Um homem casado estava em sua casa com a amante.
Naquele dia a mulher saiu mais cedo do trabalho e foi directa para casa. Já estão mesmo a ver o que é que aconteceu...
Lamento mas não estão.
A amante entrou em pânico e decidiu fugir, não pela porta, mas por umas escadarias externas, de ferro, típicas dos prédios antigos lisboetas.
Pequeno pormenor... as escadas estavam muito danificadas, e a meio das mesmas estava uma daquelas fitas amarelas de perigo, para que não se descesse mais. A amante ignorou a dita fita e caíram as escadas e amante em cima delas. Toda a estrutura ficou por terra.
O F. a contar-me a história, e eu não estava a aguentar de tanto rir. Isto tem mais graça contado ao vivo.
Perguntei-lhe: "Então e a senhora ficou muito magoada?". Resposta: "A senhora morreu".
Moral da história? É melhor nem me perguntarem...
O que eu gostava de saber é: como é que a família da amante reagiu à notícia?
Esta mulher poder ter ajudado as criancinhas em África, pode ter doado um rim ao vizinho no Natal, podia até fazer voluntariado. O que é certo é que a sua vida ficou marcada pela sua morte... que não foi uma saída de cena muito airosa.
Um diário das minhas peripécias com o F., o Francisco, a Benedita, os amigos, a família e os estranhos. Ou como disse uma amiga minha o blog das aventuras da R. Espero que se divirtam a ler... tanto como eu a escrever.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
domingo, 23 de fevereiro de 2014
O post mais parvo de sempre (isto para não dizer outra coisa)
No Facebook, descobri que uma conhecida minha esteve grávida, quando postou o seguinte na sua wall:
"Afinal nem todos os recém-nascidos são feios" e ao lado desta frase fantástica, estava a foto do seu filho acabadinho de nascer.
Algumas considerações:
"Afinal nem todos os recém-nascidos são feios" e ao lado desta frase fantástica, estava a foto do seu filho acabadinho de nascer.
Algumas considerações:
- Foto fraquinha, no lusco fusco da maternidade, em que todos os gatos são pardos, e o miúdo, de facto, parecia engraçado.
- Fotos publicadas mais tarde, com luz e focadas (coisa complicada de se fazer!) o puto não revelava assim tanta beleza (este é o meu máximo de diplomacia).
- Para quem acabou de ser mãe, já mostra um jeito especial para achincalhar os filhos dos outros, a coisa promete. E quem teve a sorte (!?) de receber a visita desta dita mãe, quando o(s) seu(s) filho(s) nasceram, ficam na dúvida se tal elogio é para a sua cria.
- Fiz um esforço hercúleo para não lhe dar uma resposta à altura. E optei por não escrever/ dizer nada porque vontade não me faltou. Contentei-me em fazer um churrilho de piadas na companhia do F., que também andou no despique da parvalheira, e ainda nos rimos à conta da frase mais parvinha dos últimos tempos.
- Há gente muito desagradável...
- Um momento que era para ser fofinho, tornou-se num crítica aos filhos dos outros...
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Trabalho a mais...
Sabes que andas com trabalho até à medula quando... estás a falar com o teu marido e dizes:" Bolas! Esqueci-me do meu telemóvel no escritório, agora também já não volto atrás!"
E só reparas que estás com o próprio do telemóvel na mão, quando desligas a chamada.
De repente, no meu local de trabalho adjudicaram não sei quantos projectos (clientes importantes), e todos para irem para a gráfica ao mesmo tempo. Pois claro! As minhas duas últimas semanas passaram a voar.
Estou de rastos e a sonhar com umas hipotéticas férias na Páscoa (que não sei, se as vou ter, porque se calhar vão adjudicar outro projecto que calha mesmo nesta altura).
E só reparas que estás com o próprio do telemóvel na mão, quando desligas a chamada.
De repente, no meu local de trabalho adjudicaram não sei quantos projectos (clientes importantes), e todos para irem para a gráfica ao mesmo tempo. Pois claro! As minhas duas últimas semanas passaram a voar.
Estou de rastos e a sonhar com umas hipotéticas férias na Páscoa (que não sei, se as vou ter, porque se calhar vão adjudicar outro projecto que calha mesmo nesta altura).
sábado, 15 de fevereiro de 2014
"A melhor oferta" - O filme para ver esta semana
Ora aqui está mais um bom filme para ver.
Para quem tiver TvCine 1 poderá ver hoje.
Um filme com uma história diferente... Um mestre leiloeiro torna-se obcecado com uma herdeira extremamente agorafóbica que colecciona obras de arte.
