terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Zapping

Este blog vai fazer uma pausa.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

O ano que passou

Foi um grande ano. Em 2008 aconteceu de tudo, e quase, quase tudo bom.
Em Janeiro nasce o nosso Kiko, meses depois nasce o Salvador, o Miguel, a Leonor, a Maria e quase a fechar a temporada o meu primo. Casa um dos meus casais de namorados favoritos, e a festa é de arromba. A M. fica noiva e começa a excitação dos preparativos (o grande dia chega em Outubro).
Este é também o ano da independência, o primo C., a J.C e a A. têm finalmente a sua primeira casa.
Viajo pela primeira vez para Madrid, Barcelona, Paris (com a companhia imprescindível da M), e regresso a Amesterdão.
Começam em 2008 os baptizados, foram três, mas não necessariamente dos mesmos bebés “listados” anteriormente.
Regressam a Portugal a M. e há poucos dias (quatro, para ser mais precisa) a C., mas não necessariamente para Portugal Continental.
Entrou um novo cão na família, o Diego, que compete em hiperactividade com o Gaudí.
E quase a fechar a porta deste ano em GRANDE, nos primeiros dias de Dezembro comecei a trabalhar para uma nova revista + três extra.

Acho que não podia pedir mais para 2008. Pode trazer a conta, sff.

domingo, 28 de dezembro de 2008

"Austrália" ou "Aristocrata inglesa conhece vaqueiro australiano que podia fazer o anúncio da Coca-Cola Light"

É um filme que quer ser um épico, tem a duração de três horas (mas o tempo passa a correr), a Nicole Kidman está sempre fantástica, mesmo quando está toda desgrenhada, a criança do “Austrália” dá vontade de levar para casa, e o Hugh Jackman também…
Esta aventura passa-se pouco antes e durante o início da Segunda Guerra Mundial, e para além de retratar os bombardeamentos japoneses a Darwin, retrata também a relação dos australianos com os aborígenes e a infelizmente famosa "política de assimilação".
Gostei.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Almoço natalício a dois + cão

No dia 24 fomos almoçar os dois e o Gaudí, para uma esplanada na Marina de Cascais… já no fim da nossa refeição natalícia… um pai com uma criança loirinha e de óculos aproximou-se e pediu se a filha podia fazer uma festinha ao cão (pelo meio explicou que a Beatriz não se calou o almoço todo porque queria mesmo ir cumprimentar o cãozinho que estava lá fora) … Comecei a olhar melhor para o senhor e era um Tio da M. (eles estão em todo o lado), cumprimentei-o, falámos um bocadinho e apresentei o seu “rival livreiro”, o F. A Beatriz gostou tanto da experiência que não estava com muita vontade de regressar para o almoço de família.

O Almoço de Natal no dia 20

Almoço na casa da mãe C., grupo recebido com a prata da casa, F. não se calou que na casa da C. os presentes já estavam todos debaixo da árvore e em nossa casa não (ler esta frase 20 vezes), a C. queimou-se e originou quase sangue (a M. e o F. discutiram com muita energia o que era certo ou não pôr numa queimadura), o Estrelinho descobriu que nem tudo o que luz é ouro, quando decidiu agarrar o pavio de uma vela, soubemos neste longo almoço que o nosso sobrinho Estrelinho tem um radar incorporado “mãe não te ponhas a milhas” e que funcionava na perfeição, o amor também anda no ar para alguém do grupo, a M. foi apanhada com excesso de sangue no álcool (não me enganei) e tinha marcada uma conversinha com juiz na manhã de segunda-feira, a A. chegou mais tarde porque estava a trabalhar, a E. decidiu oferecer um livro sobre a maternidade a uma pessoa que não está grávida, o Kiko doentinho (canalizações) não esteve em grande forma, descobrimos que a M. não gosta de “circular” e sabe contar muito bem até 6… Um almoço/ lanche em grande, como sempre.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Hoje foi dia de conduzir...


Um Volkswagen Scirocco



e um BMW 123D

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Consoada-teste

Hoje testámos a receita que vamos cozinhar na noite de consoada, e ficou fantástica. O prato eleito foi: “Bacalhau com broa de milho e presunto”.
Depois de 29 Natais a comer bacalhau cozido com couve portuguesa, decidimos inovar graças à Bimby.
Para quem estiver interessado aqui vai a receita (com ou sem Bimby) para 4 pax:

Picar ao mesmo tempo a broa de milho, dois dentes de alho, 4 fatias de presunto fininho e com pouca gordura, e coentros frescos a gosto.
Cozer o bacalhau, as batatas e os grelos
Fazer um refogado (cebola e alho bem picados) e depois envolver o bacalhau

No tabuleiro:

1º Azeite
2º Uma camada da broa picada
3º Uma camada de batata cozida às rodelas
4º Bacalhau às lascas mais os grelos
5º Uma camada de broa picada
6º No fim regar com azeite
7º Basta 20 minutos no forno e está pronto!

Ingredientes:
3 postas de bacalhau gordas
500gr de broa
2 dentes de alho
4 fatias de presunto fininho
Grelos (não me lembro da quantidade)
Azeite e coentros a gosto
Receita sem sal nenhum

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O mundo está a tratar-me

Desde a última sexta-feira que estou a fazer fisioterapia, e o tratamento divide-se em duas partes, e está a cargo de dois fisioterapeutas diferentes: uma é oriental, o outro africano. Ela é acelerada, sempre bem disposta, e troca os “Rs” pelos “Ls”, ele fala pelos cotovelos, trata toda a gente por tu (no bom sentido) e quando fala, pára de fazer a massagem. O que às vezes é complicado… ontem optei por sorrir (só de boca fechada) para ver se tinha mais terapia e menos conversa. Ele disse que eu estava muito “murcha”, eu dei a treta do costume “estou com sono”. Pouca conversa e mais acção, pensei. E funcionou.

3, 2, 1, Zero!!!!

Depois de ter mudado de uma revista para a outra de um dia para o outro, voltei à estaca zero: iniciar a relação com os novos colegas de trabalho e com o novo chefe, aprender a especialidade da revista, tema que ainda não me é familiar…

Os próximos meses vão ser assim: aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender, aprender… A ideia base é esta.

Adoro começar do zero, de aprender novos temas, especializar-me noutras matérias, conhecer novas pessoas, ter novos contactos. O nervoso miudinho de entrar num “terreno” que não é o meu é inexplicável, é muito bom, mesmo. Sinto que ganhei umas baterias novas, estou cheia de energia, cheia de pica, arrisco-me (apesar de ainda ser muito cedo) a dizer que estou feliz.
Já só tenho mais dois desejos para 2009.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Emoções fortes

O primeiro carro que conduzi, desde que estou no novo emprego, foi um Porsche 911 Targa. Sim, leram bem...
Estava a tremer, e pensei que fosse do frio, aumentei a temperatura do carro (será pecado chamar-lhe só carro?) mas afinal não, era da emoção e responsabilidade de estar ao volante de uma bomba daquelas. Que excitação.

Não andei a 300 à hora, como devem calcular, não tenho mãos para aquilo... mas foi uma emoção. Um automóvel que se conduz só com um dedo, com um poder de aceleração impressionante, confortável e com um barulho que dá muito estilo.

A cara dos homens (as mulheres nem reparavam) que me viam passar era digna de fotografia… Aquele carro é o centro das atenções.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Pensamento do dia

"Enquanto fazes planos, a vida passa"

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Desejo sórdido

Nem imaginam a vontade que tenho de perguntar à miúda (leia-se filha do vizinho, e quem passeia o cão) se o seu animal de estimação está mesmo morto. Só por curiosidade.

Algumas simulações da pergunta:
“Então como é que o teu cão tem passado?”
“E novidades?”
A minha preferida: “O teu cão já morreu ou foi de férias?”

Nota: As perguntas são curtas, e não envoltas em conversa, porque é o tempo do elevador subir do piso 0 ao 7.

A lista que não deveria estar a fazer (versão curta)

* Já não vou acordar mais cedo porque o cão-vizinho decidiu ladrar
* Não vou precisar de todas as minhas forças para agarrar bem o Gaudí quando saímos ou vamos a entrar em casa (não imaginam o sapateado que um golden é capaz de fazer quando está irritado)
* Vou deixar de ouvir as desgarradas-dor-de-cabeça entre o meu cão e o do vizinho
* As minhas visitas não vão entrar assustadas cá em casa

Pai-nosso que…

Acho que o cão dos vizinhos do lado morreu. Será que é pecado estar contente por isso?
É que por mais que tente, só consigo pensar nos benefícios… nem me atrevo a fazer uma lista, porque tenho medo de encontrar mais vantagens…

domingo, 7 de dezembro de 2008

Ontem foi dia de me contradizer (e novidades…)

Depois de ter dito “não convém pôr a Bimby a funcionar fora de horas porque se não acordamos os vizinhos”, ontem às 23h30 lá estava eu a fazer um bolo de chocolate fora de horas. O primeiro bolo feito cá em casa, e o primeiro da máquina-maravilha.

De facto não sei se acordei os vizinhos… mas fiz o bolo de chocolate mais rápido da história! Pensei seriamente contactar o Guiness. E ficou uma maravilha. Passando aos números: bolo confeccionado em 5 minutos e 20 minutos no forno.

Não vale gozar com a forma (foi oferecida), e gosto muito dela. O meu bolo está um mimo.

