sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Quando as pessoas perdem a noção

A necessidade que as pessoas têm de partilhar tudo no Facebook e Instagram torna-se às vezes ridículo. E há pouco tempo estava a falar disso com um colega de trabalho, a ironizar que estava cada vez mais na moda ir ajudar os pobrezinhos para África. Isto porque em Portugal não dá tantos likes. E fotografar muito. Muito mesmo. E encher tudo de ####. Não se aguenta.

E nem de propósito descobri por acaso uma página no instagram que retrata na perfeição o que eu quero dizer, a conta chama-se barbiesavior. E a ironia das fotos é genial, e os #s não ficam atrás.






Today I sacrificed my daily beauty regimen (using my Rodant in Heels™️ product line) to visit the local “hospital” (if you can even call it that!) to love on and care for all of my sweet African angels. It provided me the perfect opportunity to snap some selfies with the less fortunate, even with poor lighting. One of the greatest lessons I’ve learned over the years is taking selfies in Africa is NOT for the faint of heart...it’s an art form. One I have perfected, along with my super toned thighs. There is a social media guide floating around for people who try to volunteer just like me, so I’m glad there is now something out there to help you all learn how to be more like me! #exceptnot#dontbeaB #readtheguide#hateuscuztheyaintus#pagingdoctormcsavior #selfiesquats#mypaindoesntcomparetohers#butjusttobeclearimstillsuffering4jesus#icanbeyoursaviorbaby#icanselfieawaythepain #asavioraday#keepsthegeniusaway#jerrycansoverbedpans#operationbarbiesavior #codepink#praythreehailmarysandcallmeinthemorning #gunnagetcheckedoutwhileimhere#itstartedtoitch #challengethestereotypes#radiaid #rustyradiator 
All jokes aside, we are thrilled to have worked with our friends at Radi-Aid on our social media guide. Link in profile. Don’t be a B.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

O melhor presente de Natal (dependendo da perspectiva)

Este ano decidi inovar e para a minha amiga oculta ofereci um calendário dos bombeiros de Setúbal. Foi só assim a ideia mais genial. Encomendado online e entregue no escritório. Mas lá por casa ficámos com a nítida sensação que quem o recebeu não achou assim tanta graça...

Uma pessoa pensa que se benze e parte o nariz...
Em baixo duas imagens do calendário de 2018. Quem não queria ser tratada por este bombeiro que atire a primeira pedra ou a primeira acendalha!

Nota: E ainda por cima ajuda a unidade de queimados pediátrica! Quem ainda não comprou que o faça, já!






quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Presente de Natal surpresa (só que não)

Na semana passada lá fui eu aproveitar uma mega promoção na Sacoor e comprei 2 camisas para o Filipe, tal como me tinha pedido. Para variar pediu roupa para fazer pandan com o novo trabalho. E pronto ainda comprei mais uma coisa e ficou tudo tratado.

Dias depois, o meu marido diz-me "Quando fores às compras para mim não dês o meu número de telemóvel. É que recebi um sms a agradecer-me por fazer compras na Sacoor".

E é isto. Lá se foi a minha pseudo-surpresa.
Aprendam com os meus erros.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Anúncios de Natal

Aqui vai um anúncio que não vai passar na nossa televisão mas tem o Paddington!
Uma personagem muito querida lá por casa. Amanhã já temos programa, vamos levar os miúdos ver o Paddington 2 ao cinema! Uma excitação pegada.

Nota: Adoro anúncios mas os de Natal são imbatíveis. Andam vocês a fugir à publicidade e levam com ela aqui.





E mais este que apareceu no meu instagram. E que também é fofinho. Laços ao poder!

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Ninguém nos segura

Quando o teu marido recebe uma carta da seguradora do carro a dizer que não querem renovar o contrato com ele. Não fazia ideia que era possível mas pelo visto é. Lá em casa somos muito inovadores.
Agora imaginem a quantidade de vezes que já bateu com o carro... confesso que já perdi a conta ao nº de acidentes que teve. Não faço ideia, teria de ir aos confins da minha memória.

Bom, lá vamos nós mudar de seguradora outra vez.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Quem espera sempre alcança

Quando "esperas" por uma coisa durante 1 ano e meio e ela começa hoje. Isso merece uma música.



Isto com a idade começo a testar os meus limites de paciência, que sempre foram muito pequeninos. Minúsculos. Eram pelo visto.

