Durante as férias grandes a minha querida máquina fotográfica avariou-se… ainda em Agosto pusemos o dito aparelhómetro no representante, a Nikon, que nos fez um orçamento (a pagar independentemente de ficar lá a arranjar ou não… é só regalias!) de 180 euros para voltar a pôr a objectiva no sítio. Obviamente recusámos, agora poderemos esperar até 8 dias até que a máquina volte do laboratório, para a podermos levantar. Que rapidez…
Ora com estas demoras todas (ah! Enviaram-nos o orçamento por email, que não chegou, ligámos para lá, e a resposta que tivemos foi “de facto é possível que não tenham recebido porque tivemos com problema no servidor”. Que competência!) falta um mês e meio para o Francisco nascer e a máquina nunca mais fica arranjada…
Agora ainda vai a arranjar para outra loja e portanto a previsão para ter a máquina pronta é lá para o início de Outubro.
Com tantos dias do ano para se avariar, tinha que ser agora… Quero a minha máquina de volta!
Um diário das minhas peripécias com o F., o Francisco, a Benedita, os amigos, a família e os estranhos. Ou como disse uma amiga minha o blog das aventuras da R. Espero que se divirtam a ler... tanto como eu a escrever.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Imbróglio
E eu que queria que o momento do parto fosse só meu e do F. parece que vai ser complicado… a família dele quer ir em peso para o hospital esperar que a criança nasça. Como já estava pouco stressada e ansiosa agora tenho mais este extra para me preocupar. Dá para respeitar a minha vontade? O Francisco parece que é de todos menos meu.
Fico muito feliz que estejam todos na maior excitação com o novo membro da família e que me queiram apoiar, mas naquele momento quanto menos confusão melhor. Só vou querer paz e sossego. Parece que estou a pedir muito.
Quando acho que já tenho muito com que me preocupar aparece sempre mais alguma coisa… Ainda bem que vou ter o bebé num hospital público, um local com horários para cumprir.
Alguma sugestão para contornar esta questão?
Fico muito feliz que estejam todos na maior excitação com o novo membro da família e que me queiram apoiar, mas naquele momento quanto menos confusão melhor. Só vou querer paz e sossego. Parece que estou a pedir muito.
Quando acho que já tenho muito com que me preocupar aparece sempre mais alguma coisa… Ainda bem que vou ter o bebé num hospital público, um local com horários para cumprir.
Alguma sugestão para contornar esta questão?
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Maratona 2
E porque os meus leitores são muito despachados… a E. acrescentou mais umas coisinhas ao nosso fim-de-semana de conbibio. Ora domingo, antes da hora do almoço fomos visitar o Tio T. do Porto à CUF e aproveitámos para estar com o resto da família.
A seguir, e a caminho do Guincho apanhámos uma estrela que andava de patins na ciclovia, e já na praia eles aproveitaram para dar um mergulho, antes do almoço com a Cata e o Pica. Um verdadeiro almoço de Verão, do qual só senti o cheiro…sangria, pimentos padrón… Para sobremesa mais um mergulho, desta vez também fui. Estava um dia fantástico no Guincho, sem ponta de vento, e não havia quase ninguém na praia. Uma maravilha.
Ao fim da tarde, lanche com os primos C. e F., com direito a Santini, “Padrinho” e presentes bem giros para o Francisco.
Foi mesmo uma semana cheia.
A seguir, e a caminho do Guincho apanhámos uma estrela que andava de patins na ciclovia, e já na praia eles aproveitaram para dar um mergulho, antes do almoço com a Cata e o Pica. Um verdadeiro almoço de Verão, do qual só senti o cheiro…sangria, pimentos padrón… Para sobremesa mais um mergulho, desta vez também fui. Estava um dia fantástico no Guincho, sem ponta de vento, e não havia quase ninguém na praia. Uma maravilha.
Ao fim da tarde, lanche com os primos C. e F., com direito a Santini, “Padrinho” e presentes bem giros para o Francisco.
Foi mesmo uma semana cheia.