Nota: O top-model pôs a folha de alface de lado e não resistiu a comer uma fatia.



quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Jantar do sapatinho

E amanhã começa mais uma temporada do “Jantar do sapatinho”. E o que é?
É um jantar que se realiza todas as sextas-feiras de Dezembro, até ao Natal, em família, e o objectivo é prolongar esta época tão especial, que só dura dois dias.
Trocam-se presentes (baratinhos/ simbólicos), come-se muitos chocolates e os jantares competem entre si, para ver quem é mais calórico.
Nunca mais é sexta-feira!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Alka-seltzer, Eno, Rennie…

E na sexta-feira de manhã a minha vida ficou virada de pernas para o ar, com a novidade: depois de amanhã vou trabalhar numa nova revista, com novos colegas e novos chefes. Ainda estou a digerir a notícia.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Fotocópias de universitários gratuitas

“A FreeMedia lançou um novo suporte publicitário dirigido ao target universitário: a veiculação de publicidade pré-impressa em fotocópias. Através da inscrição no site www.copyfree.pt, os estudantes podem beneficiar de até sete mil cópias gratuitas em centros de cópias de várias universidades do país, contactando assim, com as marcas que patrocinam o serviço. Esta acção não abrange fotocópias de livros e sebentas”.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Raquel em versão musical

O desafio do blog “Olhares que falam” foi: Pôr uma fotografia nossa, escolher uma banda e responder a uma série de perguntas só com músicas desse grupo/artista.
E a minha escolha é Beatles/ John Lennon

1) És homem ou mulher? “Mind games”
2) Descreve-te: “Run for your life”
3) O que as pessoas acham de ti? “I’m looking through you”
4) Como descreves o teu último relacionamento? “Don’t let me down”
5) Descreve o estado actual da tua relação: “I want you”
6) Onde querias estar agora? “yesterday”
7) O que pensas a respeito do amor? “One day at a time”
8) Como é a tua vida? “Imagine”
9) O que pedirias se pudesses ter só um desejo? “Starting over”
10) Escreve uma frase sábia: “Imagine there’s no countries, it isn’t hard to do, no need to kill or die for, and no religions too”


Sopa Bimby

Ontem o F. fez a primeira sopa na Bimby. Uma das muitas regras é “nunca utilizar a máquina sem ter uma primeira demonstração”, no dia anterior o top model foi a casa da tia e viu como se fazia uma sopa. Ontem seguindo mais ou menos uma receita, fizemos a nossa primeira sopa e ficou óptima.

Vantagens:

1) não se suja quilos de loiça e utensílios, pois depois de cozer os legumes, no mesmo recipiente, e mudando a função, tritura tudo.

2) Não estamos preocupados com o tempo, ou se o lume está muito alto ou muito baixo. Tudo é pré-definido e não há hipótese de queimar a comida.

3) Receitas Bimby na Internet não faltam.

Desvantagem:

1) Faz muito barulho. Mesmo. Portanto se alguém tiver um desejo nocturno de fazer um bolo de chocolate, provavelmente vai acordar o vizinho do lado.

Gommage Marin

Adorei o presente que vocês me deram: gostei muito do espaço, do facto da senhora que me acompanhou para todo o lado falar sempre muito baixinho, de ficar de roupão deitada num sofá XL a beber chá (a melhor sala de espera de sempre), das velas por todo o lado, do cheiro, do silêncio, e da sessão em si. Que maravilha.

Nota: Muito obrigada pelo presente, acertaram em cheio. Estou a pensar seriamente em voltar lá…

Nota2: A dedicatória no vale LeSpa ficou lá, mas a senhora foi muito simpática e tirou uma fotocópia.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

O que é que fizeste hoje?

C.: “Apanhei uma intoxicação alimentar”
Eu: “As melhoras, isso é horrível!”
Eu: “O que é que andaste a comer?”
C.: “Fui jantar à China no domingo, se calhar foi aí”

Nota: Convém esclarecer que esta minha amiga vive em Macau. Não está propriamente em Lisboa a pensar: “Em que país me apetece jantar hoje…”. As conversas com a C. têm sempre uma “dinâmica” completamente diferente, com a pergunta: “Então novidades?” a resposta pode ir parar a Hong Kong, Tailândia, China, Macau…

Nota2: Nas próximas férias grandes adorava ir visitar-te. Nunca se sabe.

Show off

Hoje de manhã a caminho do trabalho, num dos dias mais frios deste Outono, o carro que ia à minha frente, era nem mais nem menos que um descapotável… O condutor (só os homens fazem estas figuras) ia no seu Mercedes com a capota para baixo mas tinha os vidros todos fechados!

Eu pensava que a crise de meia-idade se traduzia numa namorada de 20 anos toda oxigenada e num carro cor de ovo estrelado… eles estão a ficar cada vez mais rebuscados.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Despertador com pernas

Anda aí um despertador a dar que falar, o “Clocky”, que para além de ter um barulho irritante (parece o R2 D2 da Guerra das Estrelas), não é fácil de desligar. E porquê? Porque assim que dispara o alarme, começa a correr pela casa fora super stressado… O Clocky foi criado a pensar naquele tipo de pessoas que nunca se levanta à primeira, e carrega no botão para mais cinco minutos de sono. Com este gadget não só tem de se levantar para desligar o despertador, como também correr atrás dele…
Acho o despertador muito giro mas não o comprava nem por nada. Ficava logo uma pilha de nervos, não durava dois dias lá em casa…

Nota: Andei à procura de vídeos para mostrar este despertador em acção, e deparo-me com vários filmes caseiros do tipo “a reacção do meu cão ao clocky” ou então “clocky Vs um boneco de borracha tipo transformers” enfim…o despertador virou brinquedo. Aqui fica um exemplo.




segunda-feira, 24 de novembro de 2008

A bolonhesa tem os dias contados

Hoje apareceu cá em casa uma visita muito especial… a Bimby! A tão famosa e falada máquina faz-tudo-depressa-e-bem, está cá em casa a passar uns dias. A minha sogra emprestou-nos, que é a mesma coisa que dizer, ofereceu-nos, e esta semana vamos começar a fazer as primeiras iguarias. Em breve, estarei a escrever posts a dizer maravilhas (ainda não ouvi ninguém a dizer mal desta máquina). Caros amigos e pai (que não era muito fã) o meu esparguete à bolonhesa tem os dias contados, o “prato dos preguiçosos” vai passar à história.

Não resisto a citar um excerto do livro de instruções: “a Bimby pica, rala, bate, amassa, mói, tritura, emulsiona, pulveriza, pesa…” Que excitação!
Cá por casa, enquanto o top model fala nas sopas, eu só penso em experimentar o tão famoso bolo de chocolate. Cenas dos próximos capítulos para breve.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Mais um pretexto para falar do Natal...

Segundo um estudo realizado pela Marktest a maioria dos portugueses vai oferecer roupa neste Natal, não tenciona gastar muito dinheiro e vai comprar os presentes na primeira quinzena de Dezembro.

Eu já comprei os presentes de Natal todos, sem stress, sem filas… bastou-me a experiência de 2006, ano em que tive que comprar um presente que faltava, na manhã de dia 24 de Dezembro. A não repetir.

Já o dia 24 de Dezembro de 2007 foi o melhor de sempre, o dia todo na praia, esteve um dia fantástico no Guincho, e foi também o primeiro jantar de Natal lá em casa, não só com a família, mas também com os nossos amigos. Muito boas recordações.





quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Animem-se, vem aí o Natal!

“Embrulhar presentes pode ajudá-la a queimar 100 calorias por hora”
in Cosmo (a revista nº 1 em informação)

O dia da tanga

E para quem estiver interessado em ver gente de cuecas no meio da rua e à luz do dia, é muito simples, basta ir ao Stockmarket, de Lisboa ou do Porto, no sábado, entre as 12h e as 13h.
A feira de roupa de marca com grandes descontos regressa a Lisboa, e desta vez com um desafio bem fresco: “Venha de tanga e saia vestido!”
Quem quiser ganhar uma fatiota nova, só precisa de saber que “as primeiras 50 pessoas a aceitarem este desafio, a organização oferece a entrada, e os lojistas oferecem roupa para se cobrirem da cabeça aos pés.

Data de Lisboa: 29 de Novembro a 1 de Dezembro, das 10h às 20h.
Preço: bilhete individual 4 euros por dia, bilhete família (4pax) 2eur cada pax por dia.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Lobby freak

Se me pedissem de rajada: “ diz uma coisa que realmente detestas fazer” a primeirinha que me vinha à cabeça, mas a primeira mesmo (informo que é estúpido) seria: comprar calças. Detesto, odeio comprar calças, e é uma coisa que só de pensar que tenho que fazer… cansa-me…
E assim, como não posso sair de casa em roupa interior e uma camisola, chega o dia que tenho um rasgo de paciência (por norma acontece duas vezes por ano) e lá vou eu a caminho de um centro comercial.
Ontem foi o dia, e chego à conclusão que é cada vez mais complicado comprar umas calças normais, daquelas nem muito escuras, nem muito claras, nem muito justas, nem muito largas, sem bolsos quase na dobra do joelho, nem uma cintura debaixo do braço e… (agora vem a parte complicada) lisas! Por lisas entenda-se: sem manchas a fingir gasto, sem manchas a fingir sujo, sem manchas de lixívia, sem remendos, sem bordados, sem brilhantes, sem costuras com cores que não lembram o diabo, sem porra nenhuma! O lobby das calças freaks está montado, e para quem quer ser diferente e pretende comprar umas calças normais a tarefa está dificultada, e por vezes até são mais caras…
Depois de muito veste-despe-veste-despe-veste… consegui comprar umas calças normais, que foram mais caras (de facto se pensarmos bem, o que é raro, faz-se pagar bem) e tive uma crise de meia-idade, portanto uma crise de aborrecente de 15 anos, e comprei ainda umas calças super-freak, com tudo o que tinha direito: remendo, lixívia e quando me sento vê-se o risco do rabinho. Excelente! Só me falta mascar pastilha elástica de boca aberta e dizer bué bués, e pás, e yás…

Para os fãs do Alvim

Hoje é a apresentação do livro “50 anos de carreira” de Fernado Alvim, este é o convite válido “para duas pessoas e eventualmente 3, se trouxer consigo uma prima bem jeitosa”.

Cliquem no convite e leiam o texto. Vale a pena.





segunda-feira, 17 de novembro de 2008

A blogosfera está a morrer

Dizem os especialistas que “a blogosfera está a morrer”, e explicam que isto acontece porque “chegou ao fim o amadorismo puro da blogosfera e do encanto da própria blogosfera, que estava à parte da sociedade e que influenciava os media e os políticos”.
Agora os blogs já entraram “no mainstream, já não [são] culturalmente inovador[es], já não [são] vist[os] como uma coisa underground”.

Actualmente os bloggers dividem-se em dois grupos: os mais populares ou mediáticos designados por “prós ou A-List, que conversam entre si, em círculo fechado e que só lincam outros prós ou para os mainstream media, nomeadamente o Público”. E a B-List, “os amadores que representam muito do espírito inicial da blogosfera”.

Agora parece que quem não está no Twitter, no Facebook, no Delicious ou no Flickr está completamente desactualizado.

Sugestões a explorar!

Dose dupla

E para nos despedirmos em grande do Santini (fechou ontem), comemos gelado como se não houvesse amanhã (bom… e vistas bem as coisas não há). Eu, o top model e o afilhado despedimo-nos dos nossos sabores preferidos.
A cena cómica era ver o M. com a sua inocência de criançola/ aborrecente a pedir para experimentar não sei quantos sabores diferentes (o empregado cheio de paciência) … e com o “prova daqui, prova dali” comeu à vontade uma bola de gelado à borla. Boa táctica a pôr em prática já em 2009.