Boa semana malta!

domingo, 3 de dezembro de 2017

A minha alma gémea em decoração

Descobri no Instagram uma Ashley Stark que decora casas como ninguém. E eu vivia em todas num piscar de olhos. É que parece que me lê os pensamentos. Ora vejam.














sábado, 2 de dezembro de 2017

Somos todos muito chiques

Allumettes, aumonière, chouquette, dacquoise, pregado, carré, sacher, clafouti de griottes. Perceberam alguma coisa? Eu muito pouco mas cá por casa esta vai passar a ser linguagem corrente, já que o patriarca vai trabalhar para o mundo de hotelaria. É desta vez que os meus filhos vão começar a falar francês e a comer allumettes.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Extremos

E enquanto uma amiga escreve no seu blog que por ela tinha 2 pares de calças e 1 de cuecas (interpretação livre) eu só tenho vontade de comprar roupa nova. Acho mesmo que no país dos subsídios, deveríamos acrescentar o de roupa nova uma vez por mês. Faz bem ao ego.

E podíamos dizer que sou daquele tipo de pessoas que só tem vontade de comprar um tipo de roupa, por exemplo, macacões (acabei de encomendar um online, e recebi um novo nos anos) mas não. Tenho vontade de comprar tudo: macacões, vestidos, calças, carteiras, brincos, camisas, fios, camisolas, anéis, perfumes, relógios... you name it.

E como o orçamento não dá para tudo. Tenho que tomar decisões complicadas. Ás vezes dou por mim em dificuldade, quase como se me perguntassem "gostas mais da mãe ou do pai?". E lá escolho a ferros. O engraçado é que nunca me passa pela cabeça "estou mesmo a precisar disto" porque a realidade é que não estou. Compro porque gosto. Alguém tem que dar emprego à malta da Inditex, da Mango, da Uterque, da Bimba y Lola, Lanidor...

Sou uma benemérita.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Sou a melhor pessoa a contar péssimas novidades

Tenho uma qualidade... que é guardar tudo para mim. E assim fico até não aguentar mais ou não dar mais para esconder (normalmente é a 2ª hipótese). Que foi o que aconteceu com a minha doença crónica. Andei mais ou menos meio ano a "passar as passas do Algarve" (adoro esta expressão) e ninguém deu por nada. A única pessoa que sabia era o meu marido. Tratamentos atrás de tratamentos até que fui internada e aí já não deu para esconder mais. Imaginem o choque que foi para os meus pais, família e amigos.
Num dia está tudo bem e no outro fico internada no hospital 15 dias. Agora imaginem a chatice que foi eu ter que contar... Aos meus pais contou o Filipe.

E como este ano tem sido frutuoso em coisas boas (estou a ser irónica) um belo dia combinei um almoço com uma amiga e contei-lhe tudo de uma vez. Em catadupa. A cara dela foi priceless. Não houve lágrimas só gargalhadas porque nunca tive muito saco para drama ou pessoas sérias.
Quando acabei "o bombardeamento" terminei com "tirando isto, está tudo bem". O almoço acabou à gargalhada. E eu tirei um peso de cima e passei uma tonelada para os ombros de uma amiga.

Agora, de cada vez que falo com a minha grupeta aviso logo que tenho uma má notícia. Que é para não acharem que vem lá coisa boa. E digo sem paninhos quentes. Eu acho que elas tremem de cada vez que sou eu a telefonar...
Ontem ao telefone com uma amiga fiz uma piada que me deixou a pensar... pela sequência lógica das coisas, e tendo em conta um denominador comum em toda esta tragédia grega que é o meu marido... eu sou a próxima na lista.

Vamos lá ver se a minha previsão fatalista se realiza.
Cenas dos próximos capítulos para breve.


Enjoy yourself

Adoro este anúncio. E de cada vez que passa na televisão lá de casa, os miúdos vão a correr para a sala e começam a dançar. O anúncio acaba, param e vão à vida deles como se nada fosse.

A pancada (forte) que os meus filhos têm para dançar não se explica. Tenho vídeos do meu filho a curtir à séria e a dançar como se não houvesse amanhã.

E antes que perguntem, temos zero bailarinos na família.

Sono, onde estás tu?

Sempre tive a sorte de dormir lindamente, assim que me deitava adormecia ferrada e só acordava no dia seguinte. Até que chegou a pandemia......