No próprio do dia fomos almoçar às 3 da tarde à Capricciosa, um sol desgraçado que não dava para ficar junto da janela… Á noite jantar com a família mais próxima lá em casa, éramos 12, porque não cabia mais ninguém na mesa. Para além da roupa, que deu muito jeito, o Francisco recebeu ainda uma mota (a única que vai ter na vida) e um jambé que vinha recheado com uma matraca, e coisas no geral que fazem barullo.
Nessa mesma noite deu-me um “vaipe” e enviei uma mensagem nocturna/relâmpago a convidar os amigos mais próximos para um lanchinho lá em casa. Contas feitas: 11 adultos e 8 crianças. O caos estava instalado mas valeu muito a pena, apesar de não conseguir acabar nenhuma conversa com ninguém, pôr a Patricía a mudar a fralda ao meu filho, fazer scones como se não houvesse amanhã, e andar a esconder os brinquedos ao Afonso.
Um diário das minhas peripécias com o F., o Francisco, a Benedita, os amigos, a família e os estranhos. Ou como disse uma amiga minha o blog das aventuras da R. Espero que se divirtam a ler... tanto como eu a escrever.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
A música do Francisco
E porquê? Foi a primeira música escolhida para um vídeo que o F. fez sobre o Francisco desde que nasceu até aos dias de hoje. E o início dá-me sempre vontade de chorar, é um vídeo do nosso baby, na maternidade, ao colo do F.
Este best off que só tinha 55 minutos passou durante o jantar de anos do Franciscote, está lá toda a gente! Até o Papa (não estou a gozar).
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Fazer anos no mesmo dia que a minha mãe e o meu filho é…
- Preocupar-me com presentes importantes
- Ter sempre a companhia de umas quantas velas no “meu” bolo
- Não ser dona e senhora do “meu” dia
- Pegar no telefone para dar os parabéns a alguém (a minha mãe)
- Receber parabéns a triplicar ou a quadriplicar
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Gajas boas
Não sou de apreciar mulheres mas há umas que até eu fico de boca aberta… vi (desculpem a expressão) uma gaja tão boa na rua, mas tão boa, que era impossível passar despercebida à pessoa mais distraída. Aquela rapariga por onde passava deslumbrava. T-shirt justa branca, uma grande mini-saia, botas cano alto, cheia de curvas (mesmo) e cabelo castanho comprido selvagem. Era uma bomba. Contei a cena ao F. a dizer-lhe que até eu tive vontade de lhe contar uma história… E ele refilou que se fosse ele a dizer aquilo já estava a levar na cabeça. Ah! Pois claro!
No dia seguinte foi a vez do F. deparar-se com uma cena semelhante… no meio do trânsito, estranho e estúpido, porque pelo que ele tinha conseguido perceber era só um carro avariado. O F. não estava a conseguir deslindar o mistério de três faixas de rodagem estarem a andar em câmara lenta. O tal carro avariado tinha uma dona que estava debruçada sobre o motor, vestia umas calças de ganga hiper mega justas, uma camisa branca que depois de tanta chuva em cima tinha ficado transparente e aquilo era cena para começar pelo menos um filmezinho erótico… O polícia que já lá estava ao lado devia estar cheio de vontade de levá-la ao castigo, perdão, de multá-la toda. Melhorou o meu reparo.
No dia seguinte foi a vez do F. deparar-se com uma cena semelhante… no meio do trânsito, estranho e estúpido, porque pelo que ele tinha conseguido perceber era só um carro avariado. O F. não estava a conseguir deslindar o mistério de três faixas de rodagem estarem a andar em câmara lenta. O tal carro avariado tinha uma dona que estava debruçada sobre o motor, vestia umas calças de ganga hiper mega justas, uma camisa branca que depois de tanta chuva em cima tinha ficado transparente e aquilo era cena para começar pelo menos um filmezinho erótico… O polícia que já lá estava ao lado devia estar cheio de vontade de levá-la ao castigo, perdão, de multá-la toda. Melhorou o meu reparo.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Lisboa, versão cool
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
2 Fins-de-semana zipados (adenda)
E ainda conheci o meu novo sobrinho, o Gonçalo, que gostou tanto de mim, que dormiu uma sesta ao meu colo. Um fofinho.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
O novo Hospital de Cascais
Preenche na perfeição todos os requisitos para eu poder usar uma das expressões favoritas da minha mãe: “Miséria engravatada”.
Por fora parece um centro comercial, tudo muito bem arranjado e equipado, quartos com LCD etc.. etc.. um verdadeiro hospital particular mas… depois falha nos recursos humanos. Um verdadeiro hospital fantasma.
Entrei no piso da maternidade, passando apenas por um segurança, que estava quatro pisos abaixo, ou seja, perto da recepção, e só lhe faltava ter um cafézinho na mão.
Já no 4º piso, toquei à campainha para poder entrar na zona onde estão as mães e os recém-nascidos e abriram-me a porta sem perguntar quem estava do outro lado (a recepção do lado de fora já estava com as luzes apagadas e tudo arrumado, em pleno horário de visitas). Andei com toda a liberdade pelo corredor e espreitei para dentro dos quartos, ao fundo do corredor (?) havia uma recepção onde pedi informações. E finalmente vi a minha prima.
Outro dos indícios de que estava num hospital público é que… o comando da televisão já não existia, porque tinha sido roubado, faltava um cabo à televisão para ligar a um hipotético DVD, porque tinha sido roubado, e em muitos quartos já não havia a banheira para dar banho ao recém-nascido, porque tinha sido roubada… E outro tipo de roubos não acontecem porque não calha.
Alguém só vai ao Hospital de Cascais por puro desconhecimento.
Por fora parece um centro comercial, tudo muito bem arranjado e equipado, quartos com LCD etc.. etc.. um verdadeiro hospital particular mas… depois falha nos recursos humanos. Um verdadeiro hospital fantasma.
Entrei no piso da maternidade, passando apenas por um segurança, que estava quatro pisos abaixo, ou seja, perto da recepção, e só lhe faltava ter um cafézinho na mão.
Já no 4º piso, toquei à campainha para poder entrar na zona onde estão as mães e os recém-nascidos e abriram-me a porta sem perguntar quem estava do outro lado (a recepção do lado de fora já estava com as luzes apagadas e tudo arrumado, em pleno horário de visitas). Andei com toda a liberdade pelo corredor e espreitei para dentro dos quartos, ao fundo do corredor (?) havia uma recepção onde pedi informações. E finalmente vi a minha prima.
Outro dos indícios de que estava num hospital público é que… o comando da televisão já não existia, porque tinha sido roubado, faltava um cabo à televisão para ligar a um hipotético DVD, porque tinha sido roubado, e em muitos quartos já não havia a banheira para dar banho ao recém-nascido, porque tinha sido roubada… E outro tipo de roubos não acontecem porque não calha.
Alguém só vai ao Hospital de Cascais por puro desconhecimento.
A prima
A famosa prima que ia nascer no dia 29 de Outubro, fez a vontade à outra prima, eu, e nasceu noutro dia que não este. Nasceu no dia 17 de Outubro.
A mulher do meu primo, de quem sou muito amiga, enviou-me uma mensagem quando estava a caminho da maternidade (senti-me super honrada), e como estou sempre com o telemóvel sem som para não acordar o Francisco… só vi a mensagem duas horas depois. Que frustração! Levei um sermão do F. com razão.
Quando telefonei já tinha entrado na sala de parto. Andei o dia todo com o telemóvel no bolso sempre à espera de novidades. Correu tudo bem e a Margarida está fantástica.
No dia seguinte fui directa do trabalho (Lisboa) para Cascais (onde era o Hospital) para poder vê-la ao vivo e a cores. Éramos 3 no carro, eu, o F. e a Nikon. O outro elemento da família, o Francisco, ficou com os avós porque não dava tempo para andar a fazer recolhas pelo caminho. Foi muito bom conhecê-la.
A mulher do meu primo, de quem sou muito amiga, enviou-me uma mensagem quando estava a caminho da maternidade (senti-me super honrada), e como estou sempre com o telemóvel sem som para não acordar o Francisco… só vi a mensagem duas horas depois. Que frustração! Levei um sermão do F. com razão.
Quando telefonei já tinha entrado na sala de parto. Andei o dia todo com o telemóvel no bolso sempre à espera de novidades. Correu tudo bem e a Margarida está fantástica.
No dia seguinte fui directa do trabalho (Lisboa) para Cascais (onde era o Hospital) para poder vê-la ao vivo e a cores. Éramos 3 no carro, eu, o F. e a Nikon. O outro elemento da família, o Francisco, ficou com os avós porque não dava tempo para andar a fazer recolhas pelo caminho. Foi muito bom conhecê-la.
2 Fins-de-semana zipados
Nos dois últimos fins-de-semana foi tempo de pôr a sobrinhada em dia: o Francisco apanhar do Zé Maria, eu apanhar o Vasquinho ao colo, conhecer o lado selvagem do Kiko, festejar os 3 anos do Vicente (as tias babadas ofereceram um órgão com microfone incorporado, banquinho e pedal, já para não falar de todos os sons que faz e da quantidade de luzes que pisca), festejar o 1º ano do Henrique, e ver que a Maria, o Afonso, o Vicentinho, o Salvador, o André e a Madalena estão cada vez mais crescidos. Bem que me podiam ensinar o truque…
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Francisco, o pacífico
Se o Francisco já falasse e desse uma entrevista a uma dessas revistas para os miúdos da idade dele, sei lá uma “Pais e Filhos” ou o género… ele descrever-se-ia assim:
“Sou uma pessoa calma, gosto de ver formigas a passar, olhar para o céu e coisas que tais. Sempre que entro num espaço novo ou do costume tiro-lhe as medidas todas, também gosto de tirar as medidas às pessoas no geral. Sou muito observador.
Estou bem ao colo de qualquer pessoa excepto de uma prima da mãe que sempre que me toca dá-me uma vontade de chorar louca.
Nada me chateia, tiram-me os brinquedos e eu escolho outro, mordem-me o lábio, puxam-me os cabelos, empurram-me e não dou resposta, choro, e a minha mãe vem-me salvar.
Qualquer coisa dá-me vontade de rir, e se repetirem muitas vezes ainda me rio mais.
Adoro andar ao colo, adoro adormecer ao colo. Adoro dormir. Adoro comer.
Ponho tudo à boca, já gatinho a uma velocidade considerável mas gosto de fazer várias pausas no caminho, e qualquer motivo é bom para eu me sentar.
O que mais me fazem é apertar as bochechas, seja família, amigos ou desconhecidos.
Ah! E tenho uns pais fantásticos!
“Sou uma pessoa calma, gosto de ver formigas a passar, olhar para o céu e coisas que tais. Sempre que entro num espaço novo ou do costume tiro-lhe as medidas todas, também gosto de tirar as medidas às pessoas no geral. Sou muito observador.
Estou bem ao colo de qualquer pessoa excepto de uma prima da mãe que sempre que me toca dá-me uma vontade de chorar louca.
Nada me chateia, tiram-me os brinquedos e eu escolho outro, mordem-me o lábio, puxam-me os cabelos, empurram-me e não dou resposta, choro, e a minha mãe vem-me salvar.
Qualquer coisa dá-me vontade de rir, e se repetirem muitas vezes ainda me rio mais.
Adoro andar ao colo, adoro adormecer ao colo. Adoro dormir. Adoro comer.
