segunda-feira, 30 de junho de 2008

Tróia

E finalmente tivemos o nosso primeiro fim-de-semana em Tróia. Aleluia. Praia a perder de vista, muito espaço sem ninguém por perto, o sol e a água fantásticos.
A localidade continua toda em obras (um verdadeiro estaleiro) mas já dá para circular (minimamente). Ainda não consigo imaginar como é que aquilo vai ficar quando tudo tiver terminado (supostamente em Setembro). Vai passar do extremo de “localidade abandonada” a localidade com: Casino, Marina, piscina, café na praia, parque infantil, centro comercial (ideia que não me agrada, e que tira a graça toda ao local), parque, e mais coisas que me devo estar a esquecer.
Verdade seja dita que está a ficar tudo fantástico, muito integrado na paisagem, muitas estruturas de madeira, o parque de estacionamento longe da vista e espaços que dão prioridade aos peões. Ah! E estão a fazer uma ciclovia ao longo da estrada que vai em direcção ao SolTróia. Vou estranhar tanto movimento, tanto barulho e tantas pessoas mas acho que vou gostar.
Estou cheia de curiosidade para ver como vai ficar.

Mais alguém?

E parece que vai começar a criar-se o hábito de ir à praia na sexta à tarde. Quando parecia que só iam as suspeitas do costume, eis se não quando começam a cair amigos e primos das árvores… e assim feitas as contas éramos ao todo 7, e ás vezes quando um primo da M. aparecia, o grupo ficava com 8 elementos.
Até a Graça dos bolos apareceu!

O Regresso da M

A M. veio de Paris fazer não sei o quê, e combinámos um jantar, para estarmos todos juntos. Para alguns foi também a oportunidade de conhecer a casa nova da JC (muito gira, e temos que dizer que teve muita sorte com o dono anterior, que bom gosto não lhe faltava). A casa tem uma vista sobre a cidade de Lisboa… espectacular.
Estávamos todos menos a C. (o que começa a ser recorrente), foi muito divertido o jantar, vinho a faltar, mas mesmo assim pessoas a irem tontas para casa… Isto é o que dá alinhar no “Jogo do Nunca” e ter que beber. Uma das frases da noite foi: “Ó ___ não me digas que não vais beber (em quase todas as perguntas)”. E por outro lado tínhamos alguém a tentar suavizar o jogo do tipo “Eu nunca bebi” e vinha logo alguém e acrescentava “Eu nunca fiz sexo todo bêbado”.
Foi um jantar de rir e beber por mais…

Nota: No jantar de Terça se calhar é aconselhável toda a gente levar uma garrafa de vinho, para ver se chega…

Nota2: C. tens que ir! Estás a ver se fazes concorrência à A.?

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Rchhh “e agora as melhores dicas de emagrecimento…”rchhh” “eu acho que o Schweinsteiger devia usar equipamento azul” rchhh “estudo revela que os portu

À quinta e sexta-feira entro às 9h00, o que para mim é um problema, não só porque tenho que fazer tudo mais cedo, mas também porque não dá nada de jeito na rádio.
Nos outros dias que entro às 9h30 vou a ouvir a crónica do Bruno Nogueira na TSF, a ouvir as notícias e pronto cheguei ao trabalho.
Mas se entro às 9h00, o caso muda de figura, levo com a Bárbara Guimarães a comentar o Euro na TSF (que me deixa perturbada), e depois nas outras rádios é só conversa de encher chouriços, na rádio capital levo sempre com o anúncio de emagrecimento, e lá vou eu a carregar em todos os botões até aparecer música (quando aparece). É aflitivo.
Ás vezes já estou a estacionar e não ouvi nada, de nada. Dá-me vontade de rir a minha corrida contra o tempo para ouvir uma musiquinha, uma só.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Caixinha de surpresas

Ontem tive um furo. Fui ao carro à tarde, excepcionalmente (nunca vou) e vejo que tenho um pneu completamente em baixo. Pedi ajuda a um colega para o mudar. E enquanto ele trocou o pneu em três tempos, eu aproveitei para limpar o porta bagagens. Só para não ficar a olhar, feita parva…
E que caixinha de surpresas: catálogos da Feira do Livro de 2007 (a Feira persegue-me), papelada do trabalho do F., uma T-shirt perdida, dispositivos anti-melgas, uma câmara de filmar (?), um carregador de não sei o quê, uma barrita de cereais fora de prazo, muitas revistas e jornais velhos, marcadores de livros, uma coroa de princesa que piscava, cinco chapéus-de-chuva (parecia uma manifestação!) …
Definitivamente aquele porta-bagagens não era a minha cara! E o que é que eu fiz com aquela tralha toda? Lixo. Ficou apenas o essencial, que nos próximos dias vai recambiado para o escritório do F.
Começo a chegar à conclusão que para mim reciclar é uma terapia!

5Km

Por causa do abençoado horário de Verão, tenho menos meia hora de almoço, o que significa que já não tenho tempo para ir ao ginásio. E eu preciso de ir ao ginásio, de praticar qualquer actividade física, senão dou em maluca. Tenho energia a mais, é o problema.
E então por sorte, arranjei companhia, para fazer caminhadas no paredão de Oeiras, depois das 18h. São 5Km, ir e voltar, vamos na conversa, apanhamos sol, e eu descarrego baterias.
Tenho que conseguir ir três vezes por semana (pelo menos).

terça-feira, 24 de junho de 2008

Adorei este anúncio



E parece que está a gerar muita polémica em Inglaterra. Que falta de humor!

