Um diário das minhas peripécias com o F., o Francisco, a Benedita, os amigos, a família e os estranhos. Ou como disse uma amiga minha o blog das aventuras da R. Espero que se divirtam a ler... tanto como eu a escrever.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Enfermeira-nazi
A enfermeira-nazi respondeu “um por mês”.
Engoli em seco e disse que ia tentar cumprir… E é claro que não estou a cumprir coisa nenhuma! Em média como dois doces por semana. É o meu único vício. E para quem antes comia um doce por dia… nada mal, digo eu.
Claro que na consulta de ontem tive que confessar o meu pecado e tive como prémio uma cara de desaprovação. Mas como engordei apenas os quilos “supostos” menos mal.
Para que conste na acta, o top model que quando estava de dieta proibiu a entrada lá em casa de qualquer tipo de alimento que tivesse um grão de açúcar em cima… agora que eu preciso de me controlar por causa do bebé, aparece lá em casa com tabletes de chocolate em tamanho XL! Isto quando não se lembra de comprar o meu favorito. É um querido.
Feira do Livro
Para quem gosta de ir ver as vistas informo que comida não falta: farturas, pipocas, pitta shoarma, cachorros quentes, os clássicos gelados Olá, e os novos gelados “Ben & Jerry” (que recomendo vivamente, aliás deveria dedicar um post só ao sabor “chocolat fudge”, de tão bom que é). A Feira acaba no domingo dia 17 de Maio.
Horário: semana 12h30 às 20h30/ fim-de-semana e feriados 11h00 às 23h00 (que é uma verdadeira violência para quem lá trabalha).
Véspera de fim-de-semana e feriado a Feira fecha às 23h00.
Nota: Corre o rumor que a Feira durante a semana vai passar a fechar às 21h30, a pedido de muitos clientes. A ver vamos.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Se há coisa que me irrita solenemente...
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Em festa
Na própria quarta-feira feira lanchámos com os meus pais, jantámos com os pais/tia/primo/mana do F. e ainda passámos na casa da E. para dar a novidade. Fora os telefonemas quando íamos a caminho de algum sítio.
Na quinta-feira fui lanchar com a A. (com direito a brinde com gelado do Santini) passei a correr pela casa da C. (que é uma chata e nunca pode ir tomar café) e impingi-me para jantar na casa da C.G. e contar a boa nova na companhia do F. Mais telefonemas pelo meio.
Na sexta-feira fomos jantar com os amigos Católicos e mostrámos as “fotos”. E no sábado, dia de casamento da amiga S. aproveitámos para espalhar a notícia. Mais telefonemas.
Quase 15 depois, ainda não conseguimos dar a novidade a toda a gente...
Lá em casa continuamos em festa.
Algumas reacções quando mostrámos a ecografia:
1) “Porque é que me estão a mostrar a ecografia do Gaudí?” (o nosso cão tinha feito uma eco há uma semana, e a pessoa em questão vê mal ao perto)
2) “Quem é o Xavier?” (O nome do Hospital onde tinha sido feita: “Xavier, S. Francisco”)
3) “Encontraram isto no chão?”
4) “Ah! É o Tozé?” (Outro baby do grupo que vai nascer)
5) “Como é que vocês [eu e o F.] fizeram isso [bebé]?” (Novidade contada por telefone)
A grande maioria ficou em estado de choque/surpresa porque não estavam mesmo nada à espera, tivemos direito a abraços asfixiantes e lágrimas. Foram mesmo giras as reacções. Em certos e determinados casos tivemos mesmo que jurar a pés juntos que aquele bebé era MESMO nosso.
domingo, 3 de maio de 2009
Casamento da S.
O casamento teve a particularidade de ser pelo civil (nunca tinha ido a nenhum) e foi realmente diferente não só porque a cerimónia foi ao ar livre, como demorou apenas 15/20 minutos, e ainda um amigo do noivo, que é figura pública, fez um texto muito cómico para pôr os convidados a participar.
O F. fartou-se de registar os vários momentos do dia, em foto e filme.
Nota máxima para a noiva que estava simples mas muito bonita e ainda para os “comes e bebes” muita comida típica portuguesa que foi difícil resistir (o top model perdeu a cabeça).
Neste casório estavam muitas grávidas, e a noiva quis tirar uma foto de grupo com todas elas, eu também fui, e estava cheia de vontade de rir com a minha figura a tentar mostrar o que ainda não tenho. Enfim, tudo pela S.

