Depois de ter mudado de uma revista para a outra de um dia para o outro, voltei à estaca zero: iniciar a relação com os novos colegas de trabalho e com o novo chefe, aprender a especialidade da revista, tema que ainda não me é familiar…
Os próximos meses vão ser assim: aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender… A ideia base é esta.
Adoro começar do zero, de aprender novos temas, especializar-me noutras matérias, conhecer novas pessoas, ter novos contactos. O nervoso miudinho de entrar num “terreno” que não é o meu é inexplicável, é muito bom, mesmo. Sinto que ganhei umas baterias novas, estou cheia de energia, cheia de pica, arrisco-me (apesar de ainda ser muito cedo) a dizer que estou feliz.
Já só tenho mais dois desejos para 2009.
Um diário das minhas peripécias com o F., o Francisco, a Benedita, os amigos, a família e os estranhos. Ou como disse uma amiga minha o blog das aventuras da R. Espero que se divirtam a ler... tanto como eu a escrever.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Emoções fortes
O primeiro carro que conduzi, desde que estou no novo emprego, foi um Porsche 911 Targa. Sim, leram bem...
Estava a tremer, e pensei que fosse do frio, aumentei a temperatura do carro (será pecado chamar-lhe só carro?) mas afinal não, era da emoção e responsabilidade de estar ao volante de uma bomba daquelas. Que excitação.
Não andei a 300 à hora, como devem calcular, não tenho mãos para aquilo... mas foi uma emoção. Um automóvel que se conduz só com um dedo, com um poder de aceleração impressionante, confortável e com um barulho que dá muito estilo.
A cara dos homens (as mulheres nem reparavam) que me viam passar era digna de fotografia… Aquele carro é o centro das atenções.
Estava a tremer, e pensei que fosse do frio, aumentei a temperatura do carro (será pecado chamar-lhe só carro?) mas afinal não, era da emoção e responsabilidade de estar ao volante de uma bomba daquelas. Que excitação.
Não andei a 300 à hora, como devem calcular, não tenho mãos para aquilo... mas foi uma emoção. Um automóvel que se conduz só com um dedo, com um poder de aceleração impressionante, confortável e com um barulho que dá muito estilo.
A cara dos homens (as mulheres nem reparavam) que me viam passar era digna de fotografia… Aquele carro é o centro das atenções.
domingo, 14 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Desejo sórdido
Nem imaginam a vontade que tenho de perguntar à miúda (leia-se filha do vizinho, e quem passeia o cão) se o seu animal de estimação está mesmo morto. Só por curiosidade.
Algumas simulações da pergunta:
“Então como é que o teu cão tem passado?”
“E novidades?”
A minha preferida: “O teu cão já morreu ou foi de férias?”
Nota: As perguntas são curtas, e não envoltas em conversa, porque é o tempo do elevador subir do piso 0 ao 7.
Algumas simulações da pergunta:
“Então como é que o teu cão tem passado?”
“E novidades?”
A minha preferida: “O teu cão já morreu ou foi de férias?”
Nota: As perguntas são curtas, e não envoltas em conversa, porque é o tempo do elevador subir do piso 0 ao 7.
A lista que não deveria estar a fazer (versão curta)
* Já não vou acordar mais cedo porque o cão-vizinho decidiu ladrar
* Não vou precisar de todas as minhas forças para agarrar bem o Gaudí quando saímos ou vamos a entrar em casa (não imaginam o sapateado que um golden é capaz de fazer quando está irritado)
* Vou deixar de ouvir as desgarradas-dor-de-cabeça entre o meu cão e o do vizinho
* As minhas visitas não vão entrar assustadas cá em casa
* Não vou precisar de todas as minhas forças para agarrar bem o Gaudí quando saímos ou vamos a entrar em casa (não imaginam o sapateado que um golden é capaz de fazer quando está irritado)
* Vou deixar de ouvir as desgarradas-dor-de-cabeça entre o meu cão e o do vizinho
* As minhas visitas não vão entrar assustadas cá em casa
Pai-nosso que…
Acho que o cão dos vizinhos do lado morreu. Será que é pecado estar contente por isso?
É que por mais que tente, só consigo pensar nos benefícios… nem me atrevo a fazer uma lista, porque tenho medo de encontrar mais vantagens…
É que por mais que tente, só consigo pensar nos benefícios… nem me atrevo a fazer uma lista, porque tenho medo de encontrar mais vantagens…
domingo, 7 de dezembro de 2008
Ontem foi dia de me contradizer (e novidades…)
Depois de ter dito “não convém pôr a Bimby a funcionar fora de horas porque se não acordamos os vizinhos”, ontem às 23h30 lá estava eu a fazer um bolo de chocolate fora de horas. O primeiro bolo feito cá em casa, e o primeiro da máquina-maravilha.
De facto não sei se acordei os vizinhos… mas fiz o bolo de chocolate mais rápido da história! Pensei seriamente contactar o Guiness. E ficou uma maravilha. Passando aos números: bolo confeccionado em 5 minutos e 20 minutos no forno.
Não vale gozar com a forma (foi oferecida), e gosto muito dela. O meu bolo está um mimo.
Nota: O top-model pôs a folha de alface de lado e não resistiu a comer uma fatia.

De facto não sei se acordei os vizinhos… mas fiz o bolo de chocolate mais rápido da história! Pensei seriamente contactar o Guiness. E ficou uma maravilha. Passando aos números: bolo confeccionado em 5 minutos e 20 minutos no forno.
Não vale gozar com a forma (foi oferecida), e gosto muito dela. O meu bolo está um mimo.
Nota: O top-model pôs a folha de alface de lado e não resistiu a comer uma fatia.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Jantar do sapatinho
E amanhã começa mais uma temporada do “Jantar do sapatinho”. E o que é?
É um jantar que se realiza todas as sextas-feiras de Dezembro, até ao Natal, em família, e o objectivo é prolongar esta época tão especial, que só dura dois dias.
Trocam-se presentes (baratinhos/ simbólicos), come-se muitos chocolates e os jantares competem entre si, para ver quem é mais calórico.
Nunca mais é sexta-feira!
É um jantar que se realiza todas as sextas-feiras de Dezembro, até ao Natal, em família, e o objectivo é prolongar esta época tão especial, que só dura dois dias.
Trocam-se presentes (baratinhos/ simbólicos), come-se muitos chocolates e os jantares competem entre si, para ver quem é mais calórico.
Nunca mais é sexta-feira!
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Alka-seltzer, Eno, Rennie…
E na sexta-feira de manhã a minha vida ficou virada de pernas para o ar, com a novidade: depois de amanhã vou trabalhar numa nova revista, com novos colegas e novos chefes. Ainda estou a digerir a notícia.
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