sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Amanhã começa a época das “dietas”


E prometo que vou comer tudo a que tenho direito e ainda vou repetir.
Porque eu mereço!*


* É Natal e ninguém leva a mal.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Espírito natalício aqui vou eu!


Primeiro andava com uma neura… só de pensar na trabalheira que me esperava quase que me dava uma coisinha má. Depois aproveitei a onda “cabeça fria” do F. e fizemos a lista de presentes de Natal em menos de nada. Ontem compramos grande parte das “oferendas” , hoje aniquilamos mais três e num abrir e fechar de olhos estará tudo pronto.
Querem ver que afinal acabo de comprar todos os presentes ainda em Novembro?

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Vemo-nos na Páscoa Sr. barbeiro


Chego à conclusão que está na altura de cortar o cabelo do Francisco quando… preciso de lhe pôr uma bandolete para poder lavar a cara da criança em condições. Juro, que só assim que percebi que estava na altura de cortar o cabelo. Amanhã lá o levamos ao baieta, ele põe a bata dos carros, sobe em modo automático na cadeira XPTO, o F. paga e eu saio deprimida.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Babyshower


É um tipo de festa que a mim não me diz nada. Se um extra-terrestre viesse cá a casa e me perguntasse o que raio era esta coisa de babyshower eu explicar-lhe-ia que era uma festa com convite-envenenado, que é como quem diz, podem vir cá a casa comer uns bolinhos mas só se vierem com presente debaixo do braço. Não faz mesmo o meu género.
Ou se calhar sou eu que sou antiquada e não estou habituada a estas modernices….

domingo, 25 de novembro de 2012

8 meses


Primeira pergunta que se impõe: Já?
Já o quê? A Benedita faz hoje 8 meses. 8 meses.
Disseram-me que no segundo filho tudo passa mais depressa, e de facto confirma-se. Ainda ontem estava a olhar para a minha bebé na maternidade, e hoje já está uma matulona de quase 8 kilos.
Se isto é assim com o 2ª filho, o que será com quem tem 3 e 4 filhos?

sábado, 24 de novembro de 2012

“Corta mocas”


Esta é a expressão que a minha cunhada usa para definir algo que “tira a pica”… E se há coisa que me tira a pica, que acho completamente desinteressante é ver um homem com um saco de bebé ao ombro, daqueles cor de rosinha, cheios de flores e coraçõezinhos… Really? É mesmo necessário obrigar um homem a fazer estas figuras? Juro que não percebo.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Meu querido Ice-Tea…


Faz hoje uma semana que estava a preparar-me para fazer um exame, tive 3 dias a fazer dieta e, no último dia só podia beber chá, água e sumos sem polpa.
Resumindo, o dia ia passando e eu ia ficando cada vez com mais fome, passando por várias fases, o de começar a sonhar com certos pratos, ficar com tonturas, e fome muita fome, ao ponto de chegar à noite e não conseguir dar o jantar aos meus filhos com medo de não resistir e atirar-me aos pratos das papas deles. Parecia uma viciada!
Depois veio o sono, sem nada no estômago, mal conseguia manter os olhos abertos, quanto mais continuar a minha saga de beber litradas e litradas de água…
Na manhã seguinte chegou o mau humor que fez companhia à falta de paciência que já tinha chegado no dia anterior. No sábado de manhã quando F. me estava a levar à clínica suspirou: “Estou a morrer de fome”. E eu perguntei-lhe se estava a gozar comigo!? Eu que não comia há mais de 24 horas!

Eu estava com tanta fome que só sonhava dar uma trinca em qualquer coisa, nem que fosse numa almofada! Lá para as 13h00 de sábado comi tudo a que tive direito, um muffin de chocolate XXL e um bitoque cheio de batas fritas e molho de manteiga. Claro está que depois de um jejum tão prolongado… fiquei mal disposta com tanta alarvidade!

Passei o dia deitada e a comer.

Depois da quantidade de ice-teas que andei a beber acho que nunca mais na vida quero ver chá gelado à minha frente!

domingo, 18 de novembro de 2012

Viver com 100 coisas


Este é o título de um livro que descobri por acaso nas minhas pesquisas de trabalho. E perturbou-me. Reduzir tudo ao essencial, desde electrodomésticos, gadgets, roupa, mobília… you name it! Claro que as coisas essenciais estavam de fora desta lista, como o frigorífico, a cama etc.

