Ia tendo um acidente de carro. Ia batendo no separador central da marginal. Sangue frio e segurei-me bem ao volante. Ia batendo no outro separador. Tudo controlado e muito devagarinho a conduzir até ao trabalho para normalizar os níveis de stress.
O que é que aconteceu? Pneus bem gastos e chuva. Uma receita perigosa. No fim de semana fui logo mudar os pneus. Levei o aviso muito a sério.
E o que é que aconteceu na segunda-feira seguinte (já com pneus novos no meu C3)? Bati com o carro por causa de uma distração idiota.
Nota: bati no carro de uma condutora russa. E então? A última vez que bati com o carro foi num taxista russo. Há aqui uma atração esquisita...
Um diário das minhas peripécias com o F., o Francisco, a Benedita, os amigos, a família e os estranhos. Ou como disse uma amiga minha o blog das aventuras da R. Espero que se divirtam a ler... tanto como eu a escrever.
segunda-feira, 8 de abril de 2019
domingo, 7 de abril de 2019
Coisas sobre a série Outlander
- O corte de cabelo do Jamie vai piorando a cada temporada. Não percebo a produção da série, quanto mais velha fica a personagem menos noção quando vai ao barbeiro.
- Os bebés desta série são todos lindos, mesmo. Régua e esquadro. Não sei quem faz o casting mas tem muito bom gosto.
- Das quatro temporadas, a primeira é a melhor de todas, sem dúvida.
- Em produção a 5a temporada e a 6a também já está confirmada.
- Jamie o homem que tem sempre algo querido a dizer à mulher
- A quantidade de vezes que o par romântico já se perdeu, e voltou a encontrar já perdi a conta
- A quantidade de vezes que o Jamie foi preso é digna de Guiness
- Paisagens espetaculares, cenários e guarda-roupa digno de Óscar
- Estes actores escoceses e ingleses dão 10 a 0 aos americanos. Nas calmas. Até a dormir.
sábado, 6 de abril de 2019
Maddie na Netflix
Não se falava noutra coisa, de repente toda a gente estava a ver o documentário sobre o desaparecimento da Maddie da Netflix. E eu também fui ver.
São 8 episódios que podiam perfeitamente ficar reduzidos a 4, muita chouriçada, muitos pontos de vista, muitos testemunhos (dos inspectores portugueses e estrangeiros, jornalistas portugueses e estrangeiros, investigadores etc...) e a teoria que talvez tenha sido raptada para uma rede de pedofilia ou para um casal que não podia ter filhos.
Talvez nunca saberemos o que aconteceu a esta criança... Mas por mais voltas que se dê ao assunto a culpa é dos pais. Ponto final. Uma semana inteirinha a jantar fora com os amigos e a deixar as crianças sempre sozinhas a meio quilómetro de distância. E não me venham com a treta que iam lá de 20 em 20 minutos (aqui os testemunhos dos amigos também diferem) porque como acabou por se ver... não serviu de nada. E estes pais estão a pagar bem caro.
Longe de mim estar a dar lições de vida, mas uma coisa é certa, nunca deixaria os meus filhos a dormir em casa e ia jantar fora. Ideias peregrinas.
Ao comentar isto com uma colega que trabalhou muitos anos em hotelaria ela disse que isso acontece com mais frequência do que eu possa imaginar, até com bebés.
Anda tudo a brincar com a sorte.
https://www.netflix.com/pt/title/80194956?preventIntent=true
São 8 episódios que podiam perfeitamente ficar reduzidos a 4, muita chouriçada, muitos pontos de vista, muitos testemunhos (dos inspectores portugueses e estrangeiros, jornalistas portugueses e estrangeiros, investigadores etc...) e a teoria que talvez tenha sido raptada para uma rede de pedofilia ou para um casal que não podia ter filhos.
Talvez nunca saberemos o que aconteceu a esta criança... Mas por mais voltas que se dê ao assunto a culpa é dos pais. Ponto final. Uma semana inteirinha a jantar fora com os amigos e a deixar as crianças sempre sozinhas a meio quilómetro de distância. E não me venham com a treta que iam lá de 20 em 20 minutos (aqui os testemunhos dos amigos também diferem) porque como acabou por se ver... não serviu de nada. E estes pais estão a pagar bem caro.
Longe de mim estar a dar lições de vida, mas uma coisa é certa, nunca deixaria os meus filhos a dormir em casa e ia jantar fora. Ideias peregrinas.