Na casa do Toy

A Sic teve a brilhante ideia de fazer o programa “Na casa do Toy” cujo o grande interesse era acompanhar o dia-a-dia desta grande estrela que é o cantor pimba Toy.
Não há uma única coisa boa a apontar… vinhaça logo ao pequeno-almoço, conduz com o joelho e fala ao telemóvel ao mesmo tempo, e diz que todas as multas que teve na vida foram “somente por excesso de velocidade” e para terminar em beleza: strip-tease para a família toda (crianças incluídas). Que deprimente…

domingo, 16 de novembro de 2008

Onde é que acaba a solidariedade e começa a falta de respeito?

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A questão do cão

No fim-de-semana que passou, estivemos por acaso com os dois casais que conhecemos que “lutam para ter ou não ter cão”. E foi engraçado observar as diferentes reacções ao Gaudí (que sem fazer muito, só a marcar presença, despoletou dois monólogos).
No primeiro casal, ela (que não quer) disse “pronto agora já vamos ter conversa do cão para a tarde inteira”. Ele não disse nada.
No segundo casal, ela (que é quem quer), fartou-se de fazer festinhas ao Gaudí, e só dizia “está tão calminho, tão bem comportado”. Ele não disse nada, e mal tocou no cão, para ver se o assunto do costume não vinha à conversa.
Eu e o F. sorriamos a assistir aos jogos de “imposição e cedência” entre os dois casais.

domingo, 9 de novembro de 2008

Fraquinho

Não consigo explicar a minha adoração pelos filmes do James Bond, eu sei que é “vira o disco e toca o mesmo”, que a fórmula não varia: agente secreto implacável e machista, leva todas para a cama e viaja que se farta.
E mesmo assim fui ver o “Quantum of Solace” e achei bastante fraquinho… preferi o primeiro da série “Daniel Craig”. O novo filme tem de facto cenas de acção espectaculares, mas depois a história quase que não existe, acho mesmo que se esqueceram do argumento em casa… tem muitas pontas soltas.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Jovem, bonito e bronzeado

Berlusconi desvendou os ingredientes necessários para que a cooperação entre a Itália e os Estados Unidos melhor exponencialmente.

Quando ainda estamos a recuperar de uma gaffe, o primeiro-ministro italiano esforça-se e supera-se. É incrível, este senhor não tem noção do ridículo.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Jornalista em versão holograma

A CNN na batalha pelas audiências, decidiu apresentar uma jornalista em directo no estúdio, em versão holograma. O pretexto era que a jornalista estava a acompanhar as eleições numa cidade, e o programa estava a ser transmitido noutra. Solução? Um holograma, pois claro.
A aparição da repórter teve direito a aplausos e tudo, mas gostaria de saber quantas pessoas realmente ouviram o que a senhora estava a dizer… poucas, digo eu. No estúdio e em casa, a audiência estaria mais preocupada em perceber, como é que a técnica dos feixes de luz funcionava. E assim uma notícia deu origem a outra notícia completamente diferente.

Converse com música

A Converse acaba de lançar a nova colecção Outono/Inverno 2008-2009 “Music Collaboration”, que presta homenagem a grupos e músicos que transformaram a cultura, a música… Os homenageados são: Kurt Cobain, The Doors, The Grateful Dead e Black Sabbath.
Aqui ficam as imagens de alguns. Gosto especialmente da mise de rosas da caveira…



“Os tipos da publicidade estão sempre a inventar”

Primeiro foi o “aloé vera”, não havia nada no mercado que não tivesse este ingrediente, do creme ao iogurte. E o mais engraçado é que ninguém sabia o que era, e que benefícios trazia para a saúde.
Depois foi a manga, só me lembro que de cada vez que pedia qualquer coisa num restaurante ou café, o empregado respondia: “temos, com manga”. Portanto quem não gostava de manga, estava à partida excluído. Eu deixei de comer nesta fase.
Agora, para quem ainda não reparou, o último grito são os frutos silvestres. Só não há é consenso com o nome a utilizar nas embalagens… há quem lhe chame os frutos vermelhos, os frutos do bosque…. E a cor destes frutos também chegou à roupa, eu lá em casa descobri que tenho roupa cor de mirtilo. E o que é mirtilo? É um fruto silvestre, que mora no bosque e não é vermelho. Esclarecidos? Não? Mas diz que faz muito bem.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Se o estudo diz, é porque é

“Estudo para a MTV diz que juventude vai até aos 34 anos"

"A Viacom Brand Solutions, unidade de publicidade da MTV Networks, elaborou um estudo que concluiu que a juventude corresponde às idades compreendidas entre os 16 e os 34 anos. Segundo o estudo, a imagem juvenil já não é património exclusivo dos jovens e que o significado e a definição tradicional de juventude mudou. Os resultados apontam para uma divisão da juventude em três grupos: o do descobrimento (16 a 19 anos), o da experimentação (20 a 24 anos) e a idade dourada (25 aos 34 anos), que corresponde aos jovens mais felizes, seguros de si e economicamente independentes.
O estudo contou com uma amostra de 25 mil pessoas, com idades entre os 16 e 46 anos, de 19 países.”

Momento histórico



O dia de hoje é histórico, por inúmeras razões que estamos fartos de ouvir na televisão: porque é o primeiro presidente afro-americano nos Estados Unidos (quando há umas décadas atrás, Obama não poderia sentar-se nos lugares da frente de um autocarro), pelos ideais que defende de uma América mais justa…
As expectativas estão muito elevadas, o mundo inteiro está muito atento.
Será que é desta que vou voltar a acreditar nos políticos? Eu queria.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Quem sabe, sabe



E quem é o senhor? A resposta é John Butler.
Para ouvir de boca aberta.

domingo, 2 de novembro de 2008

Reunião

Reunião muito importante marcada às 21 horas, 21 amigos marcam presença.
Do lado esquerdo os amigos de infância e do lado direito, os amigos da faculdade.
Comida italiana à mistura com conversas mais ou menos picantes, novidades boas e menos boas, e muitas gargalhadas.
Um momento que ficou fotografado, filmado e memorizado.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Brincadeiras perigosas

O filme "Funny Games" é um teste à elasticidade dos nossos nervos... logo no início a cena do "empréstimo dos ovos" é tão irritante que as palavras não são suficientes para descrever. Um thriller psicológico, nada comercial. Até à última estamos a torcer pelo pai, pela mãe, pelo filho e pelo cão. E será que se salvam?

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

30gr.*

Dia de folga, primeiro sms do dia dá as boas-vindas “à mais nova trintona do grupo”, acordar tarde, o senhor do gás faz a leitura do contador e deseja-me bom natal (então não é Parabéns?), amiga A. troca a folga para o meu dia de anos, as duas, das 12h00 até 17h30 na esplanada à conversa, um dia de sol fantástico, a tarde passou a correr, um chá caseiro para a despedida.
Noite em família, jantar encomendado à D.Anabela (tudo fantástico), as sobremesas brilharam (crumble de framboesas, bolo de chocolate e torta de cenoura), fotos, presentes e a música dos “Parabéns” foi cantada três vezes lá em casa (uma para mim, outra para a minha mãe e outra para a mulher do meu primo, a F.).
Gostei muito do início da nova década.

* Decidi escrever um “gr.” de gramas, para dar um ar mais leve… é que de facto 30 gramas não é nada, nem um chocolate de bolso.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Zzzzzzzzzzz.

Este podia ser o título do filme que fui ver ao cinema na sexta, o “W.” a biografia de Geroge W. Bush. A maior seca dos últimos tempos.
Tentei convencer o F. a ir embora na segunda parte, mas ele quis ficar até ao fim, apesar de estar a detestar. Na segunda parte do filme as senhoras que estavam ao meu lado piraram-se, e eu aproveitei para tirar uma soneca.
Um filme que não é a defender nem a criticar o famoso presidente, um filme muito parado e onde os outros políticos representados, por exemplo, a secretária de estado Condoleezza Rice, pareciam múmias, mal abriam a boca. Um retrato errado dos vários políticos norte-americanos.
Detestei.

Nota: Eu acho que consigo ser mais parecida com o Tony Blair, do que o actor escolhido para o papel.

Canadianas vão de férias

Fui de táxi do cais do sodré para a Av. da Liberdade (algo impensável para mim), chego ao consultório “que era mesmo em cima da loja Lanidor” (passo a citar a telefonista) e depois chego lá e nicles, não era ali.
Tinha aberto uma nova Lanidor na Av. da Liberdade (!) e claro, que para chatear era longe! e claro que a direcção da dita loja era a subir (não estavas com saudades da calçada portuguesa e das ruas íngremes? Então toma lá que começas já a recordar…) e claro que chego ao consultório a morrer de calor, com as mãos a arder, super cansada (decidi “andar” rápido para não chegar atrasada) e depois o Sô Doutor só me atendeu uma hora e tal depois. E porquê? Estavam lá os senhores da “Meo” a resolver o problema da TV, e da Net e do raio que o parta. Há prioridades.
Enquanto esperava na sala de espera (passo a redundância), fazia um teste na Visão sobre a minha honestidade. Confirma-se que não tinha mesmo nada que fazer.
Já na consulta o médico fez “gato sapato” do meu joelho e eu nada. Não me doía nada. Nem ai nem ui. Em síntese, uns tendões ainda inchados, uns medicamentos para tomar, dois dias a passear uma muleta e pronto. Volte cá daqui a três semanas.
Ginástica e grandes andanças lá para fins de Novembro…

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Fiquei fã de…

elevadores, tapetes rolantes e portas automáticas (que invenções espectaculares!).
Nunca mais fico a 100% para voltar a gostar de escadas no geral, portas com mola, ruas íngremes (daquelas que sentimos os músculos todos a mexer) e da calçada portuguesa irregular e escorregadia.
Definitivamente não fui feita para ser lontra, e muito menos para apodrecer à frente da televisão.
Em dias menos bons, passou-me levemente pela cabeça fazer uma promessa e tudo… mas depois voltei ao meu estado de lucidez, e acalmei.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Jantar Focus group

Ontem tive um jantar completamente diferente de todos os outros: um jantar Focus group.
Uma marca, que ninguém sabia qual, tinha pago a uma empresa para fazer uma pesquisa de mercado qualitativa, a vários grupos de pessoas diferentes: as mães, os avós, os jovens... E a noite de terça-feira estava reservada para os jovens.
Éramos nove, 5 homens e 4 mulheres, que iriam falar sobre um tema específico, durante o jantar. À chegada ao Restaurante “Clube dos Jornalistas” fomos apresentados às pessoas com quem iríamos partilhar uma refeição pela noite adentro, e depois respondemos a um pequeno questionário (qual o ingrediente que usamos mais e menos quando cozinhamos? Quais os pratos que cozinhámos na última semana? O prato favorito de peixe e de carne? E qual a refeição preferida? Por ex: lanche).
A moderadora do debate distribuiu-nos pela mesa, e dois anotadores sentaram-se nas extremidades da mesa oval, para não perderem pitada da conversa.