O livro começa com um teste que faz perguntas do género:  “guarda objectos partidos/rotos/ danificados?”, “Tem o armário cheio de coisas que só usou uma vez ou nunca usou?” e outras coisas que tais…

Nos dias seguintes cá por casa comecei a fazer uma limpeza: fiz sacos de roupa para dar, distribui molduras pela família e para a casa de Tróia, andei a fazer limpezas pela casa… Reorganizei prateleiras, arrumei armários, deitei revistas fora. E no fim desta revolução conclui que não se notava nada. Que assim de repente parecia que tinha ficado tudo na mesma. O espaço está em extinção para estes lados.

Reduzir tudo ao essencial é mais difícil do que eu pensava. E eu nem me considero uma pessoa materialista (ok, só perco o norte com as molduras), cá por casa o que há “repetido” é porque foi oferecido. Na nossa sala só há um aparador para guardar toda a parafernália necessária, e até há bem pouco tempo eu e o F. dividíamos um armário... O ideal mesmo seria passar de um T2 para um T4.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Natalinho


Este ano ainda não entrei no espirito natalício. Zero. Ao contrário de todos os outros anos, em que por esta altura já tinha os presentes de natal todos comprados, embrulhados e com etiquetas. Sim, ouviram bem.  Este ano tenho um presente, umzinho comprado e sem vontade de ganhar o tempo perdido, isto da crise deixa-me muito preocupada, sem saber o que 2013 nos reserva… enfim…
Bom, até 24 de Dezembro tenho muito tempo ou então, não. 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Os 3 anos (estes sim são terríveis!)


Lá por casa o Francisco anda mais ou menos assim:

Põe-se à frente da Tv e diz: “Não há televisão para ninguém!”

Imita a nossa entoação de voz e repete as nossas frases (principalmente quando estamos a ralhar) e ri-se. Faz cara de santo.

Quando mandamos fazer alguma coisa. Diz que não. E acabou-se a conversa.

Esquece-se de dizer "obrigado" e "se faz favor".

Eu que neste momento faço de Angela Merkel lá por casa, corto-lhe as gelatinas, tiro-lhe os brinquedos e mando-o para a cama. E se continua armado em engraçadinho corto-lhe o subsídio de Natal e de férias! 
Ele não sabe do que eu sou capaz…

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Iogurte bifidus do Pingo Doce


Comprei para experimentar, já que adoro os produtos da marca Pingo Doce, e posso dizer que… estes iogurtes sabem a malmequeres. Parece que estamos a comer flores. Mau demais. A não repetir!

Bom… a marca não enganou o consumidor, os ditos iogurtes têm flores desenhadas na embalagem.


quarta-feira, 7 de novembro de 2012

James Bond 5 estrelas


Recomendo muito verem o novo filme do 007.
Vale cada cêntimo.
Um dos melhores filmes desta saga.

Nota: Eu e o F. fomos finalmente ao cinema. A última vez que tínhamos ido estava grávida da Benedita, fomos ver o Sherlock Holmes. Uma verdadeira caca.


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Dar não custa nada


A Pediatria do Hospital S. Francisco Xavier precisa de roupa para crianças a partir dos 2 anos.
É só ir lá ao Hospital, ao piso 2, o da Pediatria, e entregar roupa que já não precisam.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Histórias antes e depois do Hospital


A taxista que me levou para o hospital ia a ouvir alto e bom som discos pedidos de Fado! Um mais triste que o outro. Não ajudou. Abri a janela até às entranhas da porta para ver se as minhas lágrimas voltavam para dentro, mas a dita taxista mandou-me fechar a janela porque estava com não sei o quê nas costas. Fechei a janela, e ela com a maior das latas com o janelão todo aberto.

No hospital, o Francisco voltou a passar por menina. Duas vezes!
Primeiro quando íamos no nosso périplo de cadeira de rodas até ao piso de pediatra, um auxiliar do hospital meteu conversa com o meu filho para ver se ele parava de chorar. Uma das deixas tipo foi qualquer coisa como “Uma menina tão bonita a chorar… blá…blá”. Corrigi-o. À despedida, o senhor voltou a usar “o feminino”. Corrigi-o. Aposto que sem sucesso.

Já no quarto, pedi que nos entregassem uma toalha para dar banho ao Nico. E estava a demorar. Entretanto aparece uma auxiliar à porta do quarto e diz “Já é a segunda vez que aqui venho para entregar uma toalha a um Francisco que vai tomar banho, mas eu aqui só vejo uma menina!”. Corrigi-a.