Ao comentar isto com uma colega que trabalhou muitos anos em hotelaria ela disse que isso acontece com mais frequência do que eu possa imaginar, até com bebés.
Anda tudo a brincar com a sorte.
https://www.netflix.com/pt/title/80194956?preventIntent=true
terça-feira, 2 de abril de 2019
Regresso às urgências
Já andava com dores há muito tempo (por causa da minha doença crónica) para ajudar à festa andava com sensação de enfartamento, morria de dores a comer, a beber, a respirar. Neste último fim de semana de Março foram as mil festas de anos da Beni (fez 7!). Sexta ida ao supermercado com os miúdos, sábado lanche de família, de sábado para domingo 3 sobrinhos a dormir lá em casa, domingo à tarde festa com os amigos do colégio.
Quando todas estas festarolas acabaram estava de rastos e as dores intensificaram-se. O truque de comer pouco já não funcionava. Chegámos a casa, descansei meia hora e... Já não aguentava mais de dores. Peguei no carro e fui para as urgências do São Francisco Xavier. Pior decisão de sempre. Fui mal diagnosticada, deram-me a pulseira azul (que é literalmente o oposto de muito urgente). Que é mais ou menos que dizer... "está tipa veio passear para as urgências". Esperei horas para ser atendida. E fui atendida pela pior médica de clínica geral de sempre. Médica Carina Nunes. Desde que entrei no consultório foi antipática, desagradável, estava com ar de enfado, foi mal-educada. Eu estava de rastos, cheia de dores, e a levar um sermão da médica porque deveria ter ido ao hospital onde era seguida, depois prescreveu-me um medicamento para as dores de estômago (!?) expliquei que as dores que tinha não eram de certeza de estômago (ficou ofendida e disse que pelos vistos não precisava de uma médica). Comecei a chorar de nervos e cansaço, perguntou-me de forma ríspida porque estava a chorar. Expliquei que estava cheia de dores. Às tantas cansei-me e virei gladiador. Isto era demais. Perguntei com todas as letras e directa ao assunto porque estava a falar comigo daquela forma? Ficou sem resposta.
Mandou-me fazer um raio-x. E depois de mais tempo de espera pelos resultados fui atendida por uma médica civilizada, calma, serena e querida. Mostrou o meu raio-x e disse que estava "muito feio". Fiquei em pânico. Deu-me medicamentos que eu sabia que não iam fazer efeito mas não tinham mais nenhuma outra solução. Fui para casa cheia de dores e em pânico. O medicamento não funcionou.
Dia seguinte às 8 da manhã fui para as urgências do São José. Em modo automático e desanimada lá fui eu. Tive a sorte de ser atendida por uma médica impecável, Dra. Teresa Fevereiro, super educada, calma e eficaz. Ouviu tudo o que disse com atenção, e levou a sério o meu testemunho. Fiz tudo: análises de sangue, urina, raio-x, TAC. Ficou preocupada e disse que provavelmente ia ficar internada (caíram-me as lágrimas), talvez uma cirurgia. Fui vista por mais 3 médicos. Durante este longo dia criei um grupo no Whatsup "Anita vai ao São José" para ir dando novidades ao marido e algumas amigas. Ainda tive direito à companhia de uma amiga, e estávamos no hospital a rir, a contar as histórias mais hilariantes/ sinistras que já nos aconteceram. Marido entretanto apareceu. Fico sempre nervosa quando tenho que ir ao hospital e ele faz todas as perguntas certas aos médicos.
Às 16h30 estava a sair do hospital (afinal não ia ser preciso ser internada ou ser operada) não imaginam o alívio. Ainda tive direito a chauffeur para casa, e companhia na mercearia, às vezes é tão bom ter alguém para nos dar ideias do que comprar para a sopa. A sério não estava com capacidade para pensar.
Sopinha de bebé e frutinha para o jantar.
Por agora em casa a tomar medicação da pesada. E a sentir-me melhor.
Moral da história? Se forem ao São Francisco Xavier espero que não sejam atendidos pela médica Carina Nunes.
Ah! Antes de sair do hospital às 2 da manhã, ainda pedi o livro de reclamações. Sim estava ainda com mais dores, mais cansada... Mas não ia deixar que aquela médica saísse impune. O senhor do guichet nem pestanejou, e eu também não.