P.S. Pormenor do bolo dos noivos.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Segredinho
Cheguei à conclusão que é mais fácil guardar um segredo dos outros do que meu. A muito custo não dissemos nada a ninguém. Era uma tortura estar com a família e com os amigos e não contar.
Inventei que estava a tomar medicamentos para não poder apanhar uma bebedeira na despedida de solteira da S. Obriguei o F. a comer salada (como se não houvesse amanhã) em eventos sociais para ninguém estranhar eu não estar a comer (o truque era não sobrar), fugi do tabaco como o diabo da cruz (nos anos da mana M. tive que ficar à janela qual carochinha porque naquela família até o periquito fuma!). E muitas vezes tive vontade de rir perdidamente, porque eu e o F. metíamo-nos em situações caricatas… parecia de propósito… à filme.
E nunca ninguém desconfiou. Ninguém descobriu.
Já comprei uma gabardine e uns óculos escuros e vou mandar o meu currículo para o FBI. Está decidido, vou mudar de vida, mas só depois de ter o bebé.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Ontem foi dia de conduzir...
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Surpresa boa
Pelo menos duas vezes por semana vou almoçar a casa dos meus pais. Pelo caminho (vou sempre a pé) o meu ex-editor passa por mim de moto e manda uma apitadela que me assusta, e alguns segundos depois passam também uns colegas meus de carro que fazem o mesmo. Estou para ver o dia que tenho um ataque cardíaco! É que assim que saio do local de trabalho acciono o “modo lua” e desligo completamente do mundo exterior. E nunca me lembro…
Chego sempre a casa dos meus pais à mesma hora, toco à campainha de um modo específico para saberem que sou eu, o meu pai abre a porta e pergunta sempre (do alto das escadas) quem é, e eu respondo sempre que é o Papa.
Não falha.
Mais uma hora de almoço que parecia que ia ser igual às outras, mas depois de me ter apresentado como Papa, chego ao topo das escadas e vejo o meu pai com um baby ao colo.
Era o meu primo bebé que tinha vindo almoçar comigo, e trouxe a mãe e a avó consigo. Foi mesmo uma surpresa muito boa. Escusado será dizer que mal almocei e tive sempre com a criançola ao colo.
Nota: O que me faz lembrar que não vejo os meus sobrinhos-lindos à algum tempo… As respectivas mães que se acusem.
Não me façam apontar o dedo.
A minha sina
“Vai viajar bastante, e conduzir carros fantásticos”
A primeira conclusão que tiraria era “caramba! Vou ser rica!”
Mas afinal a senhora vidente esqueceu-se de dizer que na maioria das vezes viajaria a trabalho, e os automóveis fantásticos, infelizmente, não seriam meus…
sexta-feira, 17 de abril de 2009
O F. tem uma estrelinha da sorte (dentro do azar)
Há duas semanas atrás, uma senhora a tirar o carro do estacionamento deu uma pancada valente no carro do F. O farol ficou todo partido, e a moldura que o prende ficou pendurada… A senhora foi à empresa onde o F. trabalha e deu-se como culpada, pagaria tudo.
A parte boa é que a senhora danificou a grelha do Saxo que já estava ligeiramente estragada do acidente anterior.
Moral da história: O F. vai ter o carro restaurado sem pagar um cêntimo. Bastou ter o automóvel estacionado no sítio certo, à hora certa.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Era um bairro pacato…
Dias mais tarde, enquanto o marido foi à farmácia, a mulher e o filho pequenino ficaram no carro á espera. A chave estava na ignição. Três indivíduos aproximaram-se do carro, abriram a porta do lado do condutor, mas a mulher reagiu. Puxou a chave mais rápido e fez uma chinfrineira… O pai saiu da farmácia a correr, e os três indivíduos de aspecto muito duvidoso fugiram a sete pés…
E o mais original foi um assalto por fora do prédio. Nem pensar tentar entrar pela porta. O senhor assaltante subiu até ao 6º e 7º andar de um prédio lá do bairro, entrou pela janela e nas calmas levou tudo o que lhe apeteceu. E pelos vistos, as pessoas que passavam acharam normal.
Destes três casos, apenas o ladrão do prédio é que foi apanhado/ reconhecido. Sim, é que isto de entrar em janela alheia de forma discreta, implica deixar a máscara na viatura… Ao menos uns óculos de sol!