Ponho tudo à boca, já gatinho a uma velocidade considerável mas gosto de fazer várias pausas no caminho, e qualquer motivo é bom para eu me sentar.
O que mais me fazem é apertar as bochechas, seja família, amigos ou desconhecidos.
Ah! E tenho uns pais fantásticos!
RTP Memória
Nos últimos tempos, leia-se anos, o F. está sempre a fazer a piadinha que eu sou muito mais velha que ele, que vivemos em duas realidades paralelas. Quando a diferença de idades é de pouco mais que três meses. A questão aqui é que eu sou de 78, e ele de 79.
No sábado de manhã estávamos a arrumar umas coisas na sala, com a televisão ligada na RTP Memória, normalmente vemos este canal em versão zapping, e estava a dar um documentário sobre a Lisboa antiga, a expo antes de ser expo, o Terreiro do Paço a fazer de parque de estacionamento, o Casal Ventoso decrépito como sempre. Pérolas da cidade. Eis se não quando decidem mostrar as gentes de Lisboa… e filmam um grupo de estudantes a olhar para um Mimo em pleno Chiado… e depois um grande plano do F. mais uma amiga a olhar também para o tal artista de rua…
O F. ficou em estado de choque. Qual a probabilidade de nos vermos na televisão? E ainda para mais na RTP Memória? O F. está a ficar velho…
Nota: Nós filmámos a televisão nesta parte do documentário, terei muito gosto em mostrar esta pérola.
No sábado de manhã estávamos a arrumar umas coisas na sala, com a televisão ligada na RTP Memória, normalmente vemos este canal em versão zapping, e estava a dar um documentário sobre a Lisboa antiga, a expo antes de ser expo, o Terreiro do Paço a fazer de parque de estacionamento, o Casal Ventoso decrépito como sempre. Pérolas da cidade. Eis se não quando decidem mostrar as gentes de Lisboa… e filmam um grupo de estudantes a olhar para um Mimo em pleno Chiado… e depois um grande plano do F. mais uma amiga a olhar também para o tal artista de rua…
O F. ficou em estado de choque. Qual a probabilidade de nos vermos na televisão? E ainda para mais na RTP Memória? O F. está a ficar velho…
Nota: Nós filmámos a televisão nesta parte do documentário, terei muito gosto em mostrar esta pérola.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Li no blog da Sofia (clicar no título para ir ao post original)
Que ela estava preocupada com o facto de ser boa mãe ou não. E fez uma lista de coisas que não faz e que eu faço quase tudo… parecia que me estava a caracterizar:
Quando deixei o Francisco pelas primeiras vezes em casa dos meus pais, depois de uma licença de 6 meses, fui com a lágrima no canto do olho a caminho do trabalho
Estou sempre com medo que se magoe
Ainda não fui capaz de deixar o Francisco dormir fora de casa
Fico alarmada com eventuais sinais de doença
Tenho a foto dele no meu telemóvel, muito brevemente na carteira e só não tenho no desktop porque seria uma tortura (longe da vista, longe do coração)
Não acho que este tipo de comportamento faça de mim boa ou má mãe, simplesmente me caracteriza. É só isso.
Quando deixei o Francisco pelas primeiras vezes em casa dos meus pais, depois de uma licença de 6 meses, fui com a lágrima no canto do olho a caminho do trabalho
Estou sempre com medo que se magoe
Ainda não fui capaz de deixar o Francisco dormir fora de casa
Fico alarmada com eventuais sinais de doença
Tenho a foto dele no meu telemóvel, muito brevemente na carteira e só não tenho no desktop porque seria uma tortura (longe da vista, longe do coração)
Não acho que este tipo de comportamento faça de mim boa ou má mãe, simplesmente me caracteriza. É só isso.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Pesadelo
Sonhei que o FMI tinha entrado em Portugal. Se a memória não me falha nunca tinha tido um “sonho económico” e a influência é mais do que do F. que papa todo o tipo de programas, debates, documentários e reportagens sobre o assunto, e eu acabo por ver também. Vamos lá ver com que é que vou sonhar hoje… provavelmente com a Bolsa!
Coca-cola
Para mim nunca fez muito sentido a variante de um produto em versão light... E na coca-cola é um exagero, há a light, a zero, sem cafeína, com sabor a cereja (nos EUA), com sabor a limão. E de repente aquela bebida sabe a tudo menos a coca-cola... mas pelos vistos sou a única a pensar assim porque o que não faltam é consumidores.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Informação fantástica para quem tem filhos, sobrinhos e afins...
Já não sabem que mais actividades inventar com os mais pequenos? O site estrelas e ouriços dá ideias para todas as idades e tipo de crianças das mais radicais às mais culturais. A página está muito bem construída e é bastante intuitiva.
Recomendo muito!
Recomendo muito!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Vizinhos
Ontem a minha vizinha da frente contou-me que se separou do marido. E fiquei cheia de pena, mesmo. Um casal que eu e o F. sempre gostámos, que tinham imensa pinta, bom gosto, atenciosos e com um filho super querido.
Contei ao F. quando cheguei a casa.
E claro que a conversa resvalou logo para a parvalheira… o F. disse logo que o que era bom era que os nossos vizinhos do lado se separassem e levassem o barulho com eles. Claro que se isso algum dia acontecer, o pai leva os três filhos adolescentes (sim, eu disse TRÊS filhos ADOLESCENTES), a mãe vai gritar para outra freguesia, e claro o cão “mais querido do planeta” fica a morar na casa sozinho e a ladrar por tudo e por nada só para testar a nossa impaciência.
Confirma-se, não tivemos muita sorte com os vizinhos do lado…
Contei ao F. quando cheguei a casa.
E claro que a conversa resvalou logo para a parvalheira… o F. disse logo que o que era bom era que os nossos vizinhos do lado se separassem e levassem o barulho com eles. Claro que se isso algum dia acontecer, o pai leva os três filhos adolescentes (sim, eu disse TRÊS filhos ADOLESCENTES), a mãe vai gritar para outra freguesia, e claro o cão “mais querido do planeta” fica a morar na casa sozinho e a ladrar por tudo e por nada só para testar a nossa impaciência.
Confirma-se, não tivemos muita sorte com os vizinhos do lado…
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Hoje foi dia de…
Deixar os óculos em casa, o lenço no autocarro, descer o Parque Eduardo VII a correr para voltar ao autocarro a ver se encontrava o meu lenço… que por estas horas já tem nova dona, “recuperar” o telemóvel que tinha ficado no trabalho mas que fica sem bateria logo agora que preciso de fazer 1000 telefonemas para ver se decido o que faço nos anos do Francisco. E quando é que ganho juízo? Nunca.
Coisas...
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Parece que os autógrafos já não chegam…
Ontem o F. no elevador do nosso prédio com o Francisco ao colo e a companhia extra de mais um casal vizinho. A mulher mete conversa sobre as modernices de ver um pai com o filho ao colo* e por aí… e pelo meio diz “o seu bebé é tão fofinho posso lhe dar um beijinho?”. Dava tudo para ter visto a cara do F. Não consigo mesmo imaginar.
E sim, o Francisco levou uma beija da senhora do 8º andar.
*O F. aproveitou a deixa para dizer que ainda por cima tinha ido sozinho à mercearia. O mártir! Coisa que tinha feito pela primeira vez na sua vida naquele dia..
E sim, o Francisco levou uma beija da senhora do 8º andar.
*O F. aproveitou a deixa para dizer que ainda por cima tinha ido sozinho à mercearia. O mártir! Coisa que tinha feito pela primeira vez na sua vida naquele dia..
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Pregas
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
11 meses
Era só para dizer que hoje o Francisco faz 11 meses. E ainda não sei o que fazer no dia de anos dele.
Trocos
Na semana passada dois portugueses ganharam o primeiro prémio do euromilhões. Cada um levou para casa 14 milhões de euros. E claro que após esta notícia no telejornal seguiu-se a reportagem de rua a perguntar a uma data de gente o que fariam com a dita quantia…
A minha resposta favorita foi esta: “Já dava para chegar mais tarde ao trabalho”.
Eu tinha em mente coisas mais interessantes para fazer… mas se calhar não estou a pôr em perspectiva os 14 milhões…
A minha resposta favorita foi esta: “Já dava para chegar mais tarde ao trabalho”.
Eu tinha em mente coisas mais interessantes para fazer… mas se calhar não estou a pôr em perspectiva os 14 milhões…
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Loja Fashion Bazar no centro comercial Saldanha Residence
Já tinha sido mal tratada nesta loja quando andava à procura de um vestido para o baptizado do meu filho. O empregado na altura perguntou se precisava de ajuda, e eu disse que precisava de um vestido. O homem olhou para mim e disse “para a sua altura não temos nada que lhe sirva, vai ficar tudo grande”. Fiquei boquiaberta, e a mana do F. que estava comigo, mais escandalizada ficou. Obviamente saímos da loja.
Eu que sou masoquista voltei a semana passada à Fashion Bazar. E desta vez foi uma empregada que me atendeu. Vi um vestido que gostei e perguntei se tinha noutras cores. Resposta da rapariga: “Só temos esse vestido que tem na mão, e é um 36, mas como é de uma marca brasileira, os tamanhos são mais pequenos que os nossos, por isso não lhe deve servir”.
Porra! Nunca vi tantos empregados com tão pouca vontade de vender e mal-educados! Nunca tinha sido mal tratada numa loja até entrar nesta. Duas vezes.
Desaconselho vivamente a entrada nesta loja.
Eu que sou masoquista voltei a semana passada à Fashion Bazar. E desta vez foi uma empregada que me atendeu. Vi um vestido que gostei e perguntei se tinha noutras cores. Resposta da rapariga: “Só temos esse vestido que tem na mão, e é um 36, mas como é de uma marca brasileira, os tamanhos são mais pequenos que os nossos, por isso não lhe deve servir”.
Porra! Nunca vi tantos empregados com tão pouca vontade de vender e mal-educados! Nunca tinha sido mal tratada numa loja até entrar nesta. Duas vezes.
Desaconselho vivamente a entrada nesta loja.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Bom fim de semana
A semana começou muito, muito mal e acaba mesmo muito bem... nasceu ontem o Gonçalo, filho de uma amiga very dear to me, lá para as 23h30. Chegou tarde nas horas mas cedo nas semanas já que era suposto ter nascido em Outubro, mais ou menos no dia 15.
Estou em picos para o conhecer e guardar na minha máquina fotográfica!
Nota: Reparem bem que disse guardar e não partilhar...
Estou em picos para o conhecer e guardar na minha máquina fotográfica!
Nota: Reparem bem que disse guardar e não partilhar...
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
...
Há semanas infelizes… uma antiga colega de trabalho perde o bebé, um fotógrafo com quem fiz vários trabalhos, entre eles o primeiro de todos, morre sozinho em casa, e outro antigo colega perde o filho com 6 anos… Há dias que não me apetece estar em lado nenhum. Hoje é um deles.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Estranhos 2 (o post que se segue é sem pontos finais que é para se tornar mais ofegante)
O único susto que apanhei com estranhos já tinha 16/17 anos…estava a correr no circuito do Estádio Nacional, que para quem não sabe, é no meio do bosque (à lá filme de terror) e quase a chegar ao fim da minha maratona matinal, sim estava sozinha, um homem que tinha idade para ser meu pai aproximou-se do nada, isto sempre em passo de corrida, e disse “tens uma grande pedalada, podíamos começar a correr juntos”… assustei-me, fiquei a morrer de medo, e nem disse nada, acelerei com todas as minhas forças e sai do circuito, bosque portanto, o mais depressa possível… não estava totalmente sozinha, o meu pai estava à minha espera no fim do circuito, mas de facto se tivesse que acontecer alguma coisa o meu pai “na outra ponta do mundo” não me ia servir de muito…
Uff!!!