Na semana passada esqueci-me…
de dizer que o Francisco já está de cabeça para baixo, a primeira aula de preparação para o parto do F. foi uma seca para ele, chegou a uma altura em que ele estava com a cabeça apoiada na mão, e o respectivo cotovelo apoiado na perna. Se é que estão a conseguir ver o ar dele…
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Maratona
E tal como tinha dito, o mês de Setembro foi escolhido para pôr família e amigos em dia, e “despedir da boa vida”. Aproveitar enquanto quem determina os horários lá em casa ainda somos nós.
E esta semana até ao domingo vai ser uma verdadeira maratona: terça foi dia de fazer tricôt de grávida, de trocar informações com a M. (acabamos sempre por ter coisas novas para dizer uma à outra) e de ver as mudanças que o Quique anda a fazer lá por casa. Á noite peixe cozido para toda a gente, e tivemos a amiga E. a jantar lá em casa, só a ela é que oferecia peixe cozido (juro que não a queria mandar embora).
Ontem, foi dia de ter a cunhada e o noivo a jantar (também) lá em casa, queria porque queria ver o quarto do Francisco. E quem sou eu para contrariar. A reacção dela foi mesmo gira, a ver tudo ao pormenor… e depois ficou agarrada ao berço a olhar lá para dentro, e não queria sair dali. Muito cómica.
Sábado é dia de almoço com os sogros, lanche infantilóide do primo G. que faz 4 anos, e jantar da amiga J. que faz 30 e aproveitar para ver os amigos católicos. No domingo, café com primo C. e prima F. Uff!
Isto tudo… sem máquina fotográfica! Só me apetece é chorar.
E esta semana até ao domingo vai ser uma verdadeira maratona: terça foi dia de fazer tricôt de grávida, de trocar informações com a M. (acabamos sempre por ter coisas novas para dizer uma à outra) e de ver as mudanças que o Quique anda a fazer lá por casa. Á noite peixe cozido para toda a gente, e tivemos a amiga E. a jantar lá em casa, só a ela é que oferecia peixe cozido (juro que não a queria mandar embora).
Ontem, foi dia de ter a cunhada e o noivo a jantar (também) lá em casa, queria porque queria ver o quarto do Francisco. E quem sou eu para contrariar. A reacção dela foi mesmo gira, a ver tudo ao pormenor… e depois ficou agarrada ao berço a olhar lá para dentro, e não queria sair dali. Muito cómica.
Sábado é dia de almoço com os sogros, lanche infantilóide do primo G. que faz 4 anos, e jantar da amiga J. que faz 30 e aproveitar para ver os amigos católicos. No domingo, café com primo C. e prima F. Uff!
Isto tudo… sem máquina fotográfica! Só me apetece é chorar.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Arriba... arriba...
Já não aguento mais notícias sobre este vírus. Por variadíssimas razões, primeiro, e principalmente porque estou grávida., porque as notícias não passam de uma mera contagem das pessoas infectadas, porque os media só se focam nas desgraças, porque o nosso Governo ainda não fez nada para travar esta pandemia, porque a informação disponível (relativa às grávidas) é inconclusiva, porque ainda ninguém percebeu quando é que chega ao nosso país a dita vacina. Como já tinha pouca coisa para me preocupar… tinha que vir esta gripe.
Evito ao máximo estar em locais públicos cheios de gente (deixei de ir ao cinema, por exemplo), deixei de fazer viagens para o estrangeiro em trabalho (agora só deslocações nacionais), quando tenho que ir às compras não toco em nada, botões de elevador, portas, corrimões…. Mas é inevitável não tocar no multibanco (como é que pago as contas?), ou no carrinho das compras.
Sim, estou um bocadinho paranóica. Estou a pensar seriamente em fazer uma promessa, para pelo menos não apanhar este vírus durante a gravidez, e pelo meio lavar muitas vezes as mãos.
Evito ao máximo estar em locais públicos cheios de gente (deixei de ir ao cinema, por exemplo), deixei de fazer viagens para o estrangeiro em trabalho (agora só deslocações nacionais), quando tenho que ir às compras não toco em nada, botões de elevador, portas, corrimões…. Mas é inevitável não tocar no multibanco (como é que pago as contas?), ou no carrinho das compras.
