quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Um achado


Arrisquei comprar uma embalagem de 4 hambúrgueres de carne de vaca Continente Gourmet com tomate seco e sal. Não precisam de mais nenhum tempero, basta grelhar na chapa sem nada e já está. São muito bons e a embalagem custou 3,50€. A repetir.
Fez sucesso cá por casa*.

*E o F. é um esquisitinho com a carne.

A festa do Kiko


A primeira grande festa que marcou o Francisco foi o casamento do padrinho. Nos dias seguintes só dizia: "quero ir a um casamento". Depois as festas de anos de família, os jantares do sapatinho no Natal, e agora as festas de anos dos amigos. A festa do momento é a do Kiko. Estou a vesti-lo de manhã para ir para a escola e pergunta "estamos a ir para a festa do Kiko?", entramos no carro e pergunta "podemos ir para a casa da cataina (Tia Catarina)?"
Não há sossego. O que vale é que se avizinham muitas festarolas: a da madalena, a do pai, a da mana...

sábado, 26 de janeiro de 2013

Big Five


E porque começo a achar que gosto mesmo de andar em hospitais, na sexta-feira fui com a Benedita ao Hospital de Santa Maria, para continuar a participar no estudo que andam a fazer.

A Benedita e eu participamos em várias actividades/ testes e os médicos observam e filmam como interagimos (tipo ratinho de laboratório) e eu no fim tenho que responder a uma catrefada de questionários: um sobre quem cuida e está com o bebé no dia-a-dia, se a mãe, o pai ou os dois; outros sobre o bebé e outros 2 sobre mim. E aqui é que a coisa complica…

Um dos questionários é sobre como me senti na semana que passou. E são perguntas bem profundas e bem difíceis de responder. E o outro é sobre o que eu penso sobre mim em todas as vertentes da minha vida… E se é para ser sincero, é para ser sincero. É às vezes é complicado dizermos mal de nós próprios. Ali não dá para assobiar para o lado, não dá para pôr a música mais alto e tentar não pensar sobre coisas que nos incomodam. Ali é para responder, sem tretas pelo meio, se acho que sou boa mãe? Se acho que sou boa pessoa? Se sou uma pessoa competente? Se levo as minhas tarefas até ao fim? Se sou altruísta? Se gosto de agradar aos outros? Se agredi alguém fisicamente na semana que passou? (Dei umas palmadas ao Francisco e sinto-me a pior pessoa do mundo) e portanto tive que responder que “sim” no questionário. Se na semana que passou senti que tinha amigos com quem podia contar? E por aí fora…
Saí de rastos do hospital depois de um questionário tão hostil? Directo?
Custa muito olhar ao espelho.

Este teste de que vos falo dá pelo conhecido nome BIG FIVE e é constituído por 132 itens de resposta múltipla que avalia cinco dimensões da personalidade:

·    Extroversão (subescalas Dinamismo e Dominância)
·    Amabilidade (subescalas Empatia e Cordialidade)
·    Conscienciosidade (subescalas Meticulosidade e Perseverança)
·    Estabilidade Emocional (subescalas Controlo das Emoções e Controlo dos Impulsos)
·    Abertura à Experiência (subescalas Abertura à Cultura e Abertura à experiência).

E inclui ainda uma escala de validade (Distorção) para medir a Desejabilidade Social.

Eu avisei que responder a este teste não era pêra doce…

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Boa acção


Quando o Francisco ficou internado no Hospital S. Francisco Xavier uma das enfermeiras falou-me da falta de roupa para crianças a partir dos 2/3 anos que eles tinham. Prometi à enfermeira que daria roupa para as crianças mais carenciadas que ficam internadas no hospital.
Ontem cumpri a minha promessa.
E vieram-me as lágrimas aos olhos quando voltei a fazer o mesmo percurso até ao piso de pediatria. Foi completamente inesperado, não pensei que tivesse essa reacção. Mal consegui construir duas frases. Falei quase em código morse para não passar a vergonha de chorar à frente das enfermeiras ou do segurança com quem falei até chegar ao meu destino…
A memória é lixada.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Lá por casa…


O Francisco com alguma regularidade baixa as calças para chamar a atenção.