Nota: Nunca mais corri sózinha e deixei de ir para o circuito.
Uff!!!
Nota: Nunca mais corri sózinha e deixei de ir para o circuito.
Estranhos
Quando era pequenina os meus pais ensinaram-me que não deveria falar com estranhos, não deveria aceitar nada dos estranhos, não deveria confiar nos estranhos. A mensagem foi bastante clara mas nem sempre cumpri o que devia.
Quando comecei a ir sozinha do colégio para casa, ia de comboio que era directo, fui várias vezes abordada por estranhos, havia dias que os ignorava e outros que lhes dava conversa. Lembro-me de um homem que do nada me ofereceu um rebuçado, e eu respondi-lhe peremptoriamente: “A minha mãe diz que não devo aceitar nada de estranhos. Obrigada.” O homem ainda insistiu mas eu fui à minha vida. Mas nem sempre fui obediente.
Lembro-me que enquanto esperava na estação pelo meu comboio para ir para casa, fiz amizade com uma mulher de 30 e tal anos, com quem conversava imenso e que me oferecia gelados. Quase sempre apanhávamos o mesmo comboio. Lembro-me também de uns velhotes que do lado de fora do muro do colégio metiam conversa comigo e com os meus amigos. Esta última contei à minha mãe, por acaso, e as educadoras nunca mais permitiram que nos aproximássemos do dito muro. E este tipo de memórias assustam-me.
Estava eu a ter esta conversa toda com o F. e ele disse que não tinha qualquer historial com estranhos porque só começou a ir sozinho do colégio para casa a partir do 9º ano. E é o que vamos fazer com o Francisco.
Quando comecei a ir sozinha do colégio para casa, ia de comboio que era directo, fui várias vezes abordada por estranhos, havia dias que os ignorava e outros que lhes dava conversa. Lembro-me de um homem que do nada me ofereceu um rebuçado, e eu respondi-lhe peremptoriamente: “A minha mãe diz que não devo aceitar nada de estranhos. Obrigada.” O homem ainda insistiu mas eu fui à minha vida. Mas nem sempre fui obediente.
Lembro-me que enquanto esperava na estação pelo meu comboio para ir para casa, fiz amizade com uma mulher de 30 e tal anos, com quem conversava imenso e que me oferecia gelados. Quase sempre apanhávamos o mesmo comboio. Lembro-me também de uns velhotes que do lado de fora do muro do colégio metiam conversa comigo e com os meus amigos. Esta última contei à minha mãe, por acaso, e as educadoras nunca mais permitiram que nos aproximássemos do dito muro. E este tipo de memórias assustam-me.
Estava eu a ter esta conversa toda com o F. e ele disse que não tinha qualquer historial com estranhos porque só começou a ir sozinho do colégio para casa a partir do 9º ano. E é o que vamos fazer com o Francisco.
Homem que é Homem 2
Tal como tudo na vida… se elas gostam e se os homens se sentem mais bonitos, sou a primeira a dar uma banda veet ao primeiro homem que me aparecer à frente.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Homem que é Homem…
Depois de ter visto o filme Robin Hood, a mais recente versão, de Ridley Scott com o Russel Crow, ocorreu-me que os homens, de hoje, não estão mesmo a perceber o que é que as mulheres gostam.
Homem que é homem não se depila*, era o que me faltava agora que o meu marido andasse a usar as minhas bandas de cera Veet (!!!), não usa gel e faz aqueles “penteados” assustadores do tipo ouriço caixeiro ou apanhei uma ventania desgraçada e fiquei assim, não tem mais roupa no armário que a mulher, não demora horas a arranjar-se, não pinta as unhas (tenham santa paciência!), não usa brincos (blargh!) e não anda com calças tão justas, tão justas que mal se consegue sentar. E não me venham com a conversa do metrosexual porque com estes apetrechos todos ocorrem inúmeros conceitos menos esse. Os homens estão a ficar cada vez mais femininos, e para mim, estão a perder a graça toda.
Lamento, eu sou da velha guarda.
*Abro uma excepção ao actor brasileiro, aquele que faz de galã (!?)o Tony Ramos. Aquilo não tem ponta por onde se pegue...
Homem que é homem não se depila*, era o que me faltava agora que o meu marido andasse a usar as minhas bandas de cera Veet (!!!), não usa gel e faz aqueles “penteados” assustadores do tipo ouriço caixeiro ou apanhei uma ventania desgraçada e fiquei assim, não tem mais roupa no armário que a mulher, não demora horas a arranjar-se, não pinta as unhas (tenham santa paciência!), não usa brincos (blargh!) e não anda com calças tão justas, tão justas que mal se consegue sentar. E não me venham com a conversa do metrosexual porque com estes apetrechos todos ocorrem inúmeros conceitos menos esse. Os homens estão a ficar cada vez mais femininos, e para mim, estão a perder a graça toda.
Lamento, eu sou da velha guarda.
*Abro uma excepção ao actor brasileiro, aquele que faz de galã (!?)o Tony Ramos. Aquilo não tem ponta por onde se pegue...
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Bainhas
Ainda sobre o macaco, ou jumpsuit (como dizem as fashion victims), comprei mais outro. Estou fã. A grande vantagem desta indumentária é que não é preciso fazer bainhas! Coisa que sempre “fiz” toda a vida. Todas as calças que eu tenho, todas, tiveram que ir á faca. Uma SECA!
Para além da espera, ainda tenho que escolher um par de sapatos/botas modelo que irá ser a medida para determinadas calças, por essa razão algumas só posso usar com salto e outras só posso usar com sapato raso.
Uma amiga minha que não tinha paciência para esperar pela costureira agrafava as bainhas… eu quando queria vestir muito alguma coisa nova prendia com alfinetes de dama. Qualquer das opções nada prática e eficaz. Ainda há uma versão “fita-cola” mas com a quantidade de tecido que tenho que cortar acho que este método não ia aguentar o peso.
Lembro-me que o caso mais flagrante neste capítulo foi ver uma ex- do F. com as mesmas calças que eu vestidas, a ela ficava género corsários, a mim a arrastar pelo chão, depois de ter cortado boa parte das calças...
Para além da espera, ainda tenho que escolher um par de sapatos/botas modelo que irá ser a medida para determinadas calças, por essa razão algumas só posso usar com salto e outras só posso usar com sapato raso.
Uma amiga minha que não tinha paciência para esperar pela costureira agrafava as bainhas… eu quando queria vestir muito alguma coisa nova prendia com alfinetes de dama. Qualquer das opções nada prática e eficaz. Ainda há uma versão “fita-cola” mas com a quantidade de tecido que tenho que cortar acho que este método não ia aguentar o peso.
Lembro-me que o caso mais flagrante neste capítulo foi ver uma ex- do F. com as mesmas calças que eu vestidas, a ela ficava género corsários, a mim a arrastar pelo chão, depois de ter cortado boa parte das calças...
"The Expendables"
Este filme é muito mau. Tão mau, tão mau que adormeci no fim.
Os actores são alguns dos mais conhecidos dos filmes de acção mas tudo o resto é péssimo. Não há qualquer história, anda tudo de um lado para o outro aos tiros e pronto. Nada faz sentido. O Bruce Willis e o Arnold Swarzeneger aparecem por breves minutos para dizer pouco mais que três frases. De fugir.
Os actores são alguns dos mais conhecidos dos filmes de acção mas tudo o resto é péssimo. Não há qualquer história, anda tudo de um lado para o outro aos tiros e pronto. Nada faz sentido. O Bruce Willis e o Arnold Swarzeneger aparecem por breves minutos para dizer pouco mais que três frases. De fugir.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Borlas
As perfumarias Marionnaud estão a vender alguns perfumes com 50% de desconto, e outros tantos com 20%.
Nota: Se não fosse eu o que seria de vocês!
Nota: Se não fosse eu o que seria de vocês!
Lamechices
Desde a semana passada que o Francisco começou a dizer "mamã". O que me deixou toda derretida. A avó é que é a culpada desta "habilidade". Aposto que a próxima palavra que ele vai dizer é... "santinho"! E porquê? Porque acha imensa piada à palavra, farta-se de rir, não se percebe muito bem porquê, e por isso a família por tudo e por nada diz santinho sem ninguém ter que espirrar.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Sinistro é…
estar numa perfumaria a escolher um presente, leia-se a cheirar dezenas de fragrâncias, e reconhecer o perfume de um cliente com quem estive duas vezes na vida.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Viagem no tempo
Na sexta-feira encontrei uma amiguinha da adolescência. Daquelas com quem saía à noite, ia para esplanada, programas com o grupo de amigos. Não éramos íntimas mas dávamo-nos bastante bem. Não a via desde o 12º ano. O que fazendo contas assim por alto foi há mais de dez anos, mínimo… Em menos de cinco minutos pusemos mais de uma década em dia. Quando ela disse “estavas a pensar seguir jornalismo, não era?”. Ia morrendo, não pela pergunta em si, mas porque apercebi-me que quando começamos a reencontrar amigos da adolescência é porque não estamos a caminhar para novos…
Fiquei um bocadinho deprimida.
Quis mostrar-lhe a foto do meu filho, a única que anda comigo, no visor do telemóvel, mas com os ícones da agenda, sms, calendário e afins em cima da cara do Francisco, acho que não deu para ver grande coisa. Agora já percebo porque é que os pais andam com as fotos dos filhos na carteira.
Esta coleguinha de escola desde os 15/16 anos que tinha um namorado, um pouco mais velho, ele devia ter uns 24. Adoravam-se. Ou pelo menos ela adorava-o. Muitos anos depois, descobri sem querer (preferia não ter sabido) que o tal namorado dedicado tinha também uma namorada no Porto. Sim, ao mesmo tempo. Desta vez optei por não me meter, por duas razões porque já não tínhamos qualquer tipo de intimidade e depois porque já me tinha metido numa situação bem desagradável por querer avisar uma coleguinha de carteira (outra, portanto) de uma infidelidadezita. O namorado dela tinha curtido com uma amiga minha. Também descobri esta história, por estar no sítio errado à hora errada.
É um dom que eu tenho.
Neste último caso avisei a minha coleguinha, enchi-me de coragem, e contei-lhe. Reacção dela: “Ah, está bem”. E foi-se embora. Fiquei para morrer. O namorado é que não se controla e eu é que fico mal! Achei que devia agir como gostaria que agissem comigo. Achei mal, portanto.
A miúda estava roxa de saber das traições do namorado e perdoava sempre. Para mim, pelos vistos, é que era novidade…
Em ambos os casos já nenhuma delas está com o namorado-maravilha. Uma arranjou um decente e a outra está solteira.
Fiquei um bocadinho deprimida.
Quis mostrar-lhe a foto do meu filho, a única que anda comigo, no visor do telemóvel, mas com os ícones da agenda, sms, calendário e afins em cima da cara do Francisco, acho que não deu para ver grande coisa. Agora já percebo porque é que os pais andam com as fotos dos filhos na carteira.