Páscoa' 09
Estiveram típicos dias de Inverno, passaram-se serões á lareira, passeámos os cães, comemos por tudo e por nada (o top model engordou um kilo e ficou paranóico), fomos a uma Feira fantástica e comprámos trapos a 10 euros (bem acompanhadas pela amiga da mana M., que é uma fanática por compras, e tem olho para distinguir o trigo do joio) e fomos ver a "maior mesa da Páscoa" que foi uma fraude … A quebrar a tradição, não chegámos a receber a visita do padre a nossa casa (estava a ficar tarde, e tínhamos que regressar a Lisboa), não estivemos com os tios do Porto (também com muita pena minha) e não houve a caça aos ovos de chocolate no jardim porque já está tudo crescido…
A mana M. apanhou a doença da família Tanaka, e disparou flashs por tudo e por nada (tinha recebido uma máquina fotográfica Super XPTO nos anos).
terça-feira, 14 de abril de 2009
Castigos
E afinal há castigos bem piores…
Noutro patamar… está o aborrecente do filho do vizinho da frente da casa de férias no Norte. Acompanharam?
Que num belo dia decidiu levar o carro da mãe às escondidas, e teve o grande azar de bater com o dito automóvel. Dois pormenores um bocadito importantes para esta história: primeiro, o automóvel é um Jaguar, e segundo, o puto não tem carta.
Castigo pelo descaramento: vai de férias seis meses para a tropa.
Ah! O arranjo vai custar 7.000 euros.
Eu, do alto da minha sabedoria de mãe experiente, punha o meu filho a trabalhar na minha fábrica (o pai de verdade é dono de uma fábrica) até pagar o arranjo. Nunca mais se esquecia.
Passaporte caducado
Hoje o meu editor diz que tenho que ir a uma apresentação na Croácia, que é já esta quinta, e como não tenho passaporte… fico em terra. Alguém irá no meu lugar.
Aprendi da pior maneira. Comigo normalmente costuma ser assim.
Adivinhem quem é que vai tratar do passaporte para a semana? E pagar 60 euros?
terça-feira, 7 de abril de 2009
Santini do Estoril já abriu
E adivinhem quem é que vai lá hoje comer um gelado?
Despedida de solteira da S.
Já no Alentejo foi difícil (quase impossível) comer pão alentejano, Sericaia (nem vê-la), obrigámos a solteira a fotografar com uma tuna que estava plantada na Praça do Giraldo, ficámos instaladas numa pensão que tinha cão de loiça, flor de plástico e casa de banho no armário (!?).
Á noite jantar até às tantas (fechámos o Restaurante), a S. discursou, todas discursámos, tudo com uma dose de álcool em cima (menos eu, a fotógrafa de serviço, e que fotos comprometedoras eu tirei). Fizemos a festa num local de convívio que era só para sócios (mas pedimos para entrar e deixaram), e um suposto bar de bilhar calmo de converseta, teve direito a comboio, a tirar fotos com tudo o que mexia, shots a perder de vista… À saída alguém decidiu descer as escadas como se fosse um escorrega, e alguém que estava tão bêbeda que andava literalmente aos “Ss” (e eu a achar que era exagero dos filmes), e até uns holandeses que por lá andavam cantaram uma música para a noiva. Fim da noite na discoteca Praxis.
No dia seguinte, tudo podre, directamente para a esplanada almoçar e/ou ressacar. Regresso a Lisboa ao fim da tarde.
A M. fez 25 anos
O facto de ter uma cara muito novinha (ninguém lhe dá 25 anos) e de se vestir de uma forma mais descontraída também não ajuda…
Houve uma grandes festarola em família, com tudo a que tínhamos direito (fumo incluído). O Gaudí é que não achou muita graça, porque passou a noite toda a fugir do primo Santiago, que tem 3 anos, e que não o largou um segundo: montou-o como se fosse um cavalo, fez-lhe pegas como se fosse um touro, puxou-lhe o rabo, e já no fim enfiou-lhe os dedos nos olhos e deu-lhe um pontapé (a última parte é que já não teve tanta graça… e eu estava-me a controlar para não lhe dar um puxão de orelhas). E como era uma criança o Gaudí não reagia, limitava-se a fugir…
Nota: Foi castigo por ter violado o único convidado novo que estava no jantar… que não conhecia ninguém (coitado, que vergonha)!
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Up-grade
Aproveitei que estava com um carrão para testar e dei boleia à malta da Parede.
A reacção foi gargalhada geral. Não que o Audi Q5 fosse cómico mas porque não estavam nada à espera de me ver num SUV todo quitado. A M. que estava no meio da rua à nossa espera, nem se apercebeu que nos estávamos a aproximar. A situação foi mesmo caricata…
A caminhada no paredão combinada à última da hora soube mesmo muito bem, deu para pôr a conversa em dia, e ver algumas caras conhecidas…
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