Assim que aterrámos no quarto do piso da Pediatria duas enfermeiras vieram falar comigo, uma delas disse: “Acho que já nos conhecemos, a sua cara não me é estranha”. Expliquei-lhe que estão sempre a dizer-me isso. E de facto não nos conhecíamos de lado nenhum.

Nas noites que o F. ficou no hospital com o Francisco custou muito sair do S. Francisco Xavier e deixá-los lá (a Benedita ficou com os meus pais durante esta temporada) e depois ir para casa à noite. E não ter ninguém em casa. Silêncio total.

Como o Francisco pegou a tosse à Benedita e apesar da mais nova já estar a tomar antibiótico achámos por bem tirar as dúvidas e levar a Beni às urgências. A nossa filha fez o Raio-X mais fofinho da história! Portou-se muito bem.

No penúltimo dia o Nico já estava a ficar bem-disposto o que equivale a dizer irrequieto. Só queria ouvir música e fartou-se de rir com as nossas macacadas. Pedia- cócegas. Na manhã que saiu do hospital dançou a música “Gangnam Style” em pé na cama, agarrado a dois balões (há foto).

Queríamos que se sentisse em casa… levámos uma catrefada de brinquedos para o hospital. Como não se calava com os balões (no dia que fez anos enchemos a sala de balões), o F. levou também balões vazios para o hospital encheu-os lá. Estava o arraial montado.

As enfermeiras foram/ são super queridas, super atenciosas. A médica das urgências sempre à defesa, a médica de Pediatra tranquila a explicar tudo ao milímetro.

Á saída do hospital tirou uma foto com o Panda (o do canal). Está um Panda de peluche, enorme, tamanho XXL, à entrada dos quartos do piso de pediatria.

O Francisco estava tão contente de estar em casa que arrumou os brinquedos sem ninguém lhe pedir nada.

domingo, 4 de novembro de 2012

Nico internado


No dia seguinte, na escola, o Francisco teve uma crise de tosse tão grande que não estava a conseguir respirar. O F. foi chamado ao colégio e o Nico foi levado para as urgências (eu estava com o telemóvel desligado porque estava numa reunião de trabalho). Entrou nas urgências e já não o deixaram sair. Tinha uma infecção pulmonar. Foi ligado a uma máquina de oxigénio e puseram-lhe uma catrefada de fios para medir tudo e mais alguma coisa.

Quando soube muitas horas depois (vi muitas tentativas de chamadas no meu telemóvel) apanhei um táxi e fui directa para o Hospital. Não estava a conseguir disfarçar as lágrimas, chorei no trabalho, no táxi, quando cheguei à recepção das urgências nem conseguia dizer o nome do meu filho. Quando chego ao quarto dele e vejo-o todo entubado e a chorar (estavam a tentar tirar-lhe sangue)… as lágrimas caíam-me pela cara… Não me conseguia controlar. A enfermeira para acalmá-lo disse que lhe podia pegar ao colo. Ficou ao meu colo horas, dormiu ao meu colo, comeu ao meu colo. Só o larguei para dormir à noite. Dormi à sua cabeceira. Falei com família e amigos por mensagem para não sair de ao pé do Nico um segundo.

O Francisco ficou internado de terça à sexta. Eu e o F. não saímos do hospital S. Francisco Xavier (íamo-nos revezando para ir a casa e para dormir no hospital). Não queríamos que ficasse sozinho um segundo.

Nunca mais me vou esquecer do primeiro dia, do impacto de o ver entubado e cheio de fios (ele nem dormia muito bem porque se enrolava todo nos fios), da transferência das urgências para o piso de pediatria em cadeira de rodas ligado a uma garrafa de oxigénio (o Francisco ia a chorar e a pedir colo) fui a dar-lhe a mão o tempo todo, do facto de só ter começado a almoçar e jantar no penúltimo dia internado (não tinha apetite só conseguíamos dar pequeno almoço e lanche…).

Culpo-me pelo que aconteceu. Tirei-lhe uma foto no primeiro dia nas urgências para me castigar.

O dia de anos


O ponto alto foi a festa de anos do Nico no colégio.
Nos preparativos (eu fiz o bolo em casa), a educadora pediu para levar um prato para o bolo. Passei no supermercado para comprar o item que faltava e acabei a comprar chapéus e cornetas para todos os meninos da sala do Nico, comprei mais um presente (5 carros), chocolates e gomas.
A festa do Nico na escola foi o maior sucesso! E o bolo ficou praticamente reduzido a pó.
À noite só o núcleo duro foi jantar fora, adiamos a grande jantarada em família para a véspera de feriado…