Esta coleguinha de escola desde os 15/16 anos que tinha um namorado, um pouco mais velho, ele devia ter uns 24. Adoravam-se. Ou pelo menos ela adorava-o. Muitos anos depois, descobri sem querer (preferia não ter sabido) que o tal namorado dedicado tinha também uma namorada no Porto. Sim, ao mesmo tempo. Desta vez optei por não me meter, por duas razões porque já não tínhamos qualquer tipo de intimidade e depois porque já me tinha metido numa situação bem desagradável por querer avisar uma coleguinha de carteira (outra, portanto) de uma infidelidadezita. O namorado dela tinha curtido com uma amiga minha. Também descobri esta história, por estar no sítio errado à hora errada.
É um dom que eu tenho.
Neste último caso avisei a minha coleguinha, enchi-me de coragem, e contei-lhe. Reacção dela: “Ah, está bem”. E foi-se embora. Fiquei para morrer. O namorado é que não se controla e eu é que fico mal! Achei que devia agir como gostaria que agissem comigo. Achei mal, portanto.
A miúda estava roxa de saber das traições do namorado e perdoava sempre. Para mim, pelos vistos, é que era novidade…
Em ambos os casos já nenhuma delas está com o namorado-maravilha. Uma arranjou um decente e a outra está solteira.
domingo, 12 de setembro de 2010
Vai uma limonada?
São desenhos animados muito fofinhos, coloridos, com um coração na ponta do nariz. E em menos de nada estão todos a sangrar, sem cabeça, com o cérebro com vista para a rua e por fim, mortos. Tudo mortes uma pior que a outra. Nunca nada corre bem, nem que seja a fazer uma limonada. A sorte é que no episódio seguinte já estão todos vivos outra vez, prontos para mais um banho de sangue… Passa na Fox.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Para variar
Pescada cozida, bacalhau cozido, bolonhesa, bifes de peru, frango no forno e lulas (tudo com muita sopa e salada). Acabaram de ler o menu completo lá de casa nos últimos três anos (desde que vivemos juntos, portanto). Salvo raras excepções (se são excepções deverão ser raras…) quando fazemos algo diferente para os convidados ou a minha mãe manda refeições já feitas… nós assumidamente não temos paciência para cozinhar e pensar em refeições diferentes. É que quando encostamos a barriga ao fogão não nos ocorre nada de diferente para fazer. Nada.
Tenho bimby mas uso quase só para doces (crumble de maça, cheesecake de frutos silvestres, mousse de limão, delicia de chocolate, bolo de chocolate, gelado de morango etc... já fiz de tudo). Tenho preguiça de olhar para o livro de receitas. Eu sei que é um sacrilégio o que estou a dizer mas é a mais pura das verdades.
Até que comecei a explorar o blog da colher de pau e estamos a começar a comer umas coisas diferentes: ontem foi dia de ovos mexidos com tomate e queijo feta, a acompanhar com bife grelhado e salada de pepino. Uma delicia. Fiquei com uma barriga do tamanho do mundo e fui a rebolar para a cama.
Recomendo.
Tenho bimby mas uso quase só para doces (crumble de maça, cheesecake de frutos silvestres, mousse de limão, delicia de chocolate, bolo de chocolate, gelado de morango etc... já fiz de tudo). Tenho preguiça de olhar para o livro de receitas. Eu sei que é um sacrilégio o que estou a dizer mas é a mais pura das verdades.
Até que comecei a explorar o blog da colher de pau e estamos a começar a comer umas coisas diferentes: ontem foi dia de ovos mexidos com tomate e queijo feta, a acompanhar com bife grelhado e salada de pepino. Uma delicia. Fiquei com uma barriga do tamanho do mundo e fui a rebolar para a cama.
Recomendo.
Bitaite #1 (castigo)
Depois do último post que escrevi, a pessoa visada (que não sabe sequer que este blog existe) convidou a família F. para ir passar o fim-de-semana ao Algarve.
Nada a acrescentar.
Nada a acrescentar.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Bitaite #1
O prémio para o comentário/pergunta mais simpático que já recebi até hoje, desde que sou mãe, vai para:
“É impressão minha ou o Francisco anda com o mesmo par de meias há uma semana?”
“É impressão minha ou o Francisco anda com o mesmo par de meias há uma semana?”
Elogios
Nunca soube reagir aos elogios. Se alguém diz “adoro o teu vestido ou que brincos tão giros” a minha resposta típica é “comprei na loja XYZ ou ah! já usei isto muitas vezes…”. Com o Francisco não dá para dizer “trouxe do Hospital de Santa Maria”. Bem, não é mentira nenhuma mas acho que a resposta não seria a mais adequada… Claro que não me custa nada dizer obrigada mas fico sempre sem graça.
O prémio para o melhor elogio vai para a Filipa. Quando ela diz “não é péssimo” não nos está a insultar mas a dar um grande elogio. Este comentário só me dá vontade de rir…
O prémio para o melhor elogio vai para a Filipa. Quando ela diz “não é péssimo” não nos está a insultar mas a dar um grande elogio. Este comentário só me dá vontade de rir…
Mães
Se eu dissesse à minha mãe: “Mãe tenho um extra-terrestre cá em casa”. A minha mãe reagiria assim: “Então e tens jantar suficiente para o senhor? O que é que vais fazer?”
Se o F. dissesse à mãe dele: “Mãe tenho um extra-terrestre cá em casa” A mãe dele diria: “Está bem, beijinhos até amanhã”.
Esta conversa toda porque o F. ligou para a mãe a perguntar se o bouquet que apanhámos no casamento da Joana estava no porta-bagagens do carro, dizendo que era dele, e a mãe limitou-se a procurar e a ligar de volta a dizer que não tinha encontrado nada. Zero de curiosidade para saber a que propósito é que o bouquet tinha ido parar às mãos do filho.
Se o F. dissesse à mãe dele: “Mãe tenho um extra-terrestre cá em casa” A mãe dele diria: “Está bem, beijinhos até amanhã”.
Esta conversa toda porque o F. ligou para a mãe a perguntar se o bouquet que apanhámos no casamento da Joana estava no porta-bagagens do carro, dizendo que era dele, e a mãe limitou-se a procurar e a ligar de volta a dizer que não tinha encontrado nada. Zero de curiosidade para saber a que propósito é que o bouquet tinha ido parar às mãos do filho.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Casa de férias
O F. há alguns meses está responsável por arrendar a casa de férias da família. Até aqui tudo bem. E então pôs a casa em vários sites estrangeiros, portugueses, divulgou no Facebook, por email para os amigos etc, etc.
Ora na semana que passou um croata (nunca acerto na nacionalidade, mas o F. que me corrija) mandou um email para o F. a dizer que estava interessado na casa. O F. responde-lhe de volta a dizer que precisa que preencha uma ficha com dados pessoais (que enviou em anexo) para que seja feita uma pré-reserva. A resposta do senhor não tardou: “sou loiro, tenho olhos azuis, 1.85m, romântico, afável….” E uma lista infindável de qualidades.
Estávamos à espera de todo o tipo de respostas menos desta! Acho que o F. não está com muita vontade de arrendar a casa de férias a este “potencial cliente”…
Ora na semana que passou um croata (nunca acerto na nacionalidade, mas o F. que me corrija) mandou um email para o F. a dizer que estava interessado na casa. O F. responde-lhe de volta a dizer que precisa que preencha uma ficha com dados pessoais (que enviou em anexo) para que seja feita uma pré-reserva. A resposta do senhor não tardou: “sou loiro, tenho olhos azuis, 1.85m, romântico, afável….” E uma lista infindável de qualidades.
Estávamos à espera de todo o tipo de respostas menos desta! Acho que o F. não está com muita vontade de arrendar a casa de férias a este “potencial cliente”…
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Vivafit ou toma lá uma aula puxada para te calares
Ontem foi dia de experimentar uma aula de Body Vive. Que é o mesmo que dizer fazer flexões, agachamentos, abdominais e outras coisas que tais acabadas em Ai!
A professora não foi para lá picar o ponto… saí da aula completamente suada, em alguns momentos dos exercícios desequilibrei-me e vi-me grega em algumas séries… No fim da aula perguntei à instrutora qual tinha sido o grau de dificuldade da aula, arrisquei um “médio?” e ela respondeu “não, um fácil…”.
A professora não foi para lá picar o ponto… saí da aula completamente suada, em alguns momentos dos exercícios desequilibrei-me e vi-me grega em algumas séries… No fim da aula perguntei à instrutora qual tinha sido o grau de dificuldade da aula, arrisquei um “médio?” e ela respondeu “não, um fácil…”.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Casamento JB
Foi de facto um casamento muito diferente. Os noivos já viviam juntos há muitos anos e já têm dois filhos. E se calhar esta versão invertida é a mais acertada, já se conhecem muito bem e têm a certeza ao que vão. E é de facto muito giro os filhos irem ao casamento dos pais.
A noiva estava mesmo muito bonita, estava um calor de derreter as pedras da calçada, nunca vi tantas crianças por m2 (segundo a Maria, 30 no total) estão a imaginar o caos, um fotógrafo e a menina do chapéu de chuva muito simpáticos, o Henrique a fazer piscinas no jardim da Quinta e o Francisco a apreciar uma formiga a andar, nós os amigos a fazer de adultos (sim, já não estávamos na mesa das crianças), o Salvador a mexer em propriedade alheia e a deitar-se no chão para dormir (bastante prático) e a mãe dele a rir à gargalhada e a não mexer sequer um dedo mindinho, música dos 80’s na pista, mãe do noivo e mãe da chefa da noiva no picanço a dançar o twist (estava a ver quando uma das mães deslocava a anca), o F. foi quem apanhou o bouquet (não, ele não estava no grupo das solteiras mas no extremo oposto para tirar foto ao momento) achei que se devia repetir, e ainda estava eu a organizar as solteiras já a noiva tinha atirado o bouquet que foi parar em cima da minha cabeça (era bastante pesado diga-se) e foi gargalhada geral. Eu, a Fil. e o Tê (voluntários à força) a dançar “I love Rock’n’Roll” aos saltos, eu e o F. iniciámos oficialmente neste casamento um “Álbum do pé descalço”. Neste evento apanhámos a mãe do Vicente e a mãe do Salvador, e já tínhamos em arquivo a madrinha do Francisco com o pé a arejar no baptizado do afilhado.
Foi muito giro e fiquei com pena de ter que sair mais cedo…
Este casamento fecha assim um ciclo nos amigos do colégio, foi o segundo e último.
A noiva estava mesmo muito bonita, estava um calor de derreter as pedras da calçada, nunca vi tantas crianças por m2 (segundo a Maria, 30 no total) estão a imaginar o caos, um fotógrafo e a menina do chapéu de chuva muito simpáticos, o Henrique a fazer piscinas no jardim da Quinta e o Francisco a apreciar uma formiga a andar, nós os amigos a fazer de adultos (sim, já não estávamos na mesa das crianças), o Salvador a mexer em propriedade alheia e a deitar-se no chão para dormir (bastante prático) e a mãe dele a rir à gargalhada e a não mexer sequer um dedo mindinho, música dos 80’s na pista, mãe do noivo e mãe da chefa da noiva no picanço a dançar o twist (estava a ver quando uma das mães deslocava a anca), o F. foi quem apanhou o bouquet (não, ele não estava no grupo das solteiras mas no extremo oposto para tirar foto ao momento) achei que se devia repetir, e ainda estava eu a organizar as solteiras já a noiva tinha atirado o bouquet que foi parar em cima da minha cabeça (era bastante pesado diga-se) e foi gargalhada geral. Eu, a Fil. e o Tê (voluntários à força) a dançar “I love Rock’n’Roll” aos saltos, eu e o F. iniciámos oficialmente neste casamento um “Álbum do pé descalço”. Neste evento apanhámos a mãe do Vicente e a mãe do Salvador, e já tínhamos em arquivo a madrinha do Francisco com o pé a arejar no baptizado do afilhado.