Sim, estou um bocadinho paranóica. Estou a pensar seriamente em fazer uma promessa, para pelo menos não apanhar este vírus durante a gravidez, e pelo meio lavar muitas vezes as mãos.
Casório da prima 2
Outra situação a destacar deste casamento.
Quando chegámos à igreja, encontrámos logo um dos primos a que sou mais ligada, o F. e respectiva mulher (damo-nos muito bem com este casal) e a primeira coisa que o meu primo faz é gozar connosco, eu e a mulher (a C.), porque estávamos as duas com vestidos da mesma cor*.
Ao que a C. responde: “Ah não faz mal, ela está grávida”.
E eu agradeci a gentileza.
*Aliás era a cor predominante. Estamos a falar do roxo.
Bem que a senhora da loja da Pedra Dura avisou, “olhe que todas as clientes que querem comprar bijutaria para casamentos vão de vestido roxo ou verde”. E de facto confirmou-se.
Quando chegámos à igreja, encontrámos logo um dos primos a que sou mais ligada, o F. e respectiva mulher (damo-nos muito bem com este casal) e a primeira coisa que o meu primo faz é gozar connosco, eu e a mulher (a C.), porque estávamos as duas com vestidos da mesma cor*.
Ao que a C. responde: “Ah não faz mal, ela está grávida”.
E eu agradeci a gentileza.
*Aliás era a cor predominante. Estamos a falar do roxo.
Bem que a senhora da loja da Pedra Dura avisou, “olhe que todas as clientes que querem comprar bijutaria para casamentos vão de vestido roxo ou verde”. E de facto confirmou-se.
Casório da prima
Sábado foi dia de ir a mais um casamento, desta vez de uma prima do lado paterno, e como já é tradição neste lado da família, quem celebrou esta união foi o meu tio padre. Até aqui tudo bem. O problema é que eu gravidérrima tive que apresentar o F. ao meu tio (das poucas pessoas que ainda não conhecia).
E assim de uma cajadada só meti-me em apuros. Das duas uma:
• Ou estou casada, e foi outro padre que celebrou a missa (o que é uma afronta familiar)
• Ou não estou casada, e estou grávida, a viver em pecado com o meu namorado (o que ultrapassa a afronta, é portanto um sacrilégio aos olhos de Deus)
E então apresentei-o ao meu tio só pelo nome, sem dizer qual era a sua ligação a mim… Ao que o meu tio, que não estava nada a perceber aquelas apresentações perguntou-me de quem é que ele era? (tradução: era filho de quem?), e eu respondi em tom de brincadeira que “era meu”. Baralhação completa. E no meio do stress da noiva a chegar à igreja, e nós a entrar, a conversa ficou por ali.
Horas mais tarde, o tio padre esteve a falar com os meus pais na Quinta do copo de água, e perguntou por mim (!?), como é que estava, o que é que andava a fazer… Ou seja…não me tinha reconhecido (sim, não nos víamos há muitos anos). Moral da história, veio falar comigo outra vez, a pedir desculpas por não me ter reconhecido… e nós os dois a falar, com uma barriga de grávida no meio, e sem tocar no assunto.
Não tenho mais comentários a fazer.
E assim de uma cajadada só meti-me em apuros. Das duas uma:
• Ou estou casada, e foi outro padre que celebrou a missa (o que é uma afronta familiar)
• Ou não estou casada, e estou grávida, a viver em pecado com o meu namorado (o que ultrapassa a afronta, é portanto um sacrilégio aos olhos de Deus)
E então apresentei-o ao meu tio só pelo nome, sem dizer qual era a sua ligação a mim… Ao que o meu tio, que não estava nada a perceber aquelas apresentações perguntou-me de quem é que ele era? (tradução: era filho de quem?), e eu respondi em tom de brincadeira que “era meu”. Baralhação completa. E no meio do stress da noiva a chegar à igreja, e nós a entrar, a conversa ficou por ali.
Horas mais tarde, o tio padre esteve a falar com os meus pais na Quinta do copo de água, e perguntou por mim (!?), como é que estava, o que é que andava a fazer… Ou seja…não me tinha reconhecido (sim, não nos víamos há muitos anos). Moral da história, veio falar comigo outra vez, a pedir desculpas por não me ter reconhecido… e nós os dois a falar, com uma barriga de grávida no meio, e sem tocar no assunto.
