quinta-feira, 31 de julho de 2008

A M. vai de havaianas para o trabalho

No Público podemos ler a seguinte notícia:
“A ONU recomendou ontem à noite aos funcionários e corpo diplomático que deixem nos armários a roupa tradicional e optem por uma indumentária informal que se adapte melhor ao novo plano de poupança energético a implementar na sede da organização. É a iniciativa "Cool UN", e que arranca na sexta-feira, para reduzir o uso do ar condicionado, reduzir as emissões e poupar dinheiro (…).
[Assim com a flexibilização] do código de vestuário cerca de cinco mil funcionários podem adaptar-se ao aumento da temperatura ambiente, já que a temperatura na sede da Secretaria da ONU vai passar de 22,2 para 25 graus centígrados. (…) Durante os fins-de-semana serão desligados os sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado. A ONU calcula que a diminuição do consumo de energia com o desligar do ar condicionado permitirá reduzir em cem mil dólares a factura energética do edifício e evitar a emissão de 300 toneladas de dióxido de carbono, um dos gases com efeito de estufa”.

Para quando uma alteração do código de vestuário no nosso país? Malta temos que nos modernizar! Não é só ter estádios de futebol novinhos em folha a custar milhares de euros e organizar Expos. O último grito é mesmo a havaiana. M. eu sempre achei que tu eras muito à frente…

Pois…

E no mês que decidi acabar com o meu Blog, escrevo mais posts que nunca, bato recordes… Típico.

Faça favor de entrar

“A Leonor já anda cá a bombar!” este é o excerto do e-mail enviado hoje de madrugada para a redacção. Uma boa notícia logo de manhã!
E perguntam vocês quem é a Leonor? É a filha do meu chefe, que não estava com muita vontade de sair cá para fora…
A julgar pelo primeiro filho, que parece que foi desenhado a régua e esquadro, a Leonor vai ser uma brasa. Parabéns chefe!
E agora se não for, vou ter que dizer que a criança está muito bem vestida…

Nota: Já só falta nascer mais um bebé em 2008, o meu primo-lindo que vai entrar neste mundo no fim de Setembro. Estou em picos!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Post-it

Escrevo, para deixar falar.

terça-feira, 29 de julho de 2008

www.artbuilding.eu

Na rua do Jardim do Regedor, nº27 a 35, nos Restauradores, isto é, uma das ruas transversais à rua do Coliseu de Lisboa, temos o que se pode ver na foto abaixo.
Chama-se Art Building significa arte pública, ou seja, na rua, à vista de todos, transposta para a vedação de edifícios em construção ou reconstrução, sem ter que pagar bilhete para ver.
“Jovens artistas transformam a cidade em Museu a céu aberto, onde a cultura está acessível a todos”. São literalmente “o/Obras com Arte”.

Esta obra de arte com “senhores” todos encavalitados chama-se “Peek to Heaven”, e é de Lucas Milà.

Estejam atentos, a arte saiu à rua.



Foto: É minha. Pois claro.

“Vá filho, escolhe um doce, e vamos embora”

Não sei muito bem como funcionam este tipo de conversações, entre pais e filhos, mas é o que costumo ouvir nos supermercados e Hussels deste país.
A sorte dos pais portugueses é que a loja norte-americana “Dylan’s Candy Bar” não existe cá, se não a conversa seria mais do tipo “escolhe um doce por andar, e vamos embora”. É que são “só” três andares cheios de doces, de todas as cores e feitios, e com especialidades dos quatro cantos do mundo. Que delírio! E o espaço está decorado a rigor, assim não há criança que resista.
Pai quero ir a Nova Iorque!

Segundo a minha mãe, quando eu pedia um doce, nem sempre a resposta do outro lado era positiva, a minha mãe explicava que não podia comer tantos porque fazia mal, ou porque não tinha jantado… enfim, a questão é que eu aceitava a resposta, e não fazia fita. Eu quero uma filha assim.
É claro que agora, diz que me porto muito pior, e que como mais porcarias. “Não sei onde é que foste buscar esses vícios!”. Mães… quem não tem uma igual, atire a primeira pedra.

Curiosidade: A loja é de Dylan Lauren, filha de Ralph Lauren*, portanto. O conhecido estilista americano. (*Informação para o público masculino).



Dito popular mortífero

Uma das coisas que a minha mãe mais diz é: “Quem muito escolhe, pouco acerta”.
E para não variar, tem toda a razão.
E foi o que me aconteceu, com tanta variedade, não sabia para que lado me virar, tudo parecia possível, mas quando estava num lado, não estava no outro. E vice-versa.
Ao invés de decidir, optar, escolher, achei que dava para agarrar o mundo com as duas mãos, e não deu. Nem todas “as decisões tomadas” foram más, mas não foram cirúrgicas, e agora não dá para voltar atrás. Está feito, está feito.
Estou naquela situação que não é uma coisa, nem é outra… é morno, quase quente e quase frio.
“Antes isso que uma perna partida”… diria o meu pai, expressão que só me dá vontade de rir, porque não tem nada a ver com nada. E se desse para escolher, confesso, eu preferia a perna partida.

Tróia report 5: Descubra as diferenças


Julho 2007

Dezembro 2006

Novembro 2005

Junho 2005

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Tróia report 4: os bastidores

Uma das coisas que mais me impressionou com o início das obras em Tróia foi a quantidade de árvores que foram cortadas, umas boas dezenas (só à frente de nossa casa). Doía-me a alma a ver tamanha atrocidade.
Como já passou algum tempo desde que Sócrates mandou abaixo uma das torres da localidade (o “cortar de fita” oficial para o começo das obras), o F. já andava a inventar que as árvores tinham sido transplantadas… quando eu me lembrava perfeitamente dos senhores de serra eléctrica em punho, a cortar árvore atrás de árvore.
Moral da história, nem tudo ficou perdido, agora estão a plantar muitas árvores em toda a localidade, continua a ver-se muita bicharada (pássaros, borboletas e insectos que nem sei o nome) e a paisagem apesar das grandes transformações, não sofreu grandes alterações. Parece que não faz lá muito sentido o que acabei de dizer… mas faz.
Ainda bem que o eco-turismo está na moda. Modernices.








quinta-feira, 24 de julho de 2008

Se não podes com eles…

Já não há paciência, ou “já não há saco” como diz a T. para aturar o cão do meu vizinho do lado. Aquela amostra de canídeo é mesmo irritante!
Apanho com cada susto quando estou a abrir a porta de casa...
E como já tentámos de tudo para ver se ele não ladra, ou se ladra menos, e nada funciona… decidimos ser tão irritantes, ou pior, quanto o Dum Dum (o nome do cão, portanto).
E então o que é que nós fazemos? Ladramos também. Imitamos na perfeição qualquer som emitido pelo bicho, e não é que ele fica irritado. Ele muda o registo sonoro, mas nós acompanhamos.
Numa das vezes, a dona estava atrás da porta, e ouviu os nossos latidos… e disse: “Anda Dum Dum, que é só gente estúpida” (!). Que lata!
O F. ia morrendo quando ouviu tal frase, e disse que ia pensar num plano diabólico… tu queres ver que agora vamos começar a miar? Já estou por tudo.

Nota: Aceitam-se sugestões para o plano diabólico.
Nota 2: O F. ladra muito melhor que eu (não sei se isto é um elogio) porque já tem muitos