Foi muito giro e fiquei com pena de ter que sair mais cedo…
Este casamento fecha assim um ciclo nos amigos do colégio, foi o segundo e último.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
E por falar em memória curta...
Estava eu e o F. a falar dos presentes de anos que tínhamos que comprar ainda este ano, e no meio da conversa ele pergunta: “Quando é que a tua mãe faz anos mesmo?”. Ainda perguntei se estava a gozar mas não estava. Esqueceu-se mesmo. Como é que é possível?!
A minha resposta: “Faz anos no dia do teu filho e no meu”.
A minha resposta: “Faz anos no dia do teu filho e no meu”.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Na farmácia
Ontem, enquanto esperava na farmácia pela minha vez de ser atendida, uma criança aproximou-se de mim e do Francisco. Estava abismada com as bochechas do meu bebé. E perguntou-me se eram verdadeiras… ainda estava eu a responder que sim e o rapazinho de quatro anos já estava a beliscar cada bochecha para confirmar se era mesmo verdade. Tive que me controlar para não me rir de acto tão espontâneo.
E não satisfeito com a prova ainda perguntou se já tinha nascido com aquelas bochechas…
E não satisfeito com a prova ainda perguntou se já tinha nascido com aquelas bochechas…
Não percebo o sucesso desta pulseira do "equilíbrio"...
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Vivafit ou eu gostaria de ficar em forma só a mexer o dedo mindinho
Apesar dos avisos de quem já lá andou acabei por me inscrever neste ginásio. Apenas e só porque é perto de casa e porque o preço não é mau de todo.
Ainda é muito cedo para falar mas posso já adiantar que de facto este é um tipo de ginásio para as preguiçosas, para quem não gosta de ginasticar, para quem quer milagres…
Na aula de pilates, a professora diz para fazer três séries de determinado exercício, o que com o tempo que tínhamos dava para fazer aquela série e mais duas. À vontade. Eu continuei até a professora mandar parar a aula, a preguiçosa que estava ao meu lado perguntou logo “então não eram só três séries?”. Eu poderia fazer um comentário vil e venenoso sobre o pacote da senhora mas vou remeter-me ao silêncio…
Ainda é muito cedo para falar mas posso já adiantar que de facto este é um tipo de ginásio para as preguiçosas, para quem não gosta de ginasticar, para quem quer milagres…
Na aula de pilates, a professora diz para fazer três séries de determinado exercício, o que com o tempo que tínhamos dava para fazer aquela série e mais duas. À vontade. Eu continuei até a professora mandar parar a aula, a preguiçosa que estava ao meu lado perguntou logo “então não eram só três séries?”. Eu poderia fazer um comentário vil e venenoso sobre o pacote da senhora mas vou remeter-me ao silêncio…
Crocodilo com sotaque português
“Um dos logótipos mais emblemáticos (…), o crocodilo da Lacoste, está agora à responsabilidade de Felipe Oliveira Baptista, o designer português acaba de ser apontado como novo director criativo da marca (…).
Filipe (…) assinará a sua primeira colecção Lacoste no Verão de 2012. A marca pretende avançar com uma nova estratégia de posicionamento no mercado com o objectivo de fazer subir as vendas na internet e em mercados emergentes, ao mesmo tempo que espera recuperar quota no mercado norte-americano.”
in MP
Filipe (…) assinará a sua primeira colecção Lacoste no Verão de 2012. A marca pretende avançar com uma nova estratégia de posicionamento no mercado com o objectivo de fazer subir as vendas na internet e em mercados emergentes, ao mesmo tempo que espera recuperar quota no mercado norte-americano.”
in MP
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Small talk
Primeiro foi com o cão. As pessoas metiam conversa para saber o nome, a raça, a idade, para fazer uma festinha, para o filho fazer uma festinha, para dizer que também tinham um igual em casa, para debater os custos de “manutenção” etc… etc… E o F. sempre detestou ter que fazer conversa. Era eu que dava “trela”.
Agora com o Francisco parece que temos íman. A criança só falta dar autógrafos. E as perguntas também não mudam muito. E o F. continua com a mesma paciência de sempre. Nenhuma. E tudo o que diz sai a ferros.
Esta introdução para o post que segue.
Rodrigo, o insistente
Na praia, este fim-de-semana, uma criança que estava ao nosso lado fixou-se no Francisco. Falou com ele, perguntou-lhe o nome, fez-lhe bolos na areia, tentou convencê-lo a ir para a beira-mar. Isto tudo em versão monólogo, porque o Francisco só se ria, e mantinha-se sentado a curtir a sua piscina portátil.
E a criança que devia ter uns 4, 5 anos, era insistente. Muito mesmo. Tive que fazer de intérprete, traduzindo, ser desmancha-prazeres e dizer que os parcos 10 meses do Francisco não lhe permitiam andar nessas vidas. No meio de tanta conversa, o F. viu-se obrigado a perguntar o nome, que já sabia, mas só para dizer que tinha perguntado qualquer coisa...
O Rodrigo não desanimou, e colou-se literalmente a um grupo de crescidos desconhecidos, deviam ter uns 40 anos, que estavam a jogar à bola. E que se viram obrigados a levar com um novo membro da equipa. O miúdo tinha muita lata.
E os pais? Os pais estavam a curtir o tempo livre graças às baby-sitters improvisadas.
Nota: Neste dia perguntaram mais uma vez se o Francisco era menino ou menina... Está decidido vou comprar-lhe um bikini! Ao menos que tenha a fama e o proveito.
Agora com o Francisco parece que temos íman. A criança só falta dar autógrafos. E as perguntas também não mudam muito. E o F. continua com a mesma paciência de sempre. Nenhuma. E tudo o que diz sai a ferros.
Esta introdução para o post que segue.
Rodrigo, o insistente
Na praia, este fim-de-semana, uma criança que estava ao nosso lado fixou-se no Francisco. Falou com ele, perguntou-lhe o nome, fez-lhe bolos na areia, tentou convencê-lo a ir para a beira-mar. Isto tudo em versão monólogo, porque o Francisco só se ria, e mantinha-se sentado a curtir a sua piscina portátil.
E a criança que devia ter uns 4, 5 anos, era insistente. Muito mesmo. Tive que fazer de intérprete, traduzindo, ser desmancha-prazeres e dizer que os parcos 10 meses do Francisco não lhe permitiam andar nessas vidas. No meio de tanta conversa, o F. viu-se obrigado a perguntar o nome, que já sabia, mas só para dizer que tinha perguntado qualquer coisa...
O Rodrigo não desanimou, e colou-se literalmente a um grupo de crescidos desconhecidos, deviam ter uns 40 anos, que estavam a jogar à bola. E que se viram obrigados a levar com um novo membro da equipa. O miúdo tinha muita lata.
E os pais? Os pais estavam a curtir o tempo livre graças às baby-sitters improvisadas.
Nota: Neste dia perguntaram mais uma vez se o Francisco era menino ou menina... Está decidido vou comprar-lhe um bikini! Ao menos que tenha a fama e o proveito.
Telefone útil
E ainda no seguimento do email anterior.
O número que a Ana descobriu, e que me deu um jeitão em pleno trânsito.
O número azul do trânsito da Rádio Capital, 808 201 914, que dá toda a informação para escaparem aos engarrafamentos. Pagam 0,08€ e um senhor muito simpático ajuda no que for preciso. Já está memorizado no meu telemóvel.
O número que a Ana descobriu, e que me deu um jeitão em pleno trânsito.
O número azul do trânsito da Rádio Capital, 808 201 914, que dá toda a informação para escaparem aos engarrafamentos. Pagam 0,08€ e um senhor muito simpático ajuda no que for preciso. Já está memorizado no meu telemóvel.
Anjo da Guarda
De vez em quando dou por mim perdida por Portugal… Não temos GPS, sinceramente acho mais piada perguntar na rua, e por vezes vamos para locais desconhecidos e esquecemo-nos de levar a morada. Enfim. Ou então estamos no meio de um trânsito absurdo, e como também não temos rádio no carro (ou melhor, temos rádio, mas não sabemos o código de segurança para ligá-lo, a única que pessoa que sabia era o avô do F.) não temos como saber o que se passa. E nestas situações ligo para a Ana, o meu anjo da guarda, que me safa sempre!
Tenho a capacidade de estar sempre no pior sítio onde poderia estar e ela está sempre no sítio certo à hora certa para me ajudar. Até rimou!
Obrigada!
Tenho a capacidade de estar sempre no pior sítio onde poderia estar e ela está sempre no sítio certo à hora certa para me ajudar. Até rimou!
Obrigada!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Macaco
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Esta é nova…
“Acho o Francisco super parecido com a madrinha” (irmã do F.)
Onde? Pergunto eu. Só se for no apelido.
Eu acho que o truque é eu dizer que sou vizinha ou prima em 5º grau do Francisco.
Onde? Pergunto eu. Só se for no apelido.
Eu acho que o truque é eu dizer que sou vizinha ou prima em 5º grau do Francisco.
Ginásio
Depois de muito procurar… em principio vou inscrever-me no ginásio perto de casa, o único, o Vivafit.
Ginásio que não preenche as minhas exigências mas se não for este… não é nenhum.
Quarta é dia da aula experimental e aproveitando a inscrição de 10€ em Agosto mergulho de cabeça num tipo de ginásio que sempre critiquei. Uma coleguinha do trabalho convenceu-me. Durante um ano fico por lá… depois logo se vê.
Este tipo de ginásio tem uma política muito agressiva:
Entra-se para perguntar algumas informações e começam logo a preencher um formulário.
Pagamentos por cheque, multibanco ou dinheiro só se pagar o ano inteiro de uma vez só. Obrigando ao débito directo, que detesto! A única forma de poder pagar mês a mês.
Para aproveitar esta promoção, inscrição só 10€, tenho que decidir no dia da aula experimental, se não já não é válida.
Temos que ficar obrigatoriamente um ano.
Apesar de tudo estou muito contente por voltar ao ginásio!
Ginásio que não preenche as minhas exigências mas se não for este… não é nenhum.
Quarta é dia da aula experimental e aproveitando a inscrição de 10€ em Agosto mergulho de cabeça num tipo de ginásio que sempre critiquei. Uma coleguinha do trabalho convenceu-me. Durante um ano fico por lá… depois logo se vê.
Este tipo de ginásio tem uma política muito agressiva:
Entra-se para perguntar algumas informações e começam logo a preencher um formulário.
Pagamentos por cheque, multibanco ou dinheiro só se pagar o ano inteiro de uma vez só. Obrigando ao débito directo, que detesto! A única forma de poder pagar mês a mês.
Para aproveitar esta promoção, inscrição só 10€, tenho que decidir no dia da aula experimental, se não já não é válida.
Temos que ficar obrigatoriamente um ano.
Apesar de tudo estou muito contente por voltar ao ginásio!
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Saldos
E para fechar a época de borlas conto-vos o que me aconteceu no primeiro dia de saldos. Estava eu no provador da Mango do Oeiras Parque (quem conhece sabe que o último tem o dobro do tamanho dos outros cubículos) e de repente só vejo uma cliente a abrir o cortinado e a perguntar se podia entrar. E eu com a roupa atravessada, digamos assim, a olhar para a mulher e a dizer-lhe “está ocupado”. Parecia-me óbvio! Ela ficou parada a olhar para mim, houve ali um compasso de espera de uns bons segundos… Não sei se a rapariga ficou a pensar que como havia tanto espaço podíamos ficar ali as duas no veste-despe.