A Benedita guincha ou finge chorar para chamar a atenção.

A mãe, eu portanto, tento dar um ar de normalidade a tudo: “Nico quando quiseres puxar as calças para cima, estás completamente à vontade”. Tento dar conversa, enganar a Beni com sorrisos e graçinhas do lado de cá do parque.

Aqui em casa funciona o modo-não-escândalo/ não-drama. Se der uma ponta de importância que seja, um dia o meu filho anda nu pela casa e a Benedita desata a cantar ópera. E eu quero manter alguma sanidade. Só um bocadinho.

E sim, já experimentei o outro método e não funciona mesmo nada. Só piora.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Presente para o menino Jesus


Na sala de aula do meu filho uma das “últimas tarefas” que todos tiveram era dizer que presente simbólico é que cada um iria dar ao menino Jesus. Todos foram uns meninos muito lindos e todos fizeram a sua promessa para o menino Jesus, todos menos…  o Francisco.

Nesse dia, quando eu e o F. fomos buscar o Francisco à escola, a professora “com ar de caso” veio ter comigo a pedir-me ajuda, e lá explicou a tal história… Prometemos que íamos tentar convencer o nosso filho.

E aqui que ninguém me ouve, achámos mesmo muita graça que o nosso filho tenha sido “contra a corrente”, lá porque a professora diz que algo deve ser feito, o meu filho não tem que ser carneiro e obedecer a tudo. Mas lá pressionámos o Francisco a dar um presente ao menino Jesus, uma criança com quem não nunca esteve.

Depois de muito insistirmos, lá disse que dava a bicicleta dele, que adora de paixão, é dos brinquedos que mais usa! Depois explicámos que tinha que ser algo imaterial, e então lá prometeu, a ferros, que ia ser amigo da professora e da auxiliar. E tive como testemunha a auxiliar desta benfeitoria. Quando me fui embora para o trabalho, já na sala, sem me ter por perto, o Francisco mudou o discurso, e disse com muita dificuldade, que o seu presente para o MJ seria “ser amigo de todos”.  Cá estarei para ver.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Só faltava mesmo o Pocoyo

A simbiose perfeita entre os desenhos animados do Francisco e a música favorita do Francisco.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Vídeo ordinário

Aviso: Este vídeo é MESMO muito ordinário. Não o vejam ao pé dos vossos filhos nem se ponham a ouvir isto no local de trabalho ou perto de estranhos.

Nunca mais na vida vou "olhar" para um pudim da mesma forma. Palavras para quê, vejam o vídeo e riam à gargalhada. No mínimo.




domingo, 13 de janeiro de 2013

O vídeo que anda a fazer furor 2 (e respondendo ao teu comentário Mary)


Para além do vídeo ser desinteressante por si só e o tom de voz da Pepa ser completamente ridículo (ela "abre" a boca e já começa a enervar).
Confesso que não percebo o objectivo da campanha…  Claramente não devo ser o público alvo.
Mas o que mais me irrita ainda são as vozes que apareceram a defender a rapariga, a dizer que somos todos uns hipócritas, que no fundo todos desejamos secretamente uma mala Chanel, e que só não temos coragem para o verbalizar. Que coitada da miúda (ela tem 25 anos! Ainda não percebi até que idade se é miúda), ainda não tem filhos e contas para pagar e por essa razão é normal que os interesses dela se virem para a futilidade. Que é normal que uma pessoa resolvida, que não tem problemas familiares e financeiros, possa sonhar com outro tipo de coisas mais fúteis. Lamento, mas não concordo com nenhum argumento. E ainda bem que não somos todos assim. Mal seria se todas as pessoas com poder de compra e “resolvidas” (vamos chamar assim a pessoas que não têm problemas) não tivessem outro tipo de interesses do que encherem-se de objectos em casa. Enfim… mas isto sou só eu, uma pessoa que não é “resolvida” e que para 2013 só pediu que o meu pai voltasse a ver. Sou mesmo muito básica!

Susto de morte...