Quando todas estas festarolas acabaram estava de rastos e as dores intensificaram-se. O truque de comer pouco já não funcionava. Chegámos a casa, descansei meia hora e... Já não aguentava mais de dores. Peguei no carro e fui para as urgências do São Francisco Xavier. Pior decisão de sempre. Fui mal diagnosticada, deram-me a pulseira azul (que é literalmente o oposto de muito urgente). Que é mais ou menos que dizer... "está tipa veio passear para as urgências". Esperei horas para ser atendida. E fui atendida pela pior médica de clínica geral de sempre. Médica Carina Nunes. Desde que entrei no consultório foi antipática, desagradável, estava com ar de enfado, foi mal-educada. Eu estava de rastos, cheia de dores, e a levar um sermão da médica porque deveria ter ido ao hospital onde era seguida, depois prescreveu-me um medicamento para as dores de estômago (!?) expliquei que as dores que tinha não eram de certeza de estômago (ficou ofendida e disse que pelos vistos não precisava de uma médica). Comecei a chorar de nervos e cansaço, perguntou-me de forma ríspida porque estava a chorar. Expliquei que estava cheia de dores. Às tantas cansei-me e virei gladiador. Isto era demais. Perguntei com todas as letras e directa ao assunto porque estava a falar comigo daquela forma? Ficou sem resposta.
Mandou-me fazer um raio-x. E depois de mais tempo de espera pelos resultados fui atendida por uma médica civilizada, calma, serena e querida. Mostrou o meu raio-x e disse que estava "muito feio". Fiquei em pânico. Deu-me medicamentos que eu sabia que não iam fazer efeito mas não tinham mais nenhuma outra solução. Fui para casa cheia de dores e em pânico. O medicamento não funcionou.
Dia seguinte às 8 da manhã fui para as urgências do São José. Em modo automático e desanimada lá fui eu. Tive a sorte de ser atendida por uma médica impecável, Dra. Teresa Fevereiro, super educada, calma e eficaz. Ouviu tudo o que disse com atenção, e levou a sério o meu testemunho. Fiz tudo: análises de sangue, urina, raio-x, TAC. Ficou preocupada e disse que provavelmente ia ficar internada (caíram-me as lágrimas), talvez uma cirurgia. Fui vista por mais 3 médicos. Durante este longo dia criei um grupo no Whatsup "Anita vai ao São José" para ir dando novidades ao marido e algumas amigas. Ainda tive direito à companhia de uma amiga, e estávamos no hospital a rir, a contar as histórias mais hilariantes/ sinistras que já nos aconteceram. Marido entretanto apareceu. Fico sempre nervosa quando tenho que ir ao hospital e ele faz todas as perguntas certas aos médicos.
Às 16h30 estava a sair do hospital (afinal não ia ser preciso ser internada ou ser operada) não imaginam o alívio. Ainda tive direito a chauffeur para casa, e companhia na mercearia, às vezes é tão bom ter alguém para nos dar ideias do que comprar para a sopa. A sério não estava com capacidade para pensar.
Sopinha de bebé e frutinha para o jantar.
Por agora em casa a tomar medicação da pesada. E a sentir-me melhor.
Moral da história? Se forem ao São Francisco Xavier espero que não sejam atendidos pela médica Carina Nunes.
Ah! Antes de sair do hospital às 2 da manhã, ainda pedi o livro de reclamações. Sim estava ainda com mais dores, mais cansada... Mas não ia deixar que aquela médica saísse impune. O senhor do guichet nem pestanejou, e eu também não.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
Cada vez menos cool...
Sabes que não estás a caminhar para nova quando... ficas com uma contractura muscular nas costas a levantar uma travessa de arroz de pato. Nada sexy, portanto. Se tivesse sido a fazer surf ou a andar de skate... Agora quando perguntam o que é que estava a fazer para me magoar... a resposta é mesmo uma coisa sem graça.
Num jantar com amigos, uma amiga mostra que queimou um dedo. Foi a esquiar? Foi a visitar um vulcão adormecido? Não! Foi a furar uma alheira inchada, acabadinha de sair do forno...
SECAAAA!
Num jantar com amigos, uma amiga mostra que queimou um dedo. Foi a esquiar? Foi a visitar um vulcão adormecido? Não! Foi a furar uma alheira inchada, acabadinha de sair do forno...
SECAAAA!
domingo, 24 de fevereiro de 2019
Modelos mais velhas em todo o lado! Yes!