Foi um jantar bastante animado, a moderadora foi lançando perguntas e todos fomos respondendo: uns falavam mais do que outros (eu e a J. fazíamos a festa) e foi engraçado ver os diferentes pontos de vista, as diferentes relações com a comida, com as compras e os critérios pelos quais, cada um se regia.

O grupo

O advogado divorciado e com dois filhos que “tinha uma senhora” (era assim que ele dizia) que ia às compras e tratava da casa. Este indivíduo não sabia nem pôr os cereais no leite. E tinha uma pancada forte por iogurtes.

O advogado que sabia cozinhar, que estava sempre cheio de trabalho, e que o critério dele para escolher um supermercado era pela hora a que fechava. Já tinha experimentado todo o tipo de comida congelada, era um expert na matéria.

A arquitecta que só comia alimentos biológicos e do Celeiro. Raramente falava, e só dava a sua opinião, sempre curta, quando lhe faziam a pergunta directamente.

O rapaz de uma família grande, que tinha que ter sempre carne em casa. Uma família cheia de tradições, e uma mãe boa cozinheira, que quando recebia convidados, confessava o pecado excepcional da sobremesa já comprada.

A casada, que dominava os preços, os supermercados, as marcas. Fugia da gordura (no geral), a sete pés. Fantástica cozinheira (falo por conhecimento de causa) e viciada no site vaqueiro.pt.

A médica (acho que era), que comprava muita comida congelada, que usava a medida “a olho”, que gostava de inventar receitas, e recebia muitos tupperwares cheios de comida made in casa da mãe.

A jornalista, que não vivia sem sopa e legumes frescos. Que tinhas as duas famílias a cozinhar muito bem, e que avaliavam os seus cozinhados à lupa. Fã por tudo o que era português, confessou um pecadilho: uma vez teve que comprar uma perna de borrego da Nova Zelândia.

O giro/simpático de fato, absorvia todas as opiniões, fartou-se de aprender. Descobriu que existem marcas de frangos. Para ele era tudo igual. E estava rendido à tão famosa Bimbi, fazia tudo com este aparelhómetro.

E o último, vamos-lhe chamar o número 9, que não me marcou. Não me lembro quase nada dele, apenas que era fã da marca Pingo Doce.

Adorei a experiência.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

domingo, 19 de outubro de 2008

Amigas estrangeiras

O V. refilou comigo (e com razão) que eu andava antipática desde que levo as minhas amigas erasmus, “as canadianas”, para todo o lado. Disse que deveria aceitar o facto, e que não valia a pena ficar chateada, porque não era isso que me ia pôr boa.
Enfim, decidi aceitar a questão… ou pelo menos tentar. Tenho que gozar com o facto de demorar séculos a subir um lanço de escadas (vou começar a cronometrar, tenho que melhorar os meus tempos), vou aproveitar para apreciar a paisagem ao milímetro, e já começo a apontar para as coisas com as muletas (como os velhotes fazem com a bengala). Um espectáculo.
Enquanto isso risco os dias no calendário para a minha consulta, que é já na próxima sexta! Nunca desejei tanto estar a sós com um ortopedista. E logo no primeiro encontro vou-lhe mostrar o joelho… hum…

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Conselhos de uma nutricionista *****

• Se ingerir mais de duas de colheres de sopa de azeite por dia, o extra vai para o pneu
• Manteiga e margarina banidas por completo
• Fruta come-se fora das refeições, uma a meio da manhã, outra a meio da tarde
• Carne vermelha apenas uma vez por semana, ou simplesmente banida
• Repartir as refeições o mais possível, 9 vezes é o ideal (em média comer de duas em duas horas)
• Sopa e saladas sem restrições, pode comer as vezes que quiser
• A única bebida que se pode ingerir é água

Claro que cada caso é um caso, mas acho que estes conselhos já ajudam bastante.

À velocidade da luz

Conversa entre mim e o F. a chegar a casa:

F.: Ficas já em casa, agora vou ao supermercado, quando estiver a chegar dou-te um toque para o telemóvel, para tu ires andando para a porta.

Eu: Estás a gozar? Não? Está bem...

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Adoro este anúncio



Se quiserem podem ir a www.alfaromeo.pt e fazem o vosso próprio anúncio, ou espreitam outras versões criadas por anónimos.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Jantar na Ajuda (é só para não usar consoantes)

Não vou dizer que foi um jantar de despedida da M., porque estamos sempre a despedirmo-nos dela, e ela volta sempre. Foi um jantar de conbibio.
Desta vez éramos cinco: a mãe C. ficou em casa a recuperar do "trauma de sábado", a E. apareceu tão depressa como saiu, e a A. ficou em casa a brincar aos canivetes.
Mais um jantar muito animado, como sempre.
Ainda tivemos direito a uma visita da tão falada M.B., (que só conhecia de nome), uma porreira.

1 ano

O Sr. Estrelinho fez um ano. E as tias todas e o tio juntaram-se para celebrar em casa cheia. Oferecemos o seu primeiro carro (um luxo), com porta que abria de lado, e direcção assistida.
Neste lanche bastante animado (parecia que tinha tudo bebido) ainda houve tempo para cometer uma super gaffe com um familiar… elas a gozar comigo, decidiram fazer da sala uma passerelle de coxas… Depois do espectáculo, alguém se lembrou que havia um coxo genuíno na festa, e não era eu. E quando o tal coxo entrou na sala, ficaram todas em silêncio a observar.
Sem comentários, parecíamos que tínhamos todas 5 anos (no máximo).

A família Kiko foi bastante assediada, não só em expressões jocosas do tipo “o seu filho é tão bonito que parece uma menina” ou “coitado não tem sapatos” e a figura paterna não foi para casa sem antes levar uma palmada.
Dá para ter um lanche infantil normal?

"Joelho com todos"

Desde que estou de muletas (desculpem lá a fixação… mas faço tudo com elas, menos dormir e tomar banho) fiquei a saber o historial médico, respeitante ao capítulo “Joelho” de toda a gente que me rodeia (desconhecidos incluídos, pois claro).
E há de tudo um pouco: “ ir à faca três vezes”, “uma ruptura de ligamentos”, “operação aos dois joelhos”, “meses a fio de muletas”, houve até uma mãe que partiu ainda dois dentes, para além do joelho na mesma queda”.
Um filme completo.
Enfim, agora olho para as pessoas, e só lhes consigo ver a ficha médica.
Ainda não percebi se me dizem estas coisas para me alegrar ou nem por isso… acho que se identificam… não faço ideia.

domingo, 12 de outubro de 2008

Pais…

Desde que nasci oiço os meus pais a dizer: “tens que comer para teres força nas pernas” nunca percebi muito bem porquê, o critério para escolher esta parte do corpo e não outra qualquer.
Agora que ando de muletas, e uma das pernas é suposto não mexer, os meus pais adaptaram o discurso, e agora dizem: “tens que comer para ter força nos braços”.
Outro argumento que também usam com regularidade, e que a cada dia que passa fica mais ridículo é: “estás em fase de crescimento”. Relembro que tenho 29 anos, e que a minha estatura não o evidencia.
Não há volta a dar, querem que eu coma à força.

Enigma resolvido

Em Setembro escrevi sobre o meu mecânico que estava desaparecido.
Descobrimos o que aconteceu.
O senhor há umas semanas atrás, caiu de umas escadas abaixo, bateu com a cabeça, ficou em coma durante três dias no hospital, e depois morreu.
Que história mais esquisita…

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

"Boston Legal"

Lá em casa, ninguém perde um episódio desta série de advogados.
Tudo começou com uma crítica que lemos num jornal, a dizer maravilhas. Ficámos com curiosidade, espreitámos alguns episódios, e estamos viciados.
É incrível a argumentação, em questões que à partida nos parecem bastante óbvias, defendem também temas impensáveis, muitas das personagens são politicamente incorrectas, e fazem uso da ironia de uma forma cómica e inteligente.
Uma nova perspectiva sobre aquilo que achamos ser o certo e o errado.
A não perder.



Nota: Não encontrei nenhum vídeo interessante no youtube. Este é o melhorzinho.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Câmara lenta

Este bolg está de muletas. Não se passa nada. Ou melhor, passar, passa, mas muito devagarinho. A minha vida agora é só casa-trabalho-casa.
Às vezes não sei se hei-de rir ou chorar… por norma opto pela terceira hipótese: irrito-me. A minha paciência anda pelas ruas da amargura.

Três dias antes de ir de férias, tive um aviso. Quando estava num provador da loja de roupa Zara, uma das minhas “vizinhas” deixou cair uma data de coisas, e pouco depois começou a gritar (com toda a força que tinha) de dentro da sua cabine: “ALGUÉM ME AJUDE”, “SOCORRO”, “CHAMEM UM MÉDICO”, “DESLOQUEI A RÓTULA”. Este discurso todo aos berros, e vezes sem conta.
Eu do lado de cá do meu cortinado fiquei em pânico, não sabia o que fazer naquela situação. Liguei aos amigos médicos do F., e ninguém atendeu.
A loja toda ouviu, e a mãe “ajudou-a”. A única coisa que a rapariga podia fazer era ficar quieta e esperar pela ambulância.
Explicaram-me que ela iria andar um bom tempo de muletas. E eu pensei, “que seca, é mesmo azar”.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Não comprem mais Mars

Passem esta mensagem a todos os vossos contactos, é fácil acabar com esta tortura.


Learn more at MarsCandyKills.com.

Este vídeo tem imagens chocantes.

Extremos

Na terça-feira de manhã estou em Paris, com o F. nas Galerias de luxo Lafayette a mexer num colar* da Louis Vuitton (o F. a mexer na tal jóia, e eu quase a ter um ataque cardíaco, a ver quando é que ele ficava com parte na mão), e à noite estou em Lisboa, no Hospital S. Francisco Xavier, à espera num contentor para ser atendida (a sala de espera está em obras).

*Nesta loja o colar “mais em conta” custava 500 euros.