Nunca achei piada nenhuma a apanhados. Mas este é de gritos.
Vejam o vídeo. Se me acontecesse isto eu morria no elevador! O F. que adora pregar-me sustos (desde que eu o conheço) diz que só me imaginava nesta situação...

Existe de facto um vídeo que o F. e uma amiga nossa fizeram comigo a apanhar um susto... Imaginem o cenário: estávamos só nós os 3 numa casa de férias, no norte, numa zona balnear em pleno Inverno. Não estava ninguém nas casas circundantes. Só nós.
A janela da cozinha desta casa é um enorme rectângulo, que dá para o jardim e por sua vez para a rua. Era de noite. Não se via nada lá para fora. Silêncio total e absoluto. Eu sozinha na cozinha, de repente vou ao lava-loiças, que está de frente para a janela, e só vejo uma pessoa a saltar para a frente da janela a bater com as mãos no vidro e a gritar. Ia morrendo! A pessoa era o F.
Eu nem me apercebi que estava uma câmara de filmar no balcão da cozinha.

Estou farta de dizer ao F. que podíamos fazer um bom dinheiro com o vídeo. Mas ele não me liga nenhuma. Vendíamos para os programas do mundo inteiro de apanhados... eu acho que ia render...




sábado, 12 de janeiro de 2013

O vídeo que anda a fazer furor na internet




Não sou de pessimismos mas anda por aí muito português com uma vida difícil, porque não tem emprego, porque é mal pago, porque quer ter mais filhos mas não têm, porque não se sabe o dia de amanhã, enfim… O ano assim de caras avizinha-se negro.

E vai daí a Samsung convida uma data de bloggers da moda para dizer o que é que desejam para o ano de 2013, e uma delas desejou poder comprar uma “mala Chanel, daquelas pretas, clássicas”… e confesso que fiquei estarrecida! Fiquei parva com tanta futilidade junta. Claro que todos nós gostamos de ter coisas novas, independentemente do que seja, daí a ser um desejo para o novo ano. Não é preciso pedir paz no mundo mas para 2013 comprar uma mala?

E com este anúncio parvo a Samsung de certeza que mandou a agência criativa plantar couves…

O vídeo é uma anedota pegada. A não perder.
Rir para não chorar.

A crónica de hoje do Bruno Nogueira na TSF também foi sobre este anúncio. Dói a barriga de tanto rir.




sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Sobre a operação


Sei muito pouco. Que o olho do meu pai estava “uma lástima”, palavras do médico, e que correu bem a operação. Não sei muito mais. Os meus pais vão para operação uma pilha de nervos, voltam uma pilha de nervos e fazer perguntas aos médicos… que é bom, nada! Quando as consultas são em Lisboa e eu consigo ir, eu faço literalmente o papel de mãe do meu pai, acompanho-o durante a consulta e faço muitas perguntas ao médico.

Eu sou a paciente chata que quando está doente quer saber tudo, como é que fiquei assim, como é que se chama a bactéria, quem são os amigos da bactéria, com quem é que teve um caso, tudo, tudo… Estou a aparvalhar para não chorar. Confesso que começo a ficar um bocadinho desanimada…

Isto tudo para dizer que estamos neste momento numa de esperar para ver…

domingo, 6 de janeiro de 2013

Deixar de VER é...


deixar de saber quem está perto de nós, o que nos rodeia, é perder o equilíbrio, e perder o norte, perder a autonomia. É deixar de poder ler um livro, uma revista, um letreiro, deixar de saber quem nos liga para o telemóvel. É deixar de fazer coisas que se fez toda a vida sozinho e agora só consegue com ajuda: comer, tomar banho, deslocar pela casa.
É reduzir nas saídas de casa, é não conseguir pegar nos netos ao colo (a não ser que o façamos pelo avô), é perder o contacto com o mundo.
O meu pai vai ser novamente operado a um dos olhos já nesta segunda-feira. E peço a todos os meus leitores fofinhos muita energia positiva, muita mesma. É desta que o meu pai fica bom. É desta.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Antes e depois 2


Para fazer programas com a criançada é de rir.
A manhã passou a ser uma opção muito viável. Vamos ao circo? Sim, de manhã. Vamos à Quinta Pedagógica dos Olivais? Sim, de manhã. Etc... etc... etc...
Assim como assim já está tudo acordado lá em casa, mais vale gastar energias fora de casa. E os dias até parecem mais compridos…

Antes e depois


Quando se passa a ter filhos, e os nossos amigos também têm filhos. As horas a que comunicamos, as horas a que combinamos encontros mudam da noite para o dia.