Não tenho mais comentários a fazer.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Replay
Tem sido uma animação montar o quarto do Francisco. Já só faltam pequenas coisas, pequenos detalhes, e tal como na montagem do resto da casa, todos quiseram dar o seu contributo. Os avós foram os principais intervenientes: a minha mãe a pintar o quarto e a reciclar móveis (digamos que a avó Catarina é um concentrado da equipa do “Querido mudei a casa”), o meu pai a pendurar o varão dos cortinados, a tia G. a fazer lençóis de raiz e os avós paternos a oferecerem também boa parte do recheio. Vistas bem as coisas os quatro avós e a tia favorita do F. ofereceram tudo. Quando penso no que é que eu ofereci ao meu filho… ficamo-nos por um body com gola e uma moldura. Mais nada.
A faltar mesmo para o quarto estar pronto só uns bonecos que a prima-artista vai desenhar nas paredes, no segundo fim-de-semana de Setembro, e uns origamis e outras artes em papel feitos pelo primo R. que vão encher (finalmente!) o candeeiro do quarto.
Como a minha mãe costuma dizer eu “faço tudo com as mãos dos outros”, e eu digo em minha defesa que sou a criativa. Alguém tem que ter as ideias! E luzes é o que não me falta!
A faltar mesmo para o quarto estar pronto só uns bonecos que a prima-artista vai desenhar nas paredes, no segundo fim-de-semana de Setembro, e uns origamis e outras artes em papel feitos pelo primo R. que vão encher (finalmente!) o candeeiro do quarto.
Como a minha mãe costuma dizer eu “faço tudo com as mãos dos outros”, e eu digo em minha defesa que sou a criativa. Alguém tem que ter as ideias! E luzes é o que não me falta!
Setembro em Lisboa
E afinal já só vamos regressar a Tróia para o ano. A praia é fantástica e toda aquela lenga-lenga que se sabe, mas se eu precisar de alguma coisa não tenho onde ir… só por ferry e dependendo das horas, senão tenho que ir dar a volta por Alcácer para chegar a um hospital… Não vamos arriscar. E assim sendo, vamos começar a pôr família e amigos em dia.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Os outros pais
O bom de já termos muitos casais que nos rodeiam com filhos, é que podemos ver o que vamos querer repetir e não fazer de todo. Aprendemos com os “erros” dos nossos amigos, e observamos em versão “low-profile”. Temos os nossos pais favoritos e lá por casa vamos debatendo o que faríamos na situação X e Y. Nem vou arriscar a dar exemplos, porque estou fartinha de engolir crocodilos (sapos, já era), mas tenho a perfeita noção que eu vou ser o “bad cop” e o senhor F. o “good cop”. Nada de novo, portanto.
Curso de preparação para o parto
Hoje tive a minha primeira aula, uma turma grande (12 grávidas) e bastante homogénea em muitas coisas: exercício físico nem vê-lo, quase nenhuma com excesso de peso e a maioria com profissões “cheias” (a terapeuta da fala, a arquitecta, a marketeer, a directora comercial, a técnica de marketing etc…). Não faltou também no ramalhete uma adolescente acompanhada pela mãe, que mal deixava a rapariga falar, respondendo a quase tudo que era perguntado à sua filha e a brasileira que tinha como única profissão tomar conta de um idoso 4/5 horas por dia e que ia ter o filho na CUF. Aliás, quase ninguém vai ter o filho no Hospital onde este curso decorre.
Todas tinham a sua particularidade: tínhamos a fumadora (que confesso que me fez muita confusão), outra que tinha lido num livro de grávida que deveria comer 5 porções de fruta por dia (!?) e beber sumos de fruta (e está com diabetes), a grávida irritante que não lhe doía nada, nunca enjoou, dorme lindamente, não tinha nada de nada, só barriga, e no outro extremo a que antes de vomitar tinha que ir à casa de banho fazer xixi primeiro, porque sofria de incontinência, ou ainda a tal brasileira que ainda vai nas 28 semanas e já tem 12 quilos em cima.