Mistura

Já reescrevi este post mil vezes… e não consigo expressar esta confusão de notícias que recebemos esta semana… o meu primo lindo nasceu na terça-feira, e na quinta-feira soubemos que uma pessoa da família tem uma doença muito grave. É estranho.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Coisas soltas de Paris

No supermercado achei estranho venderem embalagens de fiambre, só com duas, ou com quatro fatias. Muito pouco ecológico, e prático (digo eu).

Nos jardins as cadeiras de ferro substituem os bancos, e por norma estas estão à volta da fonte (quando existe), ficam todos a apreciar o repuxo XL, como se estivessem à volta de uma grande mesa redonda.

As pessoas na rua são simpáticas e ajudam (falámos quase sempre em francês) mas nos serviços (cafés, restaurantes, posto de turismo, lojas) só faltava sermos agredidos.
No posto de turismo a jovem só tinha um limite máximo de três perguntas por turista, e à quarta pergunta decidiu resmungar em francês. Respondi-lhe em francês que compreendia muito bem a sua língua. A fera amansou.

O multibanco francês enquanto processa o pagamento diz “patientez” e o nosso diz “aguarde pff ”, nunca vi população mais impaciente.

A toda a hora há “rusgas de picas” no metro, sedentos por multar tudo o que mexe. Nós, na nossa última viagem de metro também fomos multados porque o nosso bilhete já não abrangia aquela área. Explicámos que foi engano, mostrámos os mil bilhetes que tínhamos nos bolsos. Não adiantou nada. Paguei 50 euros e ainda fui chamada de louca (em francês). A senhora achava que nós não falávamos a sua língua… Não lhe respondi à letra porque não estava com vontade de pagar mais.

No dia que decidimos passear de barco pelo Sena, a corrida para a última viagem, não correu bem. Para não ficarmos 20 minutos a olhar para a paisagem, corremos como se não houvesse amanhã para apanhar um barco… que afinal era barco-restaurante, e mais parado era impossível. A corrida estava feita e o meu joelho decidiu protestar nos restantes dias de férias… até hoje. Nos próximos 15 dias vou andar de muletas.

Na ilha de St. Louis, numa das ruas mais movimentadas, estavam uns velhotes muito humorados, de chicote na mão a oferecer “chicotadas maliciosas” a quem passasse. Ostentavam num dos cartazes a razão…”é que a terceira idade é aborrecida”.


Paris em síntese

Ficámos na casa de uma amiga, e fez toda a diferença, não só pelo conforto e pela companhia mas também porque conhecemos locais que nunca teríamos conhecido.
E os dias passaram-se a caminhar, tentámos correr a cidade de fio a pavio: Louvre (é maior do que parece por fora), Tuileries, Torre Eiffel (subimos à noite, e impõe respeito a viagem), Arco do Triunfo (um bom miradouro), Bairro Judeu (adorámos este bairro), Notre-Dame, Centro Georges Pompidou (a capa do meu livro de francês do 7º ano), Jardins do Luxemburgo (uma agradável surpresa), Praça da Concórdia, Champs Élysées, Quartier Latin, andar de barco no Rio Sena, MontMartre, Île de la Cite e de St. Louis, Palácio de Versailles (o palácio é uma desilusão, os jardins magníficos), DisneyLand (nunca gritei tanto na minha vida nas três montanhas-russas) etc…
E uma semana não chegou para conhecer a capital toda… é uma cidade tão grande e com tanta coisa para ver.
Aconteceu de tudo um pouco… jantares com os amigos estrangeiros e portugueses da M. e da S., lesionei-me no joelho e agora ando de moletas, fomos multados no metro, uma francesa ofereceu-nos café, eu, o F. e a M. os “mal vestidos” fomos recambiados para a pior sala no Salão de Chá chiquérrimo, o Angelina, (recomendado por um amigo do F.), em cafés e lojas impediam-nos de tirar fotos, em locais de atendimento ao público parecia que nos estavam a fazer um favor em servir-nos…
Gostámos muito da cidade, só é pena ter franceses. Tanta alergia a estrangeiros poderá ser prejudicial à saúde.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Paris é…

franceses com baguetes debaixo do braço, floristas e frutarias ao virar de cada esquina, lojas com muito bom gosto, condutores de carros, motos e bicicletas que não respeitam qualquer tipo de sinalização de tráfego, multicultural, parisienses antipáticos, mal-educados e impacientes, café o triplo do preço, jardins espectaculares, pequenos jardins/ pátios escondidos entre as casas, edifícios antigos e monumentos muito bem preservados, esplanadas com mesas redondas e cadeiras de verga em fila, rede de transportes excepcional, comida boa e bem servida (refiro-me a quantidades), bolos nas montras das pastelarias vestidos para sair à noite.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Pause

E para não deixar para a última da hora, e depois não ter tempo para escrever o post…
Informa-se que este blog vai de férias na terça-feira, e só regressa no dia 1 de Outubro.
Boas férias para mim!

Só faltou andar connosco ao colo

Na quarta fomos jantar com a família Kiko (pois é, a vossa criança é o centro das atenções) e a C.(a dona da casa) não deixou nada ao acaso.
O F. agora está a ser acompanhado por uma nutricionista (conversa para outro post) e então não pode comer várias coisas.
A C. fez uma mega salada (com tudo o que há no mercado, e mais alguma coisa), comprou massa fresca, e até comprou um grelhador (!) para grelhar o bife do F.
E muitos mais mimos a que tivemos direito.
O Kiko deu o ar da sua graça, até porque está sempre a rir, “rugiu”, mostrou como é que se está à mesa…
À saída ainda tive direito a levar maça assada para casa, numa caixinha só para mim.
Então quando é que é o próximo jantar em tua casa C.?

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

"Mala de segurança"

“Normalmente” sempre que eu e o F. viajamos para fora de Portugal há qualquer coisa exótica que acontece, ou perdemos as malas, ou somos assaltados… enfim coisas do género. Depois destas peripécias ganhei o hábito da “mala de segurança”, que é nem mais nem menos, do que um nécessaire que vai sempre comigo para todo o lado, e leva tudo menos produtos de beleza.
Lá, no nécessaire vão as minhas peças de roupa favoritas, e insubstituíveis, e uma muda de roupa completa da cabeça aos pés. Se for na viagem de regresso, acrescento ainda algumas recordações importantes compradas no país visitado.
Já ninguém me apanha desprevenida.

Na fila do Santini

No primeiro domingo de Setembro estava eu na fila do Santini com o Gaudí, quando uma senhora aproximou-se, sentou-se no degrau e começou a falar com o meu cão.
A senhora enquanto fazia muitas festinhas ao Gaudí perguntava-lhe que sabores ia comer, e gelados para esquerda e para a direita.
E eu a sorrir, porque não sabia o que dizer, e porque o Gaudí não dizia nada.
Ás tantas, e porque já tinha mostrado os meus dentes todos… fiz de porta-voz do cão, e expliquei à senhora que ele só ia ver os gelados a passar… porque era diabético e não podia tocar em açúcar.
A senhora disse “má sorte, é preciso ter azar”.
O F. entretanto apareceu, depois de ter inspeccionado à lupa a livraria em frente, e levou o cão.
Depois contei-lhe o sucedido e ele disse que eu não devia ter dito aquilo, porque sabia lá eu se a senhora tinha um familiar que tinha morrido com diabetes… enfim um filme!
Eu não disse que o Gaudí tinha sida!
O facto é que a senhora continuou na maior à conversa com o meu canídeo, mudou apenas o tema de conversa, para não o torturar.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Post pedido

Estou para escrever este post há séculos. Aqui vai.
Em Dezembro de 2007, recebi uma visita muito especial. A Cat veio de Macau (onde trabalha há já algum tempo) passar o Natal a Portugal. Com uma agenda tão cheia, conseguiu arranjar um espacinho para ir tomar um chá lá a casa. Conheceu a minha maior novidade, a casa, e pusemos a conversa em dia.
O F. foi documentando o acontecimento, tirando fotos. Fiquei mesmo contente.
Até aqui tudo bem.
Já de noite, para aproveitar os últimos minutos, e fazer companhia, levei a Cat até ao carro. Quando lá chegámos, (ela estacionou o carro muito longe), começamos a ver um grande aparato policial, carros de bombeiros, uma ambulância, e muita assistência.
A rua onde ela tinha estacionado o carro, estava bloqueada com um carro de bombeiros.
Fui logo saber o que se passava e pedir para tirar o tal carro dos bombeiros.
Então, onde a Cat estacionou, em frente estava um muro, e por detrás desse muro, estava um morto. Parece que o corpo já ali estava a alguns dias, e um “civil” encontrou o cadáver porque decidiu seguir um cheiro muito forte e pouco agradável.
Já diz o ditado… a curiosidade matou o gato.

Mecânico desaparecido

O Pony, o meu veículo, está no mecânico há dois meses (com as minhas férias de Verão incluídas) para arranjar o elevador do vidro do lado do condutor.
Tirar o cinto de segurança, e abrir a porta para pagar a portagem, ou sair de um parque de estacionamento não é muito prático.
Esperámos algum tempo para ver se o mecânico arranjava uma peça em segunda mão, e não estava fácil. Desistimos de esperar e começámos a telefonar para o respectivo telemóvel para pedir para pôr um elevador novo em folha.
O problema é que o mecânico nunca atendia o telemóvel, dias depois o telefone já nem chamava, estava sempre desligado.
Ontem fomos à Oficina, que estava fechada.
Ligámos para o número afixado no portão, e o dono da Oficina explicou que o nosso mecânico está desaparecido há mais de um mês, que nunca mais apareceu no local de trabalho e não atende o telemóvel (?).
E o Pony estacionado à espera…. O dono vai tratar do arranjo, e se calhar esta semana já tenho o carro.
A ver vamos.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Um diz esfola, o outro diz mata

Durante o fim-de-semana, tivemos sempre a mesma companhia na praia. Quatro crianças duracell completamente loucas. O primo mais velho, que devia ter uns 16 anos é que “tomava conta”.
Das mil coisas que inventaram, a que me deixou preocupada, foi quando decidiram escalar uma casinha que fazia de armazém da tralha dos nadadores-salvadores.
Depois de passado o primeiro obstáculo, a escalada, decidiram saltar lá de cima, e ver quem chegava mais longe.

Estava a contar os segundos para ver quando é que algum se magoava.

O primo de 16 anos, o “tá-se bem” (era o que ele dizia) não ligava nenhuma.
Começaram com os saltos em comprimento, e depois passaram aos saltos mortais (se tem este nome, será que indicia que alguma coisa pode correr mal?). O baby-sitter adolescente viu o primeiro mortal e levantou-se da espreguiçadeira.
E eu a pensar que ia dar um sermão… mas afinal não, sugeriu um malabarismo mais complicado, em tom de desafio. Do tipo “Não és capaz de ….”.
E eu a ter um ataque de nervos, com vontade de agarrar os quatro putos e o “tá-se bem” pela orelha.