Estou encantada por finalmente estar a acabar, ou a reduzir drasticamente, anúncios com miúdas de 15 anos a dizer que usam cremes para mulheres com mais de 60, e por isso, e só por isso é que têm a pele impecável!
E este drama mundial (lol) alastrava para todo o tipo de indústrias.
Agora é ver modelos com muita pinta, que se vê que têm pelo menos 40 anos, e tudo lhes fica muito bem na mesma!
Este tipo de campanhas teve impacto na minha pessoa, porque às vezes quando ia às compras pensava "será que não vou ficar ridícula nisto?", "faz sentido ainda usar este tipo de roupa?".
Ora aqui seguem alguns exemplos
E este drama mundial (lol) alastrava para todo o tipo de indústrias.
Agora é ver modelos com muita pinta, que se vê que têm pelo menos 40 anos, e tudo lhes fica muito bem na mesma!
Este tipo de campanhas teve impacto na minha pessoa, porque às vezes quando ia às compras pensava "será que não vou ficar ridícula nisto?", "faz sentido ainda usar este tipo de roupa?".
Ora aqui seguem alguns exemplos
sábado, 23 de fevereiro de 2019
Modas que não se percebem
Todos as anos a índústria da moda, leia-se de roupa e calçado, lança tendências que não lembram ao diabo. Pergunto-me a mim mesma se alguém compra aquilo? ou se as marcas ficam com roupa a acumular nos armazéns? ou se mandam tudo para os pobrezinhos e necessitados e eles que se amanhem com aquelas coisas estranhas.
Agora aqui vão algumas sugestões para não seguir: o calção ciclista (que nem aos ciclistas fica bem), a camisola rota (mais vale furar uma lá de casa e ficar com o look sem abrigo), e ainda roupa tamanho XXL num género fui de viagem, perdi a roupa toda, e pedi emprestada ao meu marido (partindo do principio que o marido é maior). E para terminar a sandalete vizinha-velhota. Um mimo.
Não me apanham com estes kits de certeza!
Agora aqui vão algumas sugestões para não seguir: o calção ciclista (que nem aos ciclistas fica bem), a camisola rota (mais vale furar uma lá de casa e ficar com o look sem abrigo), e ainda roupa tamanho XXL num género fui de viagem, perdi a roupa toda, e pedi emprestada ao meu marido (partindo do principio que o marido é maior). E para terminar a sandalete vizinha-velhota. Um mimo.
Não me apanham com estes kits de certeza!
Mas isto favorece alguém? Acho que não.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
Viciada nesta série
Isto de ter Netflix é uma chatice... há sempre alguma coisa gira para ver. E depois temos os episódios ali todos à mão...
Estou viciada na série Outlander. Ora vejam o trailer. É mesmo gira.
Imaginem uma pessoa do século XX que sem querer viaja no tempo e vai parar ao século XVIII?
A personagem é uma enfermeira casada com um historiador, e de repente tem que se adaptar (sem dar muito nas vistas) a uma realidade que não é a sua.
Estou viciada na série Outlander. Ora vejam o trailer. É mesmo gira.
Imaginem uma pessoa do século XX que sem querer viaja no tempo e vai parar ao século XVIII?
A personagem é uma enfermeira casada com um historiador, e de repente tem que se adaptar (sem dar muito nas vistas) a uma realidade que não é a sua.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
Não sou a mãe indicada para a minha filha
Sinto isto muitas vezes.
Quando acho que em determinada situação é impossível acontecer alguma asneira... acontece...
Exemplo?
Viagem de carro da casa dos meus pais até à minha, depois de um dia de trabalho...são 8 minutos (se tanto), não há nada para fazer, está presa ao cinto do carro. Está escuro, portanto a visibilidade é reduzida, o que pode ser bom...
Depois de mais um dia normal, apanho os meus filhos em casa dos meus pais, chego num instante a casa. Estaciono. E quando abro a porta do carro, e a Beni sai cá para fora vejo que está com a boca toda verde, os dentes verdes, as mãos verdes. Parecia um joker.
E como é que isto aconteceu? Nem percebi muito bem...uma caneta que não estava tapada na mochila, uma caneta que rebentou...já nem quero saber. Mandei-a lavar-se sózinha quando chegámos a casa. E ali ficou séculos até voltar ao "estado normal".
Que canseira!