A enfermeira que dá o curso é bastante simpática, paciente, boa comunicadora e educada. Pais presentes… apenas 5. O F. vai começar a ir a partir da próxima aula.
Todas tinham a sua particularidade: tínhamos a fumadora (que confesso que me fez muita confusão), outra que tinha lido num livro de grávida que deveria comer 5 porções de fruta por dia (!?) e beber sumos de fruta (e está com diabetes), a grávida irritante que não lhe doía nada, nunca enjoou, dorme lindamente, não tinha nada de nada, só barriga, e no outro extremo a que antes de vomitar tinha que ir à casa de banho fazer xixi primeiro, porque sofria de incontinência, ou ainda a tal brasileira que ainda vai nas 28 semanas e já tem 12 quilos em cima.
A enfermeira que dá o curso é bastante simpática, paciente, boa comunicadora e educada. Pais presentes… apenas 5. O F. vai começar a ir a partir da próxima aula.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Divórcios à vista
E em menos de 2/3 meses, casais que já estavam casados há 8 anos e tal (primos mais velhos) separaram-se. De repente, dois casais vão oficialmente separar-se, outro casal já se separou (mas ainda não é oficial) e outro parece que está em vias de… Más novidades assim tão rápido e de repente até fazem mal à digestão. Pela lógica, e na linha da sucessão, eu e o F. somos os próximos…
Fico sempre triste com estas notícias… mas se calhar é melhor assim, não vale a pena insistir no que não tem solução. Não dá, não dá.
Fico sempre triste com estas notícias… mas se calhar é melhor assim, não vale a pena insistir no que não tem solução. Não dá, não dá.
Férias Grandes
E falta um dia para acabarem as minhas férias grandes. Foram 15 dias que deram para descansar, e que se passaram entre Moledo e Tróia.
Em Moledo, as férias foram também um ponto de viragem: os amigos com quem costumamos estar, estão todos casados e cheios de filhos. Assim de um ano para o outro. Sem mais nem menos as rotinas mudaram… para pior, a meu ver. Andámos desencontrados.
E ainda: o M. teve as primeiras aulas de condução com o F., andei a receber parabéns pelo Francisco de quilos de tios, a tarde da praxe na piscina da tia G., uma tarde na praia de Sta. Tecla, mais presentes para a nossa criançola, o Gaudí é o chefe da matilha e mordeu o primo SenhorSouza (só para mostrar quem manda) que foi directo para o veterinário com o focinho a sangrar e com uma unha a menos, conversas no alpendre até às tantas, muita sorte com o tempo, circo em todo o lado e o carro do “Homem-bala” que se fazia anunciar às 11h00 sem falta, os caniches afinal são só pretos, pequenos, médios e grandes, o border collie Diego que está mais crescido saltava a vedação sempre que queria ladrar mais de perto a um cão que fosse a passar na rua (o cabo dos trabalhos), a nossa máquina fotográfica levou um pequeno toque do Diego e ficou avariada quase as férias todas (estamos a aguardar orçamento em profunda depressão), a festinha inesperada da Carminho na minha barriga, a nova empregada lá de casa era uma verdadeira personagem e sempre que dizia qual a data prevista para o parto, alguém me pedia uma data especifica porque era o seu aniversário (descobri que meio mundo faz anos em Outubro… até eu!).
Em Tróia, para a despedida, tivemos os melhores dias de praia de sempre, este fim-de-semana esteve no ponto.
Em Moledo, as férias foram também um ponto de viragem: os amigos com quem costumamos estar, estão todos casados e cheios de filhos. Assim de um ano para o outro. Sem mais nem menos as rotinas mudaram… para pior, a meu ver. Andámos desencontrados.