Balanço final: o mais pequenino magoou-se com uma pedra que foi disparada para a sua testa e o mais rebelde ficou a queixar-se do pé.

Moral da história: Não aprenderam. No dia seguinte já estavam a repetir.

Let the games begin

Com a ceia de anos da J., está aberta mais uma temporada de festas de anos, que só acaba no início do Verão.
Assim sendo, todos os meses, vai ser a loucura com tanta festa de anos. E como já havia poucas… agora juntam-se as festas das crianças.
Para o mês de Outubro vamos ter, pelo menos, duas garantidas: a do Estrelinho e a minha.

Nota: Aceitam-se sugestões para o restaurante.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Tróia um mês depois

Depois de tanta publicidade, achámos que Tróia ia estar a abarrotar de gente.
Enganámo-nos redondamente, havia ainda menos pessoas (muito menos) que o normal, e esteve um fim-de-semana fantástico.
A única novidade para além dos avanços nas obras foi o TróiaFashion. A localidade foi invadida por modelos, muitas luzes e som.

Fast-Ceia

Sexta-feira aproveitei das últimas tardes livres (do horário de verão) e fui a Lisboa.
Percorri a cidade toda a pé (Cais do Sodré/ Chiado/ Rossio/ Av. Liberdade/ Saldanha) e depois tudo ao contrário outra vez.
Pelo meio tentei pela enésima vez visitar a A. na sua loja, mas mais uma vez estávamos desencontradas. Não há nada a fazer.
À noite fomos à Ceia de anos da J. A casa estava a abarrotar.
Infelizmente ficámos pouco tempo porque tínhamos que apanhar o ferry para Tróia.
Ainda deu para ficar um bocadinho à conversa, ver a Serla (escrito como se diz), ver a cara à banda da A. ao ver um presente que a J. recebeu e pouco mais.

Casa nova

Quinta-feira foi dia de conhecer a casa nova da A. Muito gira.
Foi também uma forma de nos despedirmos todos da M. de Paris que está com os dias contados para o regresso à cidade do Amor.
E mais revelações… que são quase sempre da mesma pessoa. Isto começa a ficar complicado…

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Museu virtual no Bairro Alto

O Museu saiu à rua!
Agora já não há desculpas para não ver obras de arte.

“Levantamento de grafitti em bairro popular de Lisboa (no Bairro Alto, portanto) procura dar voz a artistas com poucos recursos, de todas as idades, que usam as paredes da cidade como tela.
No site do museu - http://www.museuefemero.com/ - está disponível para download um mapa, onde estão sinalizadas todas as obras, bem como um podcast, com explicações sobre as mesmas”. Público.

A não perder, digo eu.




terça-feira, 9 de setembro de 2008

Observações

Um fenómeno que já reparei no aeroporto, e não foi só no de Portugal… é que as senhoras mais velhas vão sempre ao cabeleireiro para viajar de avião.
Fique atento às mises (não sei se é assim que se escreve) num aeroporto perto de si.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Corrente verde

Anda aí uma mensagem a circular na Internet.
E acho a ideia excelente.
Espalhar verde por todo o lado: flores, relva e árvores.
Um primo meu, sem estar a par desta corrente, já fez a sua parte, como está quase a ter uma criança lá em casa, decidiu transplantar um cato de quase 2 metros que tinha no terraço, para um canteiro vazio na rua.
Também vou comprar o meu pacotinho de sementes.

Em família

Apregoaram que ia estar um “grande temporal” este fim-de-semana que passou, e por isso não fomos para Tróia.
E decidimos pôr a família em dia.
Sexta num jantar com os amigos, sábado o nosso sobrinho-lindo Estrelinho fez-nos uma visita, e mostrou-nos os primeiros passos que está a dar na vida. Aproveitou ainda para conhecer um túnel de vidro que temos lá em casa, mais conhecido por mesa de centro.
À noite recebemos tios e primos para um jantar. Aproveitei para ver pela última vez a minha prima S. grávida. Está quase…

Amor vende-se, e por 2.500 euros

A marca Ralph Lauren vai apresentar um novo perfume, o “Love”, em Outubro nos armazéns londrinos Harrods, e vai custar a módica quantia de 2.500 euros.
Este perfume tão “especial” foi criado a pensar nas mulheres com 25 anos e com grande poder de compra. O perfume terá uma embalagem banhada a ouro.

Já estou a ver os magnatas do petróleo a comprar este perfume, como quem compra uma bica, e a oferecer às 30 mulheres que devem ter.

O que tinha graça, muita mesma, era que ninguém comprasse este perfume… mas há sempre um novo-rico qualquer, ou um multimilionário que vomita dinheiro, e que não sabe o que fazer a tanta nota…

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Jantar de amigos

A M. veio mais uma vez de Paris e juntámo-nos todos na casa da J.
Foi um jantar de revelações, risos, “aborrecimentos”, novidades, coincidências medicinais… enfim a conversa durou até às três da manhã.
Uma das coisas cómicas é que já estávamos a combinar ir ver a Mariza a Paris! (Relembro que a senhora também canta em Portugal). Complicados? Nós? Não…
M., eu e o F. estamos só à espera de saber qual o preço dos bilhetes.
Ah! Já agora vai ficando atenta ao boletim meteorológico para eu preparar a minha valise.

Nota: Até quinta-feira na casa da “Graça”. Nós levamos o vinho.

De scooter em Barcelona

E este post podia acabar no título. É que de facto não há muito mais a dizer.
Ontem fui para Barcelona, para uma apresentação de um acessório novo.
O taxista que nos levou (eu e o meu colega da concorrência) para o Hotel, roubou-nos descaradamente, e eu manifestei que sabia que estava a ser roubada, do tipo “30 euros!?” mas “paguei” na mesma porque a factura já tinha nome.
Depois foi a apresentação, foram lá uns famosos a dizer que aquilo era muito bom, e quando acabou a explicação exaustiva do produto, deram-nos quilos de presentes da marca. Ao fim da tarde (e esta foi a melhor parte) deram-nos a hipótese de ir dar uma volta por Barcelona de scooter, ou de transfer ou simplesmente ficar no Hotel.
Pelo título acho que já perceberam qual foi a minha opção. E foi muito giro. Andámos pela cidade, eu disparei flashs para tudo o que mexia, fomos até um miradouro (que acabei por não saber o nome) e vimos a cidade toda. Estava em êxtase a ver a “Sagrada Família”… o passeio durou cerca de 45 minutos mas pareceram 5.
À noite com um grupo de mais de 100 pessoas fui jantar a um restaurante chamado “Barceloneta” com vista para a marina.
A destacar duas coisas do jantar: quando veio uma das inúmeras entradas*, os restantes jornalistas (alemães, suecos e ingleses) ficaram a olhar porque não perceberam como é que era para comer. Eu e o D., os portugueses de serviço, preparámos com a maior naturalidade, e os outros começaram a imitar de forma atabalhoada.
Fez-me também alguma confusão vê-los comer pimentos padrón de faca e garfo.
Um dos empregados que nos serviu era português e tinha casa na Graça.

*A entrada tinha pão torrado, tomate cereja cortado ao meio e um galheteiro

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Amêijoas

Num dos jantares com os amigos do Porto, o empregado que nos calhou…
A fazer o pedido, um dos pratos que escolhemos foi porco preto com amêijoas e castanhas. Um minuto depois de ter anotado tudo, o senhor volta e diz que já não tem amêijoas, dizemos que não há problema, e o senhor explica que as amêijoas tem que ser frescas, e que vai ligar para lá a perguntar quando é que tem amêijoas frescas, e que garantido hoje e amanhã não vão ter amêijoas, talvez na quarta, na quarta é bem possível. Enfim fomos bombardeados com o percurso da amêijoa, desde que sai do mar até que chega ao prato.
Por debaixo da mesa fazia sinais ao F., que já não estava a conseguir disfarçar a vontade de rir (chegou ao ponto de olhar fixamente para a toalha da mesa, e a fazer riscos imaginários com o dedo).
Mas não ficou por aqui… quando chegou a minha sobremesa, uma tarte de limão, pedi que me desse antes uma colher pequena, ao invés do garfo que trazia.
Resposta do empregado: “Vai comer essa sobremesa com colher?”
Resposta: “Sim, queria uma colher sff”. Trouxe a colher resignado.
No fim não bebemos café no restaurante, queríamos beber na esplanada, e enquanto não trouxe a conta tentou impingir café vezes sem conta.
Enfim um empregado bem castiço.

sábado, 30 de agosto de 2008

Marés Vivas (sem Pamela Andersen)

Tivemos dias fantásticos de praia, mas num deles também tivemos marés vivas…
Já que não dava para estar na praia (porque tinha diminuído consideravelmente de tamanho) nem para ir à água… decidimos fazer uma caminhada na praia com os primos, e documentar (leia-se fotografar/ filmar) o momento.
Lá íamos os quatros a passear numa tira de areia, e tal, e o F. encontra quatro amigos no caminho e ficam à conversa, eu e os primos parámos um bocadinho mais à frente à espera.
De repente vem uma onda, maior do que parecia, mais comprida do que parecia, e eu (a achar que tinha tudo controlado) decidi pôr-me de bicos de pés (!). A onda bateu na duna (que estava mesmo atrás de mim) e voltou para trás, e passou-me por cima.
Em menos de um segundo, estava encharcada, e sentada no meio do chão com o meu vestidinho de malha ensopado, e com a plateia dos amigos do F. a assistir.
Só me restou rir… e tive muita companhia.

Nota: Confirma, as marés vivas são mesmo perigosas, e quando menos se espera somos arrastados. Ah! E não vale a pena pôr em bicos de pés, não funciona mesmo.

As férias em Viana do Castelo

Foram 15 dias de muita praia, esplanada, gelados, corridas com os cães, tostinhas fofinhas de chouriço, tardes na piscina com a família (quando estava nortada), jantares com os amigos do Porto, petiscos em Espanha, "visitas" às feiras locais e muitos debates, pois claro.
Há muito tempo que não tinha duas semanas de seguida só de praia. E foi uma maravilha.

