pela Av. dos Campos Elísios a descer até ao Pavillion Gabriel para um Cocktail ajantarado. Os conceitos que eles inventam para dizer comida em quantidades reduzidas… e assim foi: “jantar” volante, pratinhos minúsculos (onde só cabiam quatro unidades de ravioli) e completamente rasos (descuidávamo-nos um bocadinho e a comida saía disparada), e um talher que era um mix de colher e garfo. Muito chique. Havia comida óptima e também havia outra bastante esquisita (ao ponto de não sabermos o que estávamos a comer), e tendo em conta o espaço limitado do pratinho, foi uma canseira ficar satisfeita.
No espaço do evento estava o próprio do automóvel, num palco, por detrás de uma cortina de correntes, às escuras. De vez em quando punham uma música a tocar, acendiam-se as luzes no palco, abriam a cortina e lá iam os jornalistas e fotógrafos a correr para tirar fotografias. Segundos depois fechavam a cortina, apagavam as luzes e acabava a música. Foi assim a noite toda.
Estava com mais alguns colegas do trabalho, e regressámos todos juntos para Hotel a pé, subimos os Campos Elísios, passámos o Arco do Triunfo e eu sempre a disparar fotos como se fosse a primeira vez que estava em Paris. Nem estava a acreditar que estava em Paris outra vez.
A foto da paisagem é a vista que tinha do meu quarto de hotel.
No espaço do evento estava o próprio do automóvel, num palco, por detrás de uma cortina de correntes, às escuras. De vez em quando punham uma música a tocar, acendiam-se as luzes no palco, abriam a cortina e lá iam os jornalistas e fotógrafos a correr para tirar fotografias. Segundos depois fechavam a cortina, apagavam as luzes e acabava a música. Foi assim a noite toda.
Estava com mais alguns colegas do trabalho, e regressámos todos juntos para Hotel a pé, subimos os Campos Elísios, passámos o Arco do Triunfo e eu sempre a disparar fotos como se fosse a primeira vez que estava em Paris. Nem estava a acreditar que estava em Paris outra vez.
A foto da paisagem é a vista que tinha do meu quarto de hotel.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Esta semana ao volante de...
Andei ao volante do carro que sempre quis ter... o Mini! Igualzinho ao da fotografia. Também gostei de experimentar o Mito, que tinha mais vantagens logísticas (bagageira muito maior, mais espaço para os amigos que vão no banco de trás etc... etc...) mas foi unânime: toda a gente que andou nos dois automóveis preferiu sempre o Mini. Dava mais pica...
domingo, 1 de fevereiro de 2009
O estranho caso de Benjamin Button
Fui ver este filme porque estava nomeado para os Óscares, não esperava grande coisa, e afinal valeu mesmo a pena.
Esta é a história de um homem que nasce com 80 anos e que com o passar do tempo vai ficando cada vez mais novo. E? Pois a questão é que enquanto ele vai ficando cada vez mais novo, as pessoas que o rodeiam vão ficando cada vez mais velhas, a forma como interage com a sociedade, a maneira como vai vivendo novas experiências é completamente invertida. Mais não digo. É mesmo obrigatório ver este filme. Finalmente uma história completamente nova.
Esta é a história de um homem que nasce com 80 anos e que com o passar do tempo vai ficando cada vez mais novo. E? Pois a questão é que enquanto ele vai ficando cada vez mais novo, as pessoas que o rodeiam vão ficando cada vez mais velhas, a forma como interage com a sociedade, a maneira como vai vivendo novas experiências é completamente invertida. Mais não digo. É mesmo obrigatório ver este filme. Finalmente uma história completamente nova.
E desta vez calhou-me na rifa…
Já me calhou de tudo no cinema (por norma, mesmo à minha frente): os que não se calam, os que comem as pipocas de boca aberta, indivíduos de 3 metros de altura, mulheres com cabeleiras volumosas, o casalinho que come tudo menos as pipocas… mas um homem de chapéu no cinema, nunca. E mais uma vez troquei de lugar com o F. É a história da minha vida.
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