E ainda: o M. teve as primeiras aulas de condução com o F., andei a receber parabéns pelo Francisco de quilos de tios, a tarde da praxe na piscina da tia G., uma tarde na praia de Sta. Tecla, mais presentes para a nossa criançola, o Gaudí é o chefe da matilha e mordeu o primo SenhorSouza (só para mostrar quem manda) que foi directo para o veterinário com o focinho a sangrar e com uma unha a menos, conversas no alpendre até às tantas, muita sorte com o tempo, circo em todo o lado e o carro do “Homem-bala” que se fazia anunciar às 11h00 sem falta, os caniches afinal são só pretos, pequenos, médios e grandes, o border collie Diego que está mais crescido saltava a vedação sempre que queria ladrar mais de perto a um cão que fosse a passar na rua (o cabo dos trabalhos), a nossa máquina fotográfica levou um pequeno toque do Diego e ficou avariada quase as férias todas (estamos a aguardar orçamento em profunda depressão), a festinha inesperada da Carminho na minha barriga, a nova empregada lá de casa era uma verdadeira personagem e sempre que dizia qual a data prevista para o parto, alguém me pedia uma data especifica porque era o seu aniversário (descobri que meio mundo faz anos em Outubro… até eu!).
Em Tróia, para a despedida, tivemos os melhores dias de praia de sempre, este fim-de-semana esteve no ponto.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Por falar em casamentos…
O segundo, e último, casamento que vou este ano vai ser a 10 de Outubro, vou estar uma super baleia, recordo que a data prevista para o parto (medo!) é dia 29 de Outubro, e para ajudar à festa vão estar mais 4 grávidas neste mesmo casório… Com a sorte que tenho, outra das baleias leva um vestido igual ao meu. É que a probabilidade é grande, por três razões:
1. Comprei o vestido nos saldos
2. Não foi propriamente numa loja exclusiva (Lanidor)
3. E tendo em conta o formato do nosso corpo, falo em nome das baleias, não há assim tanta variedade no mercado…
Bom, bom, era que uma top-model levasse um vestido igual ao meu. Nesta situação só me restaria “nadar” de fininho… a ver se não dava muito nas vistas. Ou então, quem sabe, pôr uma jarra em cima da barriga e fazer de mesa… Enfim, o que não me falta são planos B.
1. Comprei o vestido nos saldos
2. Não foi propriamente numa loja exclusiva (Lanidor)
3. E tendo em conta o formato do nosso corpo, falo em nome das baleias, não há assim tanta variedade no mercado…
Bom, bom, era que uma top-model levasse um vestido igual ao meu. Nesta situação só me restaria “nadar” de fininho… a ver se não dava muito nas vistas. Ou então, quem sabe, pôr uma jarra em cima da barriga e fazer de mesa… Enfim, o que não me falta são planos B.
Informação aos ouvintes
E antes que me esqueça, como por vezes acontece… este blog vai de férias no sábado e só regressa (mais redondo ainda) no dia 1 de Setembro.
Estado de graça
A cada dia que passa estou cada vez mais uma mistura de Dolly Parton e Homer Simpson, um bocadinho mais da segunda personagem.
E… (nada a ver) não meço bem as distâncias entre a minha barriga e os objectos no geral, não dou o devido desconto, até parece que fiquei grávida ontem…
E… (nada a ver) não meço bem as distâncias entre a minha barriga e os objectos no geral, não dou o devido desconto, até parece que fiquei grávida ontem…
Corte de cabelo, a saga
E mais uma vez fui cortar o cabelo, e mais uma vez não ficou como eu pedi, e mais uma vez não gostei do efeito final…
Último fim-de-semana em Agosto em Tróia

No fim-de-semana que passou “despedimo-nos” de Tróia, só lá iremos regressar em Setembro, pelo meio temos 15 dias de férias, e o primeiro casamento da temporada.
Para não variar (e ainda bem), tivemos visitas, desta vez foi a mana M. e o noivo, que ganham o prémio dos mais sortudos com o tempo. Esteve um sábado fantástico, e tivemos como bónus dois golfinhos que passaram aos saltos no mar, a poucos metros da praia. E é claro que registamos o momento. O F. tirou uma foto de um golfinho com um peixe na boca em pleno salto (foto abaixo). Lindo!
Á noite fomos jantar ao restaurante da praia, e estava uma temperatura fantástica e foi de facto diferente ter de atravessar a areia para chegar ao local do repasto. A empregada que nos atendeu não tinha os parafusos todos no sítio (é karma!) e de vez em quando o seu discurso não fazia muito sentido…
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Post tudo ao molho...