De regresso

Já voltei de férias…

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Sudoeste

E lá fomos nós ao Sudoeste, na sexta-feira, pois claro, ver Chemical Brothers, pois claro!
E ainda bem que fomos! Amei, adorei. Estiveram sempre no seu melhor. Um concerto para não parar de saltar. Aqui fica uma pequena amostra do que foi…



Chegámos quando cantava a Yael Naim, e apanhámos a “melhor” música, a conhecida “New Soul”, música popy. Amanhã já ninguém sabe quem é a senhora…
A seguir foi a vez de Goldfrapp, foi interessante, (conhecia várias músicas, que não sabia que era deles) lá por casa alguém está a pensar seriamente comprar o CD. A vocalista estava a “curtir o momento”.
De seguida, e num estilo um bocadinho diferente, Tindersticks, recomendo vivamente, para quem quiser cortar os pulsos. Só para terem uma noção do feedback do público… estava uma minoria de gatos-pingados a assistir, e dessa minoria, a maioria estava sentada.
E lá para a 1 da manhã, Chemical Brothers, que não desiludiram
Vou passar a ser como à S. que vai a todos os concertos dos Muse (até rejeita viagens de borla à Suíça), mas em versão Chemical Brothers.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

O meu novo vicio



Há uns tempos atrás deram-me de mão beijada uma PSP, assim sem mais nem menos… e achei graça, mas não liguei muito. Entretanto o “Buzz” passou para a PSP, e agora lá em casa só se ouve aquele barulhinho irritante dos jogos electrónicos. Ah! tem versão em português, e quem faz a voz do apresentador é o Jorge Gabriel.

Para quem não sabe o que é o “Buzz” é um jogo com perguntas de cultura geral, e há de tudo: excertos de filmes, bocados de fotografias, pôr por ordem cronológica, enfim muitas perguntas para testar os nossos conhecimentos.

Quem vai à guerra...

John McCain decidiu fazer este tipo de campanha para atacar o seu adversário Barack Obama. Britney Spears e Paris Hilton foram incluídas...



Paris Hilton não achou muita graça e respondeu na mesma moeda. Mai nada.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Fico doente!

Li no Público que uma mulher norte-americana pagou mais de 32 mil euros (!), a cientistas sul-coreanos para clonarem o seu cão de estimação.
Quando leio este tipo de notícias fico doente! Tantas crianças a morrerem à fome no próprio país onde esta “senhora” vive (não precisamos de viajar até à habitual África) e esta atrasada mental vai gastar esta fortuna num cão!
Não é difícil chegar à brilhante conclusão que as pessoas não têm limites, não pensam, e definitivamente, não dão o devido valor ao dinheiro.
Só me apetece dizer palavrões.

Receita para o amor eterno

“Queria ter a certeza que é possível amar uma pessoa para sempre”.
“A melhor coisa que podes fazer é arranjar alguém que goste de ti como és”.

Esta citação é tirada do filme "Juno". É uma pergunta feita pela filha adolescente ao pai. E acho que a resposta é a receita perfeita para o amor eterno.
Essa ideia que ele ou ela vai mudar com o tempo, ou que nós havemos de conseguir dar-lhe a volta, quanto a mim, não é um bom principio.
Ás vezes fico na dúvida se as pessoas estão apaixonadas pela pessoa que têm ao lado, ou pelo projecto que idealizaram, ou pelo que acham que vão conseguir mudar à sua imagem e semelhança.

Juno



Ontem, vi este filme e foi uma agradável surpresa.
Agora percebo porque é que a actriz que faz de adolescente grávida foi nomeada para o Óscar de melhor actriz. Ela, a Juno, não consegue dar uma resposta tipo “sim”, tem sempre que trabalhar cada resposta, fazer comparações, analogias, ironias… Eu ia adorar conhecer esta “pessoa”.
Recomendo vivamente este filme. As pessoas que escreveram “Juno” têm uma imaginação incrível, e eu estou a morrer de inveja , por não ter sido eu.

Vá só mais este trailer. é que gostei mesmo do filme!

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Ultra Maratona Atlântica

No domingo foi dia da Ultra Maratona Atlântica. E o que é que esta maratona tem de diferente das outras? Começa em Melides e acaba em Tróia, o que traduzido em números, são 43 quilómetros, sempre a correr, na praia.
Íamos nós começar a nossa caminhada e vimos todo o aparato à volta da meta, e por acaso apanhámos o terceiro classificado a chegar (eram mais ou menos 11h00).
À tarde, tipo 17h43, e já noutra praia, reparámos que ainda havia maratonistas a passar… O dia escolhido, não foi dos melhores, porque foi dos mais quentes deste Verão, pelo menos em Tróia.

Nota: A prova começou às 8h30 em Melides e o tempo limite de chegada a Tróia, a meta, seria às 17h00. Inscreveram-se 168 atletas, 14 eram mulheres.

Nota 2: Eram para ser 15 mulheres, mas a J. baldou-se.

Xixi

Ora bem, o nosso cãozinho tem uma pancada qualquer com saliências (não consegui escolher uma palavra melhor) que não se percebe.
O local mais problemático é a praia, se não estamos atentos, vai tudo regado a xixi.
No seu top três dos spots preferidos estão os troncos, os castelos feitos na areia, e as mochilas/ toalhas de praia amarfanhadas.
E assim temos que ter mil olhos, para não incomodar ninguém… este domingo o Gaudí (solto na praia) decidiu marcar terreno em cima de mais um tronco, o único problema, é que no tal tronco estava um senhor sentado. Que também ficou marcado com o xixi do Sr. Gaudí.
Que vergonha!
O senhor teve a melhor reacção possível, e disse que não havia problema, mas foi uma situação muito embaraçosa. Ainda bem que era o F. que estava a tomar conta!

Não sabe/ não responde

Mais um fim-de-semana em Tróia, mas com uma “ligeira” diferença no sábado… porque foi dia de despedida de solteira da J. na Comporta (que é mesmo ali ao lado).
Carro com lotação esgotada de “fracotas” rumo à Comporta… um dia de praia fantástico, em muito boa companhia, fotos mal tiradas (com direito a cabeças cortadas e tudo), muito sol, e um fim de tarde na esplanada imbatível. Foi a vez da noiva surpreender!
Nesta esplanada/ restaurante “Ilha do Arroz”, bebi a melhor sangria branca* de sempre. Recomendo! E matei saudades dos pimentos pádron, que só costumo comer quando estou de férias no Norte.
Foi um dia fantástico, que passou a correr.
Elas seguiram viagem para a noite de despedida, e eu fiquei pelo Alentejo.

* Receita da Sangria Branca: vinho branco, 7up, laranja, limão, hortelã e gelo (acho que não me estou a esquecer de nada). A experimentar.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

1 de Agosto

É a debanda geral, fugiu tudo, não há carros, não há portugueses, não há trânsito. Em compensação temos muitos lugares de estacionamento, muitos turistas (que dão sempre cor à cidade) e não há filas no supermercado, enfim, é um descanso. O mesmo não podem dizer os algarvios, coitados!

quinta-feira, 31 de julho de 2008

A M. vai de havaianas para o trabalho

No Público podemos ler a seguinte notícia:
“A ONU recomendou ontem à noite aos funcionários e corpo diplomático que deixem nos armários a roupa tradicional e optem por uma indumentária informal que se adapte melhor ao novo plano de poupança energético a implementar na sede da organização. É a iniciativa "Cool UN", e que arranca na sexta-feira, para reduzir o uso do ar condicionado, reduzir as emissões e poupar dinheiro (…).
[Assim com a flexibilização] do código de vestuário cerca de cinco mil funcionários podem adaptar-se ao aumento da temperatura ambiente, já que a temperatura na sede da Secretaria da ONU vai passar de 22,2 para 25 graus centígrados. (…) Durante os fins-de-semana serão desligados os sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado. A ONU calcula que a diminuição do consumo de energia com o desligar do ar condicionado permitirá reduzir em cem mil dólares a factura energética do edifício e evitar a emissão de 300 toneladas de dióxido de carbono, um dos gases com efeito de estufa”.

Para quando uma alteração do código de vestuário no nosso país? Malta temos que nos modernizar! Não é só ter estádios de futebol novinhos em folha a custar milhares de euros e organizar Expos. O último grito é mesmo a havaiana. M. eu sempre achei que tu eras muito à frente…

Pois…

E no mês que decidi acabar com o meu Blog, escrevo mais posts que nunca, bato recordes… Típico.

Faça favor de entrar

“A Leonor já anda cá a bombar!” este é o excerto do e-mail enviado hoje de madrugada para a redacção. Uma boa notícia logo de manhã!
E perguntam vocês quem é a Leonor? É a filha do meu chefe, que não estava com muita vontade de sair cá para fora…
A julgar pelo primeiro filho, que parece que foi desenhado a régua e esquadro, a Leonor vai ser uma brasa. Parabéns chefe!
E agora se não for, vou ter que dizer que a criança está muito bem vestida…

Nota: Já só falta nascer mais um bebé em 2008, o meu primo-lindo que vai entrar neste mundo no fim de Setembro. Estou em picos!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Post-it

Escrevo, para deixar falar.

terça-feira, 29 de julho de 2008

www.artbuilding.eu

Na rua do Jardim do Regedor, nº27 a 35, nos Restauradores, isto é, uma das ruas transversais à rua do Coliseu de Lisboa, temos o que se pode ver na foto abaixo.
Chama-se Art Building significa arte pública, ou seja, na rua, à vista de todos, transposta para a vedação de edifícios em construção ou reconstrução, sem ter que pagar bilhete para ver.
“Jovens artistas transformam a cidade em Museu a céu aberto, onde a cultura está acessível a todos”. São literalmente “o/Obras com Arte”.

Esta obra de arte com “senhores” todos encavalitados chama-se “Peek to Heaven”, e é de Lucas Milà.

Estejam atentos, a arte saiu à rua.



Foto: É minha. Pois claro.

“Vá filho, escolhe um doce, e vamos embora”

Não sei muito bem como funcionam este tipo de conversações, entre pais e filhos, mas é o que costumo ouvir nos supermercados e Hussels deste país.
A sorte dos pais portugueses é que a loja norte-americana “Dylan’s Candy Bar” não existe cá, se não a conversa seria mais do tipo “escolhe um doce por andar, e vamos embora”. É que são “só” três andares cheios de doces, de todas as cores e feitios, e com especialidades dos quatro cantos do mundo. Que delírio! E o espaço está decorado a rigor, assim não há criança que resista.
Pai quero ir a Nova Iorque!

Segundo a minha mãe, quando eu pedia um doce, nem sempre a resposta do outro lado era positiva, a minha mãe explicava que não podia comer tantos porque fazia mal, ou porque não tinha jantado… enfim, a questão é que eu aceitava a resposta, e não fazia fita. Eu quero uma filha assim.
É claro que agora, diz que me porto muito pior, e que como mais porcarias. “Não sei onde é que foste buscar esses vícios!”. Mães… quem não tem uma igual, atire a primeira pedra.