Até a uma certa hora da manhã dá para telefonar, hora de almoço é de evitar, à tarde comunica-se por mensagem não vá uma criança estar a dormir a sesta, e ao principio da noite também não convém ligar porque começam os banhos e jantares e lavar os dentes e ir à casa de banho e ler a história e e e…

Em síntese comunica-se muito mais por mensagens do que por telefone. Ninguém quer arriscar a interromper o descanso sagrado dos pais.

Na semana que passou liguei a uma amiga, mãe de filhos, a horas que não lembram ao careca, coisa que nunca faço. E a reacção foi exemplificativa disso. Assim que ela atendeu o telefone disse: “Estás grávida?”.

Perceberam agora quando eu digo que, a certas horas quando se telefona a alguém com filhos, das duas uma: ou se está grávida ou a pessoa não tem filhos e não está a par destes horários malucos. Ah! Ou então não sabe ver as horas como deve ser (que foi o meu caso).

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

As perguntas do costume com a Benedita (mas que também podiam ter sido para o Francisco)

1 -Ela é sempre assim tão sossegadinha?
2 - Já gatinha/ anda?

Na primeira questão os meus filhos brilham, são os maiores, os melhores a inveja de muita mãe com sono.

Na segunda questão a coisa complica-se, perdemos mesmo todos os pontos que andámos a angariar. Simplesmente não se passa nada. Quando as outras crianças todas aos 3 meses já falam francês e tocam piano. Os nossos filhos nem ai, nem ui. Os filhos dos outros são Mestres do Ballet e do Karaté. Os nossos quanto muito comem uma sapatilha enquanto esperam que alguém os transporte para algum lado. Por aqui é comer, dormir, dançar e bater palmas. Coitados com tanto para fazer os nossos filhos não se conseguem ocupar de outras coisas. Lontras!

Nota: E depois ainda me perguntam como é que os meus filhos têm umas bochechas tão grandes.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Não confundir com lista de supermercado...

Kit Kat black, Ferrero Rocher, Bacci, After-Eight, Toblerone, Cadbury de leite, Torta de Cenoura, Sonhos, Frutos secos, Haagen Dazs, Mousse de chocolate, Tronco de Natal, gomas, chocolate com recheio de laranja, Pais Natal de chocolate, Mousse de limão, Arroz doce e Bombons da Sú... Confesso fiz desaparecer todos estes items no mês de Dezembro.
Peso na consciência? Zero. Peso extra na balança? 2 kg. Temos drama? Nenhum. De Janeiro a Novembro volto ao meu modo regrado. Adivinhem o que é o jantar lá em casa hoje? Peixe cozido com legumes. E o de ontem? Bife grelhado com legumes cozidos.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Para 2013...

... não vai nada, nada, nada.
Este ano não fiz uma lista de resoluções. Zero.
Não vale a pena acreditar que me vou tornar uma melhor pessoa, que vou deixar de comer gomas (estou a gozar comigo nesta deixa das gomas), que vou tentar não dizer tudo o que me vem à cabeça, que vou ser pontual sempre, que me vou pôr a milhas do meu actual emprego.

Não estou pessimista em relação ao novo ano, nem optimista. Simplesmente não estou coisa nenhuma. Esta pressão imensa de que no novo ano tudo vai mudar, tudo vai melhorar e por vezes a desilusão lá para meados de Dezembro porque pouco ou nada mudou.
Atenção, isto não é uma queixa, sou muito feliz, tenho noção que sou uma afortunada. Que nem tudo corre bem, é verdade, não corre, mas não tenho paciência para "chorar sob o leite derramado". Sou muito prática. As coisas não estão bem hoje, amanhã tem que estar. Ponto final.