Há dias que já não tenho paciência para assimilar tanta asneira... Fico furiosa! E não pode ser. A miniatura só tem 6 anos.
Hoje ainda não tinha dito que alimentava um blog só com as asneiras desta criatura, pois não?
Quando acho que em determinada situação é impossível acontecer alguma asneira... acontece...
Exemplo?
Viagem de carro da casa dos meus pais até à minha, depois de um dia de trabalho...são 8 minutos (se tanto), não há nada para fazer, está presa ao cinto do carro. Está escuro, portanto a visibilidade é reduzida, o que pode ser bom...
Depois de mais um dia normal, apanho os meus filhos em casa dos meus pais, chego num instante a casa. Estaciono. E quando abro a porta do carro, e a Beni sai cá para fora vejo que está com a boca toda verde, os dentes verdes, as mãos verdes. Parecia um joker.
E como é que isto aconteceu? Nem percebi muito bem...uma caneta que não estava tapada na mochila, uma caneta que rebentou...já nem quero saber. Mandei-a lavar-se sózinha quando chegámos a casa. E ali ficou séculos até voltar ao "estado normal".
Que canseira!
Há dias que já não tenho paciência para assimilar tanta asneira... Fico furiosa! E não pode ser. A miniatura só tem 6 anos.
Hoje ainda não tinha dito que alimentava um blog só com as asneiras desta criatura, pois não?
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Génia!
Os meus filhos dormem no mesmo quarto. Num beliche muito "original" do IKEA... ele dorme na cama de cima, ela dorme na cama debaixo. E quase todas as noites, antes de adormecerem, ficam a tagarelar. E há noites que demoram muito tempo até adormecerem...
Uma noite quando já estavam deitados, e não se calavam, perguntei: "Meninos já estão a dormir?".
E a Beni respondeu: "Eu sim, o mano não!".
Génia!
Uma noite quando já estavam deitados, e não se calavam, perguntei: "Meninos já estão a dormir?".
E a Beni respondeu: "Eu sim, o mano não!".
Génia!
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Depois de ir a Dublin descobri que vivemos no século XIX
A minha visita a Dublin consistiu em acompanhar 28 alunos de mestrado num périplo por empresas na sua grande maioria (só duas é que não eram) tecnológicas.
E fiquei em choque!
As condições que estas empresas dão aos trabalhadores é de deixar o queixo caído... Estão preparados ? Acho que não mas cá vai:
- Pequeno-almoço e almoço gratuito todos os dias
- Cozinhas (iguais às da nossa casa, mas sempre limpas e arrumadas) espalhadas pela empresa com os armários e frigoríficos sempre com snacks e bebidas disponíveis (saudáveis e não-saudáveis)
- As casas de banho das senhoras tinham sempre disponíveis no balcão do lavatório: cestos com pensos higiénicos, tampões, creme hidratante para as mãos...
- Ginásio gratuito dentro da empresa algumas empresas pagavam o ginásio fora também
- Não ter a "face policy", não estão preocupados se o empregado chegou às 9h ou às 10h, e a que horas saiu desde que apresentem resultados
- Podem trabalhar de vez em quando a partir de casa
- Vários espaços super confortáveis/ agradáveis para quem não quer estar a trabalhar sempre na sua sala
- Nap room
- Espaços de lazer espalhados pela empresa (mesa de snooker, mesa ping pong etc..), biblioteca, sala da música etc...
- Poder tirar férias quando se quiser (só vi isto numa empresa) e em número ilimitado
- Horários civilizados para os trabalhadores, a grande maioria às 17h00, 17h30 no máximo, já não estavam no escritório.
- Formação regular para os trabalhadores
- Se não estás feliz numa área podes mudar
As empresas que visitei: Salesforce, Dropbox, Hubspot, Google, Microsoft, Kerry Group, Ronald McDonald House of Charitied, SurveyMonkey e Squarespace.
Claro que está que saí de Dublin com uma depressão valente!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Sono, onde estás tu?
Sempre tive a sorte de dormir lindamente, assim que me deitava adormecia ferrada e só acordava no dia seguinte. Até que chegou a pandemia......
-
Ontem foi dia de participar num estudo europeu sobre o tipo de alimentação que as mães dão aos bebés. Numa sala estavam 7 mães de bebés com ...
-
Sempre tive a sorte de dormir lindamente, assim que me deitava adormecia ferrada e só acordava no dia seguinte. Até que chegou a pandemia......