Curiosidade: A loja é de Dylan Lauren, filha de Ralph Lauren*, portanto. O conhecido estilista americano. (*Informação para o público masculino).



Dito popular mortífero

Uma das coisas que a minha mãe mais diz é: “Quem muito escolhe, pouco acerta”.
E para não variar, tem toda a razão.
E foi o que me aconteceu, com tanta variedade, não sabia para que lado me virar, tudo parecia possível, mas quando estava num lado, não estava no outro. E vice-versa.
Ao invés de decidir, optar, escolher, achei que dava para agarrar o mundo com as duas mãos, e não deu. Nem todas “as decisões tomadas” foram más, mas não foram cirúrgicas, e agora não dá para voltar atrás. Está feito, está feito.
Estou naquela situação que não é uma coisa, nem é outra… é morno, quase quente e quase frio.
“Antes isso que uma perna partida”… diria o meu pai, expressão que só me dá vontade de rir, porque não tem nada a ver com nada. E se desse para escolher, confesso, eu preferia a perna partida.

Tróia report 5: Descubra as diferenças


Julho 2007

Dezembro 2006

Novembro 2005

Junho 2005

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Tróia report 4: os bastidores

Uma das coisas que mais me impressionou com o início das obras em Tróia foi a quantidade de árvores que foram cortadas, umas boas dezenas (só à frente de nossa casa). Doía-me a alma a ver tamanha atrocidade.
Como já passou algum tempo desde que Sócrates mandou abaixo uma das torres da localidade (o “cortar de fita” oficial para o começo das obras), o F. já andava a inventar que as árvores tinham sido transplantadas… quando eu me lembrava perfeitamente dos senhores de serra eléctrica em punho, a cortar árvore atrás de árvore.
Moral da história, nem tudo ficou perdido, agora estão a plantar muitas árvores em toda a localidade, continua a ver-se muita bicharada (pássaros, borboletas e insectos que nem sei o nome) e a paisagem apesar das grandes transformações, não sofreu grandes alterações. Parece que não faz lá muito sentido o que acabei de dizer… mas faz.
Ainda bem que o eco-turismo está na moda. Modernices.








quinta-feira, 24 de julho de 2008

Se não podes com eles…

Já não há paciência, ou “já não há saco” como diz a T. para aturar o cão do meu vizinho do lado. Aquela amostra de canídeo é mesmo irritante!
Apanho com cada susto quando estou a abrir a porta de casa...
E como já tentámos de tudo para ver se ele não ladra, ou se ladra menos, e nada funciona… decidimos ser tão irritantes, ou pior, quanto o Dum Dum (o nome do cão, portanto).
E então o que é que nós fazemos? Ladramos também. Imitamos na perfeição qualquer som emitido pelo bicho, e não é que ele fica irritado. Ele muda o registo sonoro, mas nós acompanhamos.
Numa das vezes, a dona estava atrás da porta, e ouviu os nossos latidos… e disse: “Anda Dum Dum, que é só gente estúpida” (!). Que lata!
O F. ia morrendo quando ouviu tal frase, e disse que ia pensar num plano diabólico… tu queres ver que agora vamos começar a miar? Já estou por tudo.

Nota: Aceitam-se sugestões para o plano diabólico.
Nota 2: O F. ladra muito melhor que eu (não sei se isto é um elogio) porque já tem muitos anos de treino a ladrar à criançada…
Cada um com a sua pancada.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Pastilhas grátis para todos

Hoje e amanhã, dia 23 e 24 de Julho (para ser mais precisa) a Trident vai estar a dar pastilhas a todos os lisboetas atentos.
São 50 mil caixinhas que estão a ser distribuídas nos muppis espalhados pela cidade, ou seja, estão literalmente coladas nos muppis, e depois é só tirar.
A marca apresenta dois novos sabores da sua gama Splash: Maçã-Alperce e Limão-Menta, que cobrem 15 painéis em Lisboa.
E quais são os painéis escolhidos? Não se sabe, mas o meu palpite, é que um dos sítios escolhidos deve ser a Avenida da Liberdade.

Nota: Segundo consta, esta campanha também vai passar pelo Porto e Braga, e vai durar até 30 de Setembro.





Fotos: Casa da Imagem

Morrer lentamente é que não...

Se calhar é melhor marcar o jantar

Lembram-se de um post que escrevi sobre um grande amigo do F. que nos apanhou de papo para o ar na esplanada, quando devíamos estar a visitá-lo mais à sua mulher e a filha recém-nascida?
Durante essa visita que acabou por se concretizar, o F. disse: “depois para a semana podiam jantar lá em casa” (estranhei o convite, pela iniciativa em si).
E é claro, que por pura preguiça, não houve jantar para ninguém. E nessa semana cruzámo-nos, por acaso, com a mulher e com a filha, quando íamos ao cinema.
Esta semana, mais precisamente, ontem, demos de caras com o grande amigo em pleno El Corte Inglés quando andávamos à caça de umas havaianas.
Depois de nos termos despedido do amigo T., disse ao F.: “Se calhar é melhor marcar o jantar?”. Resposta obtida: “Ah, não há problema”.
É que eu já sei que para a semana, vou dar de caras com um dos dois outra vez…

terça-feira, 22 de julho de 2008

Definição

Gelado com sabor a cozido à portuguesa, azeite com sabor a manga, batatas fritas que sabem a picanha, chocolate com pimenta, creme hidratante com extracto de azeitona, homens que parecem mulheres, mulheres que afinal são homens. Essa mania de tudo caber numa determinada caixinha, e que não pode sair do sitio… já era.
Nada é o que parece, e só abrindo a embalagem é que descobrimos. Nunca a palavra “surpresa!” teve tanta força. E de facto a diversidade foi das melhores coisas que inventaram.

A foto abaixo, que parece um frasco de perfume, é uma garrafa de tequila… a que é que saberá?

Estas miúdas estão mesmo a precisar de apanhar sol…




Foto: da marca de roupa Desigual

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Tróia Report 3: O paraíso







É por esta razão que eu adoro ir para Tróia.
As fotos foram tiradas este fim-de-semana.

Tróia Report 2: O estaleiro


Setembro 2007

Fevereiro 2008

Julho 2008

Creme preventivo

Na sexta-feira fui comprar um creme anti-rugas para mim.
E pedi ajuda a uma empregada na loja.
A senhora disse: “Você deve andar na casa dos 30 blá blá blá” (e nem me lembro mais do que é que disse a seguir).
Fiquei para morrer.
Corrigi-a: “29”.
E a senhora continuou: “Pois blá blá blá blá… mas o que precisa é de um creme preventivo e não de um anti-rugas blá blá blá”.
Ah! Pronto (pensei).
Saí da loja com o creme aconselhado, presente (atrasado) da minha mãe, do dia da criança.
Ironia?

Hoje ainda não tinha dito que Portugal é mesmo muito pequenino

O pai do F. foi a Tróia na semana passada, ver os avanços das obras na localidade, e para curtir uns dias de sol.
Na viagem de ferry para Tróia, um senhor dirigiu-se ao pai do F. para perguntar que volta tão comprida era aquela que estavam a dar, porque não estava a reconhecer o percurso (há de facto um novo percurso).
E quando olham um para o outro, reconhecem-se, grandes amigos da juventude que eram, quando viviam no Porto (o pai do F. pelo menos já não vive).
E foram em amena cavaqueira até ao fim da viagem.
Resta dizer, que este amigo do meu sogro, é tio de uma amiga minha (que lê este blog), que por sua vez namorou a irmã do meu sogro.
Perceberam?

quarta-feira, 16 de julho de 2008

A prova do vestido de noiva

Ontem fui assistir à prova de vestidos de noiva da J.
Numa sala de espelhos com três cadeiras para a assistência, éramos quatro a opinar, mais a noiva no meio, e por fim a senhora empregada que nos atendia, e punha na ordem!
A J. escolheu os vestidos que queria experimentar, ficavam todos bem, mas muitos eram parecidos, foi então que nós as quatro, quase ao mesmo tempo, dissemos que íamos buscar outros, de outro estilo.
A senhora empregada travou-nos, qual meninas de 15 anos desvairadas, e disse que ela é que escolhia (!) porque depois ia ser uma confusão, com cada uma a escolher um vestido diferente. Fomos todas apanhadas de surpresa com tal reacção.
E então como dissemos que queríamos um estilo diferente, a senhora aparece na sala com um vestido tipo walt disney com uma fita grená na cintura, e a saia com um tecido tipo cortinado. Rejeitado. Nos seguintes decidiu não inventar tanto, e correu bem.
A noiva experimentou cerca de dez vestidos, incluindo um da Agatha Ruiz de La Prada (de facto esta senhora faz tudo… mas vestidos de noiva não sabia), e ficou de pensar. Até porque vai haver outra prova de vestidos noutra loja.
Vamos lá ver qual vai ser o escolhido.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Custa-me…

Custa-me fazer conversa de chacha, custa-me ter que fazer convites de conveniência, custa-me ter que fazer visitas de conveniência, custa-me.
E ganhava muito mais se trabalhasse o meu quase inexistente lado diplomático… se engraxasse o chefe, se engraxasse no geral. Se calhar não ficava a “ver navios”, antes pelo contrário, estava dentro do navio a fazer adeus aos outros.

"Procurado"



Ontem fui ver este filme ao cinema.
É um filme de acção com carros a voar, armas potentes, perseguições a pé ou à boleia, muita pancadaria, cenas impensáveis, e com muitos momentos para rir. Um filme com a imaginação ao rubro, onde tudo, tudo é possível.

Se me perguntam: é um bom filme? Tem uma história profunda? A resposta é não, mas se me perguntarem: fartaste de rir? E é um filme cheio de imaginação em todos os sentidos? A resposta é sim.
Um filme para ver com os amigos.

Sinopse
“Baseado na explosiva novela gráfica de Mark Millar, «PROCURADO» conta a história da transformação de um perfeito desconhecido e apático indivíduo [é claro que tinha que ser contabilista de profissão!] num justiceiro sem paralelo.
Wesley Gibson (James McAvoy) era o mais descontente, caseiro e monótono ser que o mundo alguma vez conheceu, até se cruzar com Fox (Angelina Jolie), uma sexy e mortífera assassina profissional que recruta Wesley para «A Fraternidade», uma sociedade secreta que treina Wes para vingar a morte do seu pai”.