Para 2013 zero resoluções. E um pedido. Só um, que não é para mim, e que dê por onde der terá de se concretizar. Não sou católica mas se necessário até rezo, até faço uma promessa.
Quando o desejo se concretizar revelarei o meu pedido.


terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2012, o meu ano em síntese (só os melhores momentos)


Janeiro – Terminou a saga do nome do nosso 2º filho. Escolhemos o polémico “Benedita”.

Fevereiro – Nasceu a sobrinha Madalena. Eu a minha amiga-grávida-gémea sempre a par e passo!

Março – Nasce a Benedita! Sem dúvida o melhor acontecimento do ano.

Maio – Eu o o F. comemorámos muitos anos de namoro. Acho que 12.

Agosto –Pela primeira vez desde que estou a trabalhar, consigo ter 3 semanas de férias seguidas em família (isto porque estava de licença de maternidade).

Setembro – Francisco entra para a escola.

Outubro – O padrinho do meu filho casa-se na praia e o Francisco é o menino das alianças.

Dezembro – As celebrações de Natal com família e amigos. Nasce o sobrinho Diogo.

Uma história inacreditável (mas muito real)


Imaginem isto… uma rapariga estava em casa e começou a sentir-se mal, pareciam dores de menstruação, mas mais fortes. Tomou um ben-u-rou, e a dor não só não passou como começou a aumentar. No fim das contas acabou por tomar 3 ben-u-rons. De repente começou a ter uma hemorragia. Foi para o hospital.

O médico que a viu informou-a: você está em trabalho de parto, daqui a meia-hora deverá ter o seu bebé nos braços.

Pequeno pormenor, a rapariga de 21 anos não sabia que estava grávida, nunca deixou de tomar a pilula, teve sempre menstruação, e nunca teve barriga. Estão a imaginar o choque?

E assim de um momento para o outro uma trabalhadora-estudante entra no hospital com uma hemorragia e sai com um bebé debaixo do braço.

Nasceu há dias uma bebé de 33 semanas, chama-se Mariana e é uma miúda cheia de saúde. Está fantástica.

Não houve cá folifer, folicil, ecografias, análises, listas de nomes para o bebé, cursos pré-parto, malinhas do bebé e da mãe, o carro com o tanque cheio e por ai fora. Nada de nada.

Os pais da rapariga de 21 anos que foram para o hospital, e estavam na sala de espera a magicar que doença é que a filha deles poderia ter, receberam a notícia do médico mais ou menos assim: “Tenham calma, é só para vos informar que daqui a meia-hora vão ser avós”.

Esta é sem dúvida umas das histórias mais giras deste blog!


Uma história inacreditável (mas muito real)


Imaginem isto… uma rapariga estava em casa e começou a sentir-se mal, pareciam dores de menstruação, mas mais fortes. Tomou um ben-u-rou, e a dor não só não passou como começou a aumentar. No fim das contas acabou por tomar 3 ben-u-rons. De repente começou a ter uma hemorragia. Foi para o hospital.

O médico que a viu informou-a: você está em trabalho de parto, daqui a meia-hora deverá ter o seu bebé nos braços.

Pequeno pormenor, a rapariga de 21 anos não sabia que estava grávida, nunca deixou de tomar a pilula, teve sempre menstruação, e nunca teve barriga. Estão a imaginar o choque?

E assim de um momento para o outro uma trabalhadora-estudante entra no hospital com uma hemorragia e sai com um bebé debaixo do braço.

Nasceu há dias uma bebé de 33 semanas, chama-se Mariana e é uma miúda cheia de saúde. Está fantástica.

Não houve cá folifer, folicil, ecografias, análises, listas de nomes para o bebé, cursos pré-parto, malinhas do bebé e da mãe, o carro com o tanque cheio e por ai fora. Nada de nada.

Os pais da rapariga de 21 anos que foram para o hospital, e estavam na sala de espera a magicar que doença é que a filha deles poderia ter, receberam a notícia do médico mais ou menos assim: “Tenham calma, é só para vos informar que daqui a meia-hora vão ser avós”.

Esta é sem dúvida umas das histórias mais giras deste blog!