O actor principal é Geoffrey Rush. E mais não digo.
O último a ver este filme é um ovo podre.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
O post que resume o meu filho
Como sabem os desenhos animados agora são muito proativos...
O meu filho a ver a Casa do Mickey Mouse.
O Mickey: "(...) Ah! Temos que contar todas as maçãs que estão na árvore! Ajudas-me a contá-las?", Pausa.
Francisco: "Não".
Mickey: "Boa! Vamos começar... "
Francisco: "Eu disse que não!" (E disse isto com um ar "qual é a parte que não estás a perceber?").
Quando o meu filho chegar à adolescência procuro voluntários para o receber... por tempo indeterminado.
O meu filho a ver a Casa do Mickey Mouse.
O Mickey: "(...) Ah! Temos que contar todas as maçãs que estão na árvore! Ajudas-me a contá-las?", Pausa.
Francisco: "Não".
Mickey: "Boa! Vamos começar... "
Francisco: "Eu disse que não!" (E disse isto com um ar "qual é a parte que não estás a perceber?").
Quando o meu filho chegar à adolescência procuro voluntários para o receber... por tempo indeterminado.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos!
Este filme é genial! Poucos actores, zero de efeitos especiais, diálogos muito bem escritos. Tudo se passa dentro de uma casa, num jantar que supostamente ia ser muito banal... O futuro pai revela o nome do bebé que está para nascer...e a coisa não corre muito bem.
Para rir muito. E ficar com pena porque o filme já acabou
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Fechados em casa é que eles (os filhos) estão seguros...
Um domingo à tarde pacífico, família cá em casa para beber chá e comer bolos... Tudo normal.
O Francisco, a andar no corredor, cai do nada, tropeça em si próprio, cai mal e abre a cabeça.
Pausa.
Lembro-me de perguntar a uma amiga, quando o filho partiu a cabeça, como é que ela sabia?
Foi fácil, o Francisco tinha um buraco enorme na testa, e deitava bastante sangue. Não é mesmo preciso ser licenciado em medicina.
Eu a pôr betadine "lá para dentro", o Francisco a chorar, e eu a mentir-lhe com todos os dentes, a dizer-lhe que já tinha passado, que não era nada... Dizia-o de forma muito credível, corriam-me as lágrimas.
O F. e o padrinho levaram o Francisco para as urgências. Eu fiquei em casa com a Beni e a restante família. A Beni viu o mano a chorar e ficou a chorar também. E esteve o tempo todo a perguntar pelo kiko.
Estava a fazer-me confusão o meu filho estar no hospital, e eu em casa. Pouco depois fui lá ter. Quando entrei no corredor das pequenas cirurgias, a primeira coisa que ouvi foi o Francisco a chorar/ gritar. Fiquei desorientada. De onde é que vinha o som? O corredor tinha tantas portas. Perguntei a uma auxiliar que me indicou a porta. Pedi para perguntar se me deixavam entrar a mãe. Não deixaram, porque a sala já estava com demasiadas pessoas.
E então, enquanto o meu filho era cosido, eu estava no corredor a ouvi-lo chorar e a gritar "eu quero sair daqui". Um momento inesquecível.
Séculos depois saiu. Levou 5 pontos. E estava com um ar de quem tinha acabado de ter sido torturado.
Enfim, depois fomos para casa e lanchamos todos à mesa, como se nada tivesse acontecido.
O Francisco, a andar no corredor, cai do nada, tropeça em si próprio, cai mal e abre a cabeça.
Pausa.
Lembro-me de perguntar a uma amiga, quando o filho partiu a cabeça, como é que ela sabia?
Foi fácil, o Francisco tinha um buraco enorme na testa, e deitava bastante sangue. Não é mesmo preciso ser licenciado em medicina.
Eu a pôr betadine "lá para dentro", o Francisco a chorar, e eu a mentir-lhe com todos os dentes, a dizer-lhe que já tinha passado, que não era nada... Dizia-o de forma muito credível, corriam-me as lágrimas.
O F. e o padrinho levaram o Francisco para as urgências. Eu fiquei em casa com a Beni e a restante família. A Beni viu o mano a chorar e ficou a chorar também. E esteve o tempo todo a perguntar pelo kiko.
Estava a fazer-me confusão o meu filho estar no hospital, e eu em casa. Pouco depois fui lá ter. Quando entrei no corredor das pequenas cirurgias, a primeira coisa que ouvi foi o Francisco a chorar/ gritar. Fiquei desorientada. De onde é que vinha o som? O corredor tinha tantas portas. Perguntei a uma auxiliar que me indicou a porta. Pedi para perguntar se me deixavam entrar a mãe. Não deixaram, porque a sala já estava com demasiadas pessoas.