A contra-gosto saiu.
Só atraio gente lerda. Ou então sou mesmo muito antiquada… deve ser o último grito no estrangeiro partilhar provadores…
A contra-gosto saiu.
Só atraio gente lerda. Ou então sou mesmo muito antiquada… deve ser o último grito no estrangeiro partilhar provadores…
Chiclet deita fora... chiclet...
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Antes que me esqueça...
O circo saiu à praia
Quando vamos à praia de manhã, em Tróia, o Francisco volta sempre para casa ao colo porque vai a dormir. Não falha. Ora neste sábado vinha eu a sair da praia “pé ante pé” para não o acordar… e entra uma trupe de palhaços pela praia adentro, mesmo.
Estava à espera de tudo menos disto… (expressão que diz muita coisa e coisa nenhuma).
A palhaça da frente vinha de megafone a anunciar a chegada de tanta animação, outros tantos atrás a fazer palhaçadas mas com o ar mais profissional deste mundo, e para terminar em grande… o último palhaço trazia uma coluna de som, transportada numas rodinhas.
Acho que não é preciso dizer que a criança acordou…
Estava à espera de tudo menos disto… (expressão que diz muita coisa e coisa nenhuma).
A palhaça da frente vinha de megafone a anunciar a chegada de tanta animação, outros tantos atrás a fazer palhaçadas mas com o ar mais profissional deste mundo, e para terminar em grande… o último palhaço trazia uma coluna de som, transportada numas rodinhas.
Acho que não é preciso dizer que a criança acordou…
Extreme
Agora que sou Extreme, nos últimos dois meses, começo a descobrir que algumas das pessoas importantes para o F. também o são. Por exemplo o afilhado e um dos grandes amigos. Adivinhem quem também poupa lá em casa?
Eu, qual Mormon, espalho a palavra e demonstro as vantagens de ter este plano tarifário da Vodafone. Eu falo cada vez mais ao telemóvel, e ao fim do mês ainda tenho dinheiro no telemóvel, o que é inédito! Andava sempre sem saldo, falava na versão rápida para gastar o menos possível, e carregava o mesmo dinheiro que carrego hoje.
Boa mudança!

Nota: Estão a imaginar-me neste look? Claro que sim, tudo para vos converter ao Extreme.
Eu, qual Mormon, espalho a palavra e demonstro as vantagens de ter este plano tarifário da Vodafone. Eu falo cada vez mais ao telemóvel, e ao fim do mês ainda tenho dinheiro no telemóvel, o que é inédito! Andava sempre sem saldo, falava na versão rápida para gastar o menos possível, e carregava o mesmo dinheiro que carrego hoje.
Boa mudança!

Nota: Estão a imaginar-me neste look? Claro que sim, tudo para vos converter ao Extreme.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
A minha mais recente aquisição
É a piscina do Francisco, Verão 2010, que o pai descobriu no El Corte Inglés. Um verdadeiro achado. Na realidade já tinha tido uma piscina este ano, a típica insuflável, mas no segundo dia ganhou um furo graças às muitas conchas partidas que fazem parte da composição da areia da praia de Tróia.
Estou super fã da nova piscina do Francisco que é super prática, leve, tem tanto espaço como as outras do costume, não fura, não é preciso insuflar e é super fashion!
Ah! Também há em rosa. Esperem... e o preço? Bom... o original é 41,30€ mas com os saldos ficou 36€, mas com uma "ajuda" preciosa da sogra... ficou a preço de amigo.

Estou super fã da nova piscina do Francisco que é super prática, leve, tem tanto espaço como as outras do costume, não fura, não é preciso insuflar e é super fashion!
Ah! Também há em rosa. Esperem... e o preço? Bom... o original é 41,30€ mas com os saldos ficou 36€, mas com uma "ajuda" preciosa da sogra... ficou a preço de amigo.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Há espaço para mais um?
Na terça-feira, 3 de Agosto, foi dia do Vasquinho nascer (segundo filho, da mãe do kiko). Já não me lembrava que os bebés eram tão pequeninos… Todo enrroladinho, cheio de soluços, e super calmo, apesar das visitas barulhentas. Chegámos a ser 9 dentro do quarto! Mãe sofre.
Começo a sentir-me em casa na CUF…
Começo a sentir-me em casa na CUF…
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Sim, eu sei que ainda faltam 5 meses
Era só para dizer que na sexta-feira passada, dia 30 de Julho, comprei os primeiros presentes de Natal, e foram logo quatro de uma vez! Gostei tanto de um que ainda andei a reconsiderar se não ficava para mim…
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Francisco-aranha
A minha sogra ofereceu uma aranha ao Francisco. Eu que sou totalmente contra as aranhas, não só pelo perigo associado mas também como diz um amigo do F. que é pediatra, porque “torna as crianças preguiçosas”.
Fiz o meu melhor sorriso, agradeci, e enfiei lá o meu filho a muito custo. E agora vou ensinar o Francisco a andar em contra-relógio para evitar que se meta naquela gingajoga. Temos até Outubro para pô-lo a andar! Altura que deixamos de ir passar os fins-de-semana em Tróia, e vemos a sogra uma vez por semana.
Fiz o meu melhor sorriso, agradeci, e enfiei lá o meu filho a muito custo. E agora vou ensinar o Francisco a andar em contra-relógio para evitar que se meta naquela gingajoga. Temos até Outubro para pô-lo a andar! Altura que deixamos de ir passar os fins-de-semana em Tróia, e vemos a sogra uma vez por semana.
Nos últimos dias
Nos últimos dias: a minha prima que acha que vai nascer a 29 de Outubro foi jantar lá a casa mais a mãe, a minha sogra ofereceu uma aranha ao Francisco, afinal (e se não houver nenhum imprevisto) vou ter 6 dias de férias (a contar com o fim-de-semana), jantámos com os pais do Kiko para nos despedirmos da barriga “Vasquinho” e tivemos a primeira festa da temporada para celebrar um ano. O sobrinho contemplado: Zé Maria.
O Francisco já tem o seu primeiro dente, e também já teve a sua primeira queda livre, eu a assistir, e a não consegui evitar…
E não chegámos atrasados a lado nenhum.
O Francisco já tem o seu primeiro dente, e também já teve a sua primeira queda livre, eu a assistir, e a não consegui evitar…
E não chegámos atrasados a lado nenhum.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Empregos, chefes e afins…
Já tive muitos empregos, e de cabeça não os consigo dizer todos.
Pausa. Vou contar.
Que me lembre estive em cinco empresas diferentes, nos últimos oito anos, e dentro de algumas delas tive cargos diferentes, e em áreas diferentes. Já sem contar os trabalhos em horário pós-laboral.
O meu percurso enriquecedor e atribulado fez-me conhecer centenas de pessoas interessantes, famosas e desconhecidas, viajar para locais que nunca iria por minha conta, conduzir automóveis espectaculares, não, ESPECTACULARES, ter chefes fantásticos (dos homens nada a apontar, algumas chefes mulheres que tive eram de fugir…). A minha vida profissional tem sido inesperada, atribulada mas muito divertida. E se voltasse atrás fazia quase, quase tudo igual.
Não me consigo imaginar a ter o mesmo emprego desde que sai da faculdade. A mesma função, o mesmo chefe, a mesma secretária, os mesmos colegas… Neste departamento da minha vida sou muito instável, farto-me a uma velocidade estonteante, e preciso de estar sempre a aprender coisas novas, de ter novos desafios.
Pausa. Vou contar.
Que me lembre estive em cinco empresas diferentes, nos últimos oito anos, e dentro de algumas delas tive cargos diferentes, e em áreas diferentes. Já sem contar os trabalhos em horário pós-laboral.
O meu percurso enriquecedor e atribulado fez-me conhecer centenas de pessoas interessantes, famosas e desconhecidas, viajar para locais que nunca iria por minha conta, conduzir automóveis espectaculares, não, ESPECTACULARES, ter chefes fantásticos (dos homens nada a apontar, algumas chefes mulheres que tive eram de fugir…). A minha vida profissional tem sido inesperada, atribulada mas muito divertida. E se voltasse atrás fazia quase, quase tudo igual.
Não me consigo imaginar a ter o mesmo emprego desde que sai da faculdade. A mesma função, o mesmo chefe, a mesma secretária, os mesmos colegas… Neste departamento da minha vida sou muito instável, farto-me a uma velocidade estonteante, e preciso de estar sempre a aprender coisas novas, de ter novos desafios.
C.C. Vasco da Gama
Nunca vi parque de estacionamento mais irritante que o do Centro Comercial Vasco da Gama. Não há maneira de não sair de lá furiosa.
Sempre que eu e o F. queremos sair do parque não conseguimos porque não encontramos a saída. Seguimos as placas que dizem “saída”, depois mais outra, e outra, e outra, e quando damos por nós voltámos à “casa de partida”. Andamos ali às voltas e voltas até enjoar… e depois sem querer, acho que é quando decidimos não seguir as indicações, encontramos a luz ao fundo do túnel.
Acho que da próxima vez vou usar o truque das migalhas para decorar o caminho…
Nota: A moda que agora todos os parques de estacionamento dos centros comerciais têm de dividir os espaços por cores, números e letras, imagens etc… etc… é uma confusão… E às tantas já não sei se estacionei na zona laranja J15 polvo ou na zona encarnada M16 peixe.
E simplificar? Não?
Sempre que eu e o F. queremos sair do parque não conseguimos porque não encontramos a saída. Seguimos as placas que dizem “saída”, depois mais outra, e outra, e outra, e quando damos por nós voltámos à “casa de partida”. Andamos ali às voltas e voltas até enjoar… e depois sem querer, acho que é quando decidimos não seguir as indicações, encontramos a luz ao fundo do túnel.
Acho que da próxima vez vou usar o truque das migalhas para decorar o caminho…
Nota: A moda que agora todos os parques de estacionamento dos centros comerciais têm de dividir os espaços por cores, números e letras, imagens etc… etc… é uma confusão… E às tantas já não sei se estacionei na zona laranja J15 polvo ou na zona encarnada M16 peixe.
E simplificar? Não?
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Lanidor
Comprei um bikini nesta loja. Usei-o pouco mais que três vezes, e começou a alargar, ao ponto de ter que puxar mais as alças, e de sair da água com “cuecas de velha” com metade da água do mar dentro das mesmas. Lindo…
Regressei à Lanidor do El Corte Inglès, onde tinha comprado, faço a minha queixa perante a responsável da marca. Reacção da senhora: “É a primeira vez que estamos a receber uma reclamação relativamente a este artigo”. Nem abri a boca, nem havia mais nada a acrescentar. Se a dita empregada me quer chamar mentirosa que deixe as entrelinhas… Ficaram com o biquíni que vai ser enviado para o departamento da marca para ser analisado. Não sei qual vai ser o veredicto, mas eu é que não vou ficar a perder.
Cenas dos próximos capítulos para breve.
Regressei à Lanidor do El Corte Inglès, onde tinha comprado, faço a minha queixa perante a responsável da marca. Reacção da senhora: “É a primeira vez que estamos a receber uma reclamação relativamente a este artigo”. Nem abri a boca, nem havia mais nada a acrescentar. Se a dita empregada me quer chamar mentirosa que deixe as entrelinhas… Ficaram com o biquíni que vai ser enviado para o departamento da marca para ser analisado. Não sei qual vai ser o veredicto, mas eu é que não vou ficar a perder.