Nota: "A ideia a passar é que a Heinz Deli Mayo é tão autêntica que sabe como se estivesse o próprio empregado da New York Deli na cozinha do consumidor".

Horário de Verão

Na empresa onde trabalho, existe o horário de Inverno e de Verão. E o que é que muda? No horário de Verão, às sextas-feiras saímos à 13h30! O que é fantástico.
Na primeira tarde livre ainda tive que ir trabalhar para a Feira do Livro, mas na semana passada aproveitei ao máximo o tempo livre, e fui à praia com a M. e com a C. Foi muito bom, estar enterrada na areia a apanhar sol, em boa companhia. E com tanto espaço que havia, porque era dia de semana, três rapazes “instalaram-se” em cima de nós. É sina.
Antes ainda aproveitei para conhecer a casa nova da M. Gostei muito da luz natural, da localização da casa, da vista e da sala. Mentalmente arrumei e decorei a casa toda.

Estrelinho

Ontem eu e o F. estávamos a ver as fotos tiradas durante o fim-de-semana na Beira. E ficámos a morrer de saudades do Estrelinho.
Nestes dois dias ficámos a conhecer alguns dos hábitos e tiques do nosso sobrinho-lindo, demos muito colo, brincámos, tirámos fotos, o F. contou-lhe muitas histórias (nem imaginam o que a escova e a pasta de dentes andam a fazer), proporcionou uma viagem no carrinho em duas rodas (!), dançaram o hula-hoop e fartámo-nos de rir com ele. Que saudadinhas do Estrelinho.

Listas de Casamento

Ontem foi dia de ir ao El Corte Inglés tratar do “presente surpresa” da prima noiva.
Como sempre, eu e o F., acabamos por comprar os presentes de casamento nos últimos dias. E assim, quando a lista chega às nossas mãos já está tudo escolhido… e ficamos, como de costume, com o balde do gelo!
Desta vez, quem comprou o balde do gelo foi a irmã do F., e só nos restava escolher uma liquidificadora ou uma prestação de um electrodoméstico. Que falta de graça!
Primeiro o F. não sabia o que era uma liquidificadora, e eu expliquei que era uma máquina de batidos e afins. Duvidou da minha explicação, e ligou à irmã para saber o que é que a mãe deles tinha oferecido, e aproveitou e perguntou o que era aquele electrodoméstico estranho.
Estão preparados para a explicação da irmã? Aqui vai: “é uma máquina que faz vrum, vrum”. Ainda bem que a mana é uma expert na matéria!
Enfim, acabámos por oferecer a Vrum Vrum e uma prestação para o frigorífico.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

À Beira de um baptizado

No sábado tínhamos a missão de chegar à Beira às 17h30 para o baptizado do Kiko.
Eu, o F., a E. e o estrelinho fomos pela fresquinha, mais ou menos 12h30/ 13h00.
Fritámos no caminho, parámos algumas vezes, e estávamos a ficar cada vez mais stressados porque as horas passavam e nunca mais chegávamos… passámos por terras com nomes como “S. Pedro de France”, “Penso” e “Queiriga”.
Antes de ir para a igreja, ainda tivemos que ir à Residencial Pico do Meio-dia (eu não conseguiria inventar um nome melhor) para mudar de roupa. Chegámos atrasados.
Eventos formais da C., como foi também o caso do casamento, stressamos até ao último minuto, neste caso ainda era pior porque o F. ia ser um dos primeiros a ler… e estávamos parados literalmente no trânsito em Sintra. Nem para a frente, nem para trás. Ainda hoje, não sei como é que conseguimos chegar a horas, assim que nos sentámos, a noiva entrou. (Uf!).
De volta ao baptizado: a C. que já sabe como são os amigos, atrasou o começo até às 18h00, e assim chegámos todos “a tempo”. O momento mais querido foi o “pai-nosso pequenino” ensinado ao neto, em pleno altar. Muitos convidados emocionados.
Fotos e mais fotos, e jantar na Quinta do G., ainda houve tempo para um mal-entendido com um empregado, a J.C. e a J. dançarem tecno com o estrelinho, o F. dar uma miligrama de chocolate ao estrelinho, (e a mãe a ter um ataque), a M. a fazer poses catitas para a máquina fotográfica.
No dia seguinte quando estávamos a pagar a conta no Pico do Meio-dia, apareceu um GNR a perguntar o seguinte ao dono: “Por acaso não tem aqui hospedado nenhum rapaz de cor com 18 anos, com uma rapariga de 16?”, “ É que ele desapareceu com a rapariga, ontem do baile”. Ao que o dono respondeu: “Eu aqui só tenho pessoas assim (apontou para nós)”. Toda a cena era digna de Gato Fedorento.
Antes de fazer a viagem de regresso ainda almoçámos na Quinta e demos um mergulho na piscina.

Nota: A Residencial Pico do Meio-dia (que também era café e restaurante) tinha sabonetes “Patti” (e eu que achava que já não existiam!).

Nota 2: A mãe da C. é aquele tipo de pessoas que dá vontade de embrulhar e levar para casa, muito querida, muito simpática, muito atenciosa.

Sono, onde estás tu?

Sempre tive a sorte de dormir lindamente, assim que me deitava adormecia ferrada e só acordava no dia seguinte. Até que chegou a pandemia......