O post que se segue é uma grande salganhada porque não tenho tempo para mais:
• No fim-de-semana que passou recebemos em Tróia, sim comprámos a localidade, a Família Quique. Muita praia, refeições na varanda, conversas sobre tudo e mais alguma coisa, um BMW que foi um óptimo companheiro de viagem, F. a tentar dominar o papagaio, muitas fotos (que ficaram bem giras), três vivas para o pára-vento e senti o Henrique! Destaque para uma situação insólita na praia: uns pais a tirar fotos a cair para o pornográficas, do tipo o pai a agarrar as maminhas da mãe (que estava de topless) e a filha, que deveria ter uns 5 anos a fazer de fotógrafa… O F. claro que fotografou este momento muito sinistro.
• O meu sobrinho-lindo Zé Maria lá nasceu por si, no dia que estava marcada a indução, a 1 de Agosto. Não é parecido com ninguém, mas com ele mesmo (opinião de todos os que já o visitaram), a mãe estava com óptimo aspecto, nem parecia que tinha acabado de ter um filho. O rapazola pesa 3,500 e não consigo imaginar como é que tamanha criança saiu da barriga da J. E claro que já o tenho dentro da minha máquina fotográfica.
• De vez em quando penso no parto, e não estou mesmo a ver como é que o Francisco vai sair daqui. Sem medos digo que tenho medo. É que não estou mesmo a visualizar mesmo a situação…
• A minha barriga cresce de dia para dia e as minhas t-shirts encolhem, é um fenómeno.
• O Francisco mexe-se cada vez mais, e os movimentos tendem a ser rebuscados/esquisitos. Esta criança ou vai ser baterista, ou Fred Astaire… ou qualquer coisa que implique muito movimento. Não sei onde é que ele foi buscar tanta energia… E se sair ao pai (leia-se terrorista) vai passar grandes temporadas nas casas das tias-queridas. E quando acabo de escrever este post levo mais uns pontapés ou qualquer coisa do género, que é para não me estar a queixar.
• Bem, malta, vou descansar para o sofá… Até breve.
• No fim-de-semana que passou recebemos em Tróia, sim comprámos a localidade, a Família Quique. Muita praia, refeições na varanda, conversas sobre tudo e mais alguma coisa, um BMW que foi um óptimo companheiro de viagem, F. a tentar dominar o papagaio, muitas fotos (que ficaram bem giras), três vivas para o pára-vento e senti o Henrique! Destaque para uma situação insólita na praia: uns pais a tirar fotos a cair para o pornográficas, do tipo o pai a agarrar as maminhas da mãe (que estava de topless) e a filha, que deveria ter uns 5 anos a fazer de fotógrafa… O F. claro que fotografou este momento muito sinistro.
• O meu sobrinho-lindo Zé Maria lá nasceu por si, no dia que estava marcada a indução, a 1 de Agosto. Não é parecido com ninguém, mas com ele mesmo (opinião de todos os que já o visitaram), a mãe estava com óptimo aspecto, nem parecia que tinha acabado de ter um filho. O rapazola pesa 3,500 e não consigo imaginar como é que tamanha criança saiu da barriga da J. E claro que já o tenho dentro da minha máquina fotográfica.
• De vez em quando penso no parto, e não estou mesmo a ver como é que o Francisco vai sair daqui. Sem medos digo que tenho medo. É que não estou mesmo a visualizar mesmo a situação…
• A minha barriga cresce de dia para dia e as minhas t-shirts encolhem, é um fenómeno.
• O Francisco mexe-se cada vez mais, e os movimentos tendem a ser rebuscados/esquisitos. Esta criança ou vai ser baterista, ou Fred Astaire… ou qualquer coisa que implique muito movimento. Não sei onde é que ele foi buscar tanta energia… E se sair ao pai (leia-se terrorista) vai passar grandes temporadas nas casas das tias-queridas. E quando acabo de escrever este post levo mais uns pontapés ou qualquer coisa do género, que é para não me estar a queixar.
• Bem, malta, vou descansar para o sofá… Até breve.
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