Cenas dos próximos capítulos para breve.
terça-feira, 27 de julho de 2010
40
Sábado foi dia de ir à festa de anos do primo S. Que faz 40 mas parece ter 30.
A questão é que ele só faz anos no dia 24 de Dezembro… mas decidiu fazer uma mega festa num restaurante/bar em cima da praia em conjunto com mais 7 amigos que também fazem ou já fizeram 40 anos em 2010.
Achei a ideia genial! Fazer uma festa de anos, antes de tempo! E em Dezembro há outra!
Eram mais de 350 pessoas, uma noite fantástica, não esquecer que estávamos no Porto e que é muito raro, um óptimo ambiente e (já me esquecia) bar aberto!
Foi mesmo muito giro, eu andei a saborear champanhe várias vezes, o F. e a mana meteram-se nas caipirinhas, dancei até não aguentar os meus sapatinhos com 12 centímetros, e a meio do caminho para casa (estávamos mesmo muito perto) fui literalmente a pé para casa. Regressámos eram quase 5 da manhã pois às 8 teríamos um bebé a acordar…
A questão é que ele só faz anos no dia 24 de Dezembro… mas decidiu fazer uma mega festa num restaurante/bar em cima da praia em conjunto com mais 7 amigos que também fazem ou já fizeram 40 anos em 2010.
Achei a ideia genial! Fazer uma festa de anos, antes de tempo! E em Dezembro há outra!
Eram mais de 350 pessoas, uma noite fantástica, não esquecer que estávamos no Porto e que é muito raro, um óptimo ambiente e (já me esquecia) bar aberto!
Foi mesmo muito giro, eu andei a saborear champanhe várias vezes, o F. e a mana meteram-se nas caipirinhas, dancei até não aguentar os meus sapatinhos com 12 centímetros, e a meio do caminho para casa (estávamos mesmo muito perto) fui literalmente a pé para casa. Regressámos eram quase 5 da manhã pois às 8 teríamos um bebé a acordar…
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Make a whish
E assim de repente já posso riscar o meu whish da list.
Na sexta-feira à noite foi dia de ir até ao Porto passar o fim-de-semana na companhia extra da mana. E pelo caminho fizemos um desvio para Coimbra. Estranhei, e como estava meia ensonada, perguntei ao F. se não se tinha enganado. Resposta pronta: “costumamos ir por aqui, mas normalmente nesta parte já estás a dormir”. Como à noite todos os gatos são pardos, não liguei.
Depois vejo-o a virar para um centro comercial, e perguntei o que estávamos ali a fazer, disse que tinha que ir comprar uma capa para a piscina da casa de férias da tia, e que tinha que ser ele porque a tia baralha-se nos caminhos. Resignada aceitei.
Fez a compra, deu o saco à mana, que ia no banco de trás, e seguimos caminho. Pouco depois do inicio da viagem, reparo que no pulso do F. está o relógio que eu queria! Não estava mesmo nada à espera.
Adorei a surpresa! Foi mesmo muito fofinho.
Nota: Fomos a Coimbra buscar o relógio porque na cor que eu queria só havia naquela loja.
Na sexta-feira à noite foi dia de ir até ao Porto passar o fim-de-semana na companhia extra da mana. E pelo caminho fizemos um desvio para Coimbra. Estranhei, e como estava meia ensonada, perguntei ao F. se não se tinha enganado. Resposta pronta: “costumamos ir por aqui, mas normalmente nesta parte já estás a dormir”. Como à noite todos os gatos são pardos, não liguei.
Depois vejo-o a virar para um centro comercial, e perguntei o que estávamos ali a fazer, disse que tinha que ir comprar uma capa para a piscina da casa de férias da tia, e que tinha que ser ele porque a tia baralha-se nos caminhos. Resignada aceitei.
Fez a compra, deu o saco à mana, que ia no banco de trás, e seguimos caminho. Pouco depois do inicio da viagem, reparo que no pulso do F. está o relógio que eu queria! Não estava mesmo nada à espera.
Adorei a surpresa! Foi mesmo muito fofinho.
Nota: Fomos a Coimbra buscar o relógio porque na cor que eu queria só havia naquela loja.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Férias
Não, este não é um post em que digo que vou de férias e só volto na próxima quinzena. É um post onde chego à brilhante conclusão que preciso de férias. De facto este ano tem sido um ano de emoções fortes em todos os sentidos. Estou cansada. Estou de rastos.
E se não paro a bem paro a mal. Esqueço-me de tudo, perco tudo, chego atrasada a todo o lado. Eu não sou assim. Perdi a mala do Francisco, a carta de condução do F. e ontem o telemóvel (que acabei por encontrar embrulhado nos lençóis da cama já passava da meia-noite e acabei por deixar uma amiga pendurada no aniversário do filho). São umas atrás das outras. Estou cansada. E há dias que acordo a pensar que nunca mais chega a hora de me ir deitar.
E se não paro a bem paro a mal. Esqueço-me de tudo, perco tudo, chego atrasada a todo o lado. Eu não sou assim. Perdi a mala do Francisco, a carta de condução do F. e ontem o telemóvel (que acabei por encontrar embrulhado nos lençóis da cama já passava da meia-noite e acabei por deixar uma amiga pendurada no aniversário do filho). São umas atrás das outras. Estou cansada. E há dias que acordo a pensar que nunca mais chega a hora de me ir deitar.
Labirinto
Fez ontem uma semana que acordei cheia de tonturas. E durante o dia todo e até à noite a coisa não melhorou. Descer e subir escadas só apoiada, ler só de cabeça levantada, andar na rua com muita calma, movimentos bruscos nem pensar. Estava também com náuseas. Fomos às urgências para saber o que se passava. Estive a soro e deram-me uns comprimidos. Passado uma hora, nada tinha mudado. As tonturas continuaram e continuam. A médica depois da primeira hipótese brilhante. Se calhar está grávida. Tentou na segunda volta uma aproximação mais directa: primeiro vai ao otorrino e, depois, se calhar a um neurologista. Poder de síntese e muito tacto.
Hoje fui ao otorrino mais conceituado de Lisboa e arredores. Respondi a mil perguntas, fiz alguns exames “rudimentares” de olhos fechados, levei com muita teoria. E o veredicto: tenho vertigem posicional paroxistica benigna ou H…. vestibular (não percebo a letra do médico).
Em suma 80% dos casos não se sabe como aparece, e supostamente irá desaparecer dentro de três semanas. No meu caso apareceu provavelmente pelo stress. Enfim tenho uma assimetria no sistema labiríntico periférico, ou traduzido para miúdos: o meu GPS anda a mandar informações certas e erradas ao mesmo tempo para o cérebro ou um lado manda as informações à velocidade do costume e o outro lado tirou férias.
Toda a gente tira férias menos eu! Até o meu labirinto!
Hoje fui ao otorrino mais conceituado de Lisboa e arredores. Respondi a mil perguntas, fiz alguns exames “rudimentares” de olhos fechados, levei com muita teoria. E o veredicto: tenho vertigem posicional paroxistica benigna ou H…. vestibular (não percebo a letra do médico).
Em suma 80% dos casos não se sabe como aparece, e supostamente irá desaparecer dentro de três semanas. No meu caso apareceu provavelmente pelo stress. Enfim tenho uma assimetria no sistema labiríntico periférico, ou traduzido para miúdos: o meu GPS anda a mandar informações certas e erradas ao mesmo tempo para o cérebro ou um lado manda as informações à velocidade do costume e o outro lado tirou férias.
Toda a gente tira férias menos eu! Até o meu labirinto!
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Ainda o polvo
O Paul polvo, enquanto for famoso, não terá que pensar sequer em comer um “dedo”. Isto de andar a brincar às bandeirinhas trás mesmo notoriedade. Até parece que um aquário em Espanha o queria comprar (não sei como é que isto ficou), o que sei é que durante a febre do Mundial as pessoas faziam fila (!?) para o ver…
Se eu fosse polvo, e com a preguiça que tenho para cozinhar e comer (os dois com o mesmo grau de intensidade) já andava a pintar quadros com os pés há muito tempo.
E por falar em pés e braços, o meu filho, não bate palmas (como os bebés normais) nem sabe o que isso é mas… meus amigos… bate os pés na perfeição, como se fossem mãos! E tenho as minhas dúvidas que alguém lhe tenha ensinado tal proeza. É um artista.
Se eu fosse polvo, e com a preguiça que tenho para cozinhar e comer (os dois com o mesmo grau de intensidade) já andava a pintar quadros com os pés há muito tempo.
E por falar em pés e braços, o meu filho, não bate palmas (como os bebés normais) nem sabe o que isso é mas… meus amigos… bate os pés na perfeição, como se fossem mãos! E tenho as minhas dúvidas que alguém lhe tenha ensinado tal proeza. É um artista.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Limpezas
Que o Pony anda num estado lastimável não é novidade… ainda por cima quando a pessoa que anda com ele é o F. Uma pequena lista: terra, pó, pêlos de cão, cocó de pombo, migalhas de bolachas, folhas das árvores que ficaram coladas ao carro, jornais velhos etc, etc. Está um nojo.
O Citröen saxo, que costuma andar civilizado, nos últimos tempos anda com os vidros todos sujos, e porquê? Porque me roubaram, sim eu disse roubaram, o depósito da água para limpar os vidros.
Que este carro era o mais fácil de assaltar do mercado, já sabia, agora que era moda roubar o dito depósito…foi uma verdadeira novidade. O nosso mecânico diz que é muito comum (!?).
O Citröen saxo, que costuma andar civilizado, nos últimos tempos anda com os vidros todos sujos, e porquê? Porque me roubaram, sim eu disse roubaram, o depósito da água para limpar os vidros.
Que este carro era o mais fácil de assaltar do mercado, já sabia, agora que era moda roubar o dito depósito…foi uma verdadeira novidade. O nosso mecânico diz que é muito comum (!?).
terça-feira, 20 de julho de 2010
Continuando a parvalheira...

Li numa revista (adoro esta deixa)que se um polvo estiver esfomeado, pode comer um dos braços.
Que prático! E que desenrascado! Estou fã do polvo.
Nota: Ao procurar na net uma imagem de um polvo, dou de caras com um homem todo nu com um polvo fresco em cima (!?). Optei por uma versão mais soft para o meu post.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
A declaração de amor portuguesa que põe o beijo de Casillas no chinelo
Nota: Esta criança vai arrepender-se tanto deste vídeo, mas tanto...
Entrevista
Não sei se já tinha dito neste Blog, mas tenho uma tendência para entrevistar todas as pessoas com que me cruzo. Talvez influenciada pelo meu curso, e antiga profissão. E a quantidade de histórias engraçadas que oiço… não é quantificável.
Ninguém me escapa, o carteiro, o taxista, o padeiro, a florista, o homem do quiosque, a empregada da Zara. Os desconhecidos são os melhores entrevistados.
Sábado, no cabeleireiro, entrevisto a manicura/ esteticista que me atende, e que diz há cada vez mais homens a cuidarem da imagem, mas que a grande parte não o assume. Por exemplo? A maioria dos homens que vão ao tal cabeleireiro, pedem para arranjar as unhas, escondidos num gabinete, que normalmente só é utilizado para a depilação.