E então, enquanto o meu filho era cosido, eu estava no corredor a ouvi-lo chorar e a gritar "eu quero sair daqui". Um momento inesquecível.
Séculos depois saiu. Levou 5 pontos. E estava com um ar de quem tinha acabado de ter sido torturado.
Enfim, depois fomos para casa e lanchamos todos à mesa, como se nada tivesse acontecido.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Nigella põe-te a pau...
Sempre gostei de fazer doces. Nada de novo.
Ultimamente, intensificou-se. No último mês fiz: Sericaia, Mousse Tiramisú, Doce P'ra lá de bom, Bolo Paraíso (de amêndoa), Mousse de limão, Tarte de Pastel de Nata, Bolo mármore, Bolo de laranja, Cheesecake de morango, Pão-de-Ló...
Foi a solução que arranjei para afastar maus pensamentos, não vai a bem, vai com açúcar.
Adeusinho, vou só ali comer bolo de laranja acabado de sair do forno.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Ano novo, tudo na mesma
A caminho do carro, num parque de estacionamento, em frente à casa dos meus sogros, vou de mão dada com a Beni, que vai agarrada ao seu bebé (nº 5001*). Antes de atravessarmos o parque, esperámos que um Mercedes XXL passasse. Mas o carro decidiu parar à nossa frente. A condutora abriu o vidro (e pensei que fosse pedir uma informação qualquer...) e virou-se para a Beni e perguntou: "Dás-me a tua boneca?".
A minha filha em silêncio absoluto. Respondi que não ia ser possível... E a senhora condutora continuava a babar para cima da minha filha e dizia coisas como:" Que amor, agarrada ao seu bebé. Que quadro tão enternecedor, a filha de mão dada com a mãe... este momento merecia uma fotografia...". "Horas depois" a senhora lá nos desejou felicidades e foi à sua vida.
A Benedita não abriu nunca a boca, não estava a perceber porque é que uma desconhecida estava a falar connosco. Enfim, lá estive eu na converseta com mais um estranho...
* A minha filha recebeu tantos bebés no Natal, que tive que os redistribuir também pela casa das avós. Um exagero.
A minha filha em silêncio absoluto. Respondi que não ia ser possível... E a senhora condutora continuava a babar para cima da minha filha e dizia coisas como:" Que amor, agarrada ao seu bebé. Que quadro tão enternecedor, a filha de mão dada com a mãe... este momento merecia uma fotografia...". "Horas depois" a senhora lá nos desejou felicidades e foi à sua vida.
A Benedita não abriu nunca a boca, não estava a perceber porque é que uma desconhecida estava a falar connosco. Enfim, lá estive eu na converseta com mais um estranho...
* A minha filha recebeu tantos bebés no Natal, que tive que os redistribuir também pela casa das avós. Um exagero.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
A 1ª boa compra de 2014
Passámos na Area, só para dar uma vista de olhos, e saímos de lá com um tapete LINDO de 1.70 x 2.40 m para o quarto da criançada. Custava 250€ e pagámos 45€. Foi uma óptima compra! E os miúdos aprovaram.
Aconselho vivamente a irem a esta loja de decoração, tem muitas coisas para a casa giras que se farta, e os saldos compensam muito.
Aconselho vivamente a irem a esta loja de decoração, tem muitas coisas para a casa giras que se farta, e os saldos compensam muito.
domingo, 12 de janeiro de 2014
2013
Foi o pior ano de sempre para mim.
Mas... também teve coisas boas, cá vai:
- A minha cunhada ficou grávida outra vez, desta vez é uma menina, a Isabel.
- A Benedita começou a andar, e é tão engraçada.
- Foi o ano do baptizado da Benedita, do afilhado Diogo e da prima do Porto, Inês.
- O Francisco largou a chucha à força.
- Tive umas férias de Verão grandes, e bem que estava a precisar.
- Nasceu o Mateus, e nem preciso de dizer mais nada.
- O mês de Dezembro foi celebrado ao máximo, com festividades a toda a hora e todo o minuto.
Confesso que estou a morrer de medo com o novo ano... acho que o meu optimismo ficou em 2013.
Ah! Bom ano!
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Sempre tive a sorte de dormir lindamente, assim que me deitava adormecia ferrada e só acordava no dia seguinte. Até que chegou a pandemia......
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