Sim, porque macho que é macho corta as peles das unhas com os dentes, e dispara-as para a calçada portuguesa…
Ninguém me escapa, o carteiro, o taxista, o padeiro, a florista, o homem do quiosque, a empregada da Zara. Os desconhecidos são os melhores entrevistados.
Sábado, no cabeleireiro, entrevisto a manicura/ esteticista que me atende, e que diz há cada vez mais homens a cuidarem da imagem, mas que a grande parte não o assume. Por exemplo? A maioria dos homens que vão ao tal cabeleireiro, pedem para arranjar as unhas, escondidos num gabinete, que normalmente só é utilizado para a depilação.
Sim, porque macho que é macho corta as peles das unhas com os dentes, e dispara-as para a calçada portuguesa…
Casamento II
A razão do post anterior era, primeiro, para ver se tenho vergonha na cara, e segundo porque uma das pessoas mais importantes da cerimónia, a mãe da noiva, morreu quando ela tinha 14 anos, de cancro.
E fiquei a pensar como é que uma mãe/ pai se despede de um filho quando sabe que a sua vida está por um fio. Como é que se diz tudo o que há para dizer, ensinar, falar, rir, partilhar a um filho, que ainda é tão pequenino, que tem uma vida pela frente de dúvidas, conselhos, segredos…
Fiquei muito comovida quando vi uma grande amiga da mãe da noiva chorar emocionada abraçada à C., a noiva, cheia de pena de estar a viver um momento tão importante “sozinha”...
Eu acho que tentaria escrever uma carta para cada fase da vida do meu filho, a dar conselhos, a contar histórias que me tinham acontecido quando tinha a idade dele, a fazer piadas pelo meio. Tentaria estar presente nem que fosse numa versão A4 pautada.
Enfim, há coisas que é melhor nem imaginar.
E fiquei a pensar como é que uma mãe/ pai se despede de um filho quando sabe que a sua vida está por um fio. Como é que se diz tudo o que há para dizer, ensinar, falar, rir, partilhar a um filho, que ainda é tão pequenino, que tem uma vida pela frente de dúvidas, conselhos, segredos…
Fiquei muito comovida quando vi uma grande amiga da mãe da noiva chorar emocionada abraçada à C., a noiva, cheia de pena de estar a viver um momento tão importante “sozinha”...
Eu acho que tentaria escrever uma carta para cada fase da vida do meu filho, a dar conselhos, a contar histórias que me tinham acontecido quando tinha a idade dele, a fazer piadas pelo meio. Tentaria estar presente nem que fosse numa versão A4 pautada.
Enfim, há coisas que é melhor nem imaginar.
Casamento
No sábado que passou foi dia de casamento de uma amiga do F., que é mais ou menos como uma prima. A cerimónia foi na casa dos noivos, já viviam juntos antes, depois o beberete foi num espaço cheio de sol em Cascais, e a seguir a grande festa, noutro local, que para nós, a família dos F’s durou até às 23h00, já que tínhamos um bebé cansado e em picos para chegar à sua caminha.
Nota 1: Chegámos atrasados pela última vez. É uma garantia. Dos poucos lugares sentados que existiam para assistir à cerimónia, um deles a noiva reservou para mim e para o Francisco. E foi o único lugar que ficou vazio durante o “sim”. O que foi péssimo!
Nota 1: Chegámos atrasados pela última vez. É uma garantia. Dos poucos lugares sentados que existiam para assistir à cerimónia, um deles a noiva reservou para mim e para o Francisco. E foi o único lugar que ficou vazio durante o “sim”. O que foi péssimo!
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Mala verde escura II
Já na esquadra para levantar a mala perguntei ao senhor polícia se não era preciso assinar nada. Perguntei várias vezes. Mas apenas foi necessário apresentar o BI, dar os meus contactos pessoais, e fui à minha vida. Acho que tinha havido um problema no sistema, e não tinha ainda sido registado a entrada da mala na esquadra.
Nesse mesmo dia o tal polícia ligou para o meu telemóvel a pedir para voltar à esquadra para assinar um papeleco com um nome pomposo, mas disse-lhe que naquele dia já não podia ir. Prometi que iria no dia seguinte. Tive que dizer a hora e tudo! No dia seguinte esqueci-me. No outro dia, isto quarta-feira, logo pela manhã, a Família dos F’s e R a sair do elevador houve alguém a falar em alta voz*. E disse em tom de gozo para o F. grande, tu queres ver que é a polícia?
E era mesmo.
Um polícia alto e espadaúdo que estava a tocar à campainha, perguntou-me por acaso se eu não era a senhora Raquel XPTO? Disse que sim, assinei os papéis, e pelo meio ainda fiz uma piadinha se o senhor me ia levar presa. O polícia não mexeu um único músculo da cara. Que falta de graça.
O F. disse que a polícia deve ouvir esta piada todos os dias… se calhar é isso, é porque a minha piada era mesmo boa.
*leia-se aqueles walkie-talkies com que costumam andar.
Nesse mesmo dia o tal polícia ligou para o meu telemóvel a pedir para voltar à esquadra para assinar um papeleco com um nome pomposo, mas disse-lhe que naquele dia já não podia ir. Prometi que iria no dia seguinte. Tive que dizer a hora e tudo! No dia seguinte esqueci-me. No outro dia, isto quarta-feira, logo pela manhã, a Família dos F’s e R a sair do elevador houve alguém a falar em alta voz*. E disse em tom de gozo para o F. grande, tu queres ver que é a polícia?
E era mesmo.
Um polícia alto e espadaúdo que estava a tocar à campainha, perguntou-me por acaso se eu não era a senhora Raquel XPTO? Disse que sim, assinei os papéis, e pelo meio ainda fiz uma piadinha se o senhor me ia levar presa. O polícia não mexeu um único músculo da cara. Que falta de graça.
O F. disse que a polícia deve ouvir esta piada todos os dias… se calhar é isso, é porque a minha piada era mesmo boa.
*leia-se aqueles walkie-talkies com que costumam andar.
Mala verde escura
No fim-de-semana que passou deixei a mala de viagem do Francisco sabe se lá onde, e a criança passou dois dias em Tróia com a mesma roupa, intercalando com uns tops meus. Andou com uma fralda na cabeça (parecia que ia fazer limpezas), porque não tinha chapéu, e não tomou banho com gel duche nívea, porque tinha deixado na dita casa de férias alguns produtos de bebé.
A grande questão era, onde é que tinha ficado a mala? Ou em terra, leia-se em Lisboa, ou do lado mar, já em Tróia a descarregar as malas. Eu que tinha carregado a tal mala, não me lembrava sequer de a ter largado… Liguei para o posto da GNR, para o Hotel, para a equipa de seguranças que faz vigilância de Tróia, e nada.
Deixei avisos no prédio a dizer “Pede-se a quem tenha encontrado uma mala verde escura da Benetton, com roupa de bebé no interior o favor de entregar no andar XPTO”. Nesse mesmo dia, fui à esquadra da minha localidade, por descargo de consciência, e lá estava a minha malinha, com tudo lá dentro. Intacta.
Mas onde raio tinha deixado a mala?
Foi um vizinho meu que a encontrou, e estava na rua, em cima do passeio “a testar os seus limites” a ver quem é que a levava para casa… Teve azar. Voltou ao seu dono.
Se o F. estivesse ao meu lado enquanto escrevo este post, diria, é preciso ter descaramento! Agora a culpa é da mala que é uma vadia!
A grande questão era, onde é que tinha ficado a mala? Ou em terra, leia-se em Lisboa, ou do lado mar, já em Tróia a descarregar as malas. Eu que tinha carregado a tal mala, não me lembrava sequer de a ter largado… Liguei para o posto da GNR, para o Hotel, para a equipa de seguranças que faz vigilância de Tróia, e nada.
Deixei avisos no prédio a dizer “Pede-se a quem tenha encontrado uma mala verde escura da Benetton, com roupa de bebé no interior o favor de entregar no andar XPTO”. Nesse mesmo dia, fui à esquadra da minha localidade, por descargo de consciência, e lá estava a minha malinha, com tudo lá dentro. Intacta.
Mas onde raio tinha deixado a mala?
Foi um vizinho meu que a encontrou, e estava na rua, em cima do passeio “a testar os seus limites” a ver quem é que a levava para casa… Teve azar. Voltou ao seu dono.
Se o F. estivesse ao meu lado enquanto escrevo este post, diria, é preciso ter descaramento! Agora a culpa é da mala que é uma vadia!
domingo, 11 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Patriotismo da treta
Não me lembro de ter visto o primeiro jogo da Selecção, no segundo jogo marquei uma consulta, e no terceiro aproveitei para ir abastecer à bomba de gasolina do Jumbo (que costuma ter filas intermináveis e neste dia tinha meia dúzia de gatos pingados, eu incluída, e a maioria dos “gatos” eram mulheres).
Este ano não apanhei a febre do futebol, nem vibrei com um grupo de “desportistas” que foram para o Mundial coçar a micose… e serem pagos por isso.
Tive sempre coisas mais úteis para fazer.
Tenho pena, muita pena é dos outros desportistas que dão o litro, sabem o hino (!), ganham medalhas (imagine-se!) e ninguém lhes liga nenhuma…
Este ano não apanhei a febre do futebol, nem vibrei com um grupo de “desportistas” que foram para o Mundial coçar a micose… e serem pagos por isso.
Tive sempre coisas mais úteis para fazer.
Tenho pena, muita pena é dos outros desportistas que dão o litro, sabem o hino (!), ganham medalhas (imagine-se!) e ninguém lhes liga nenhuma…
quarta-feira, 7 de julho de 2010
No menu
Os bebés que vão nascer ainda em 2010 são: o Vasquinho, lá para 2 de Agosto, e a Margarida (juro que é uma rapariga) que está prevista nascer entre 27 e 29 de Outubro.
Já não vou dizer que na minha família ninguém é original e nascemos todos no mesmo dia (29 de Outubro, para quem ainda não sabe), e que a Margarida é portanto minha prima de sangue, e só para chatear não vai querer ser diferente…
Nota de pé de página: relembro que o mês de Outubro, já para não falar nos outros, tem mais 30 dias, caramba são tantos, prontos a estrear…
Já não vou dizer que na minha família ninguém é original e nascemos todos no mesmo dia (29 de Outubro, para quem ainda não sabe), e que a Margarida é portanto minha prima de sangue, e só para chatear não vai querer ser diferente…
Nota de pé de página: relembro que o mês de Outubro, já para não falar nos outros, tem mais 30 dias, caramba são tantos, prontos a estrear…
As primeiras palavras
Primeiro foi “olá”, tudo pegado, tudo de seguida. E agora é “papá”. Também tudo pegado e tudo de seguida.
O Francisco que me venha pedir favores e colinho que eu digo-lhe…
O Francisco que me venha pedir favores e colinho que eu digo-lhe…
Contar até 1000 (com palavrões pelo meio)
Continuo sem perceber porque é que os meus vizinhos do lado teimam em viver com a porta de casa aberta (esta situação agrava-se em dias de calor). Acrescento que a sala de jantar é mesmo em cima da porta, e por isso, nós temos que levar com o barulho dos talheres, da família a discutir (não sei onde é que arranjam tanto assunto para andar à estalada), ah! e claro, o rato (cão) que têm lá em casa ouve-se ainda mais. Ontem às 23h00 foi por um triz que não fomos lá “bater” à porta aberta e pedir um bocadinho de contenção…
terça-feira, 6 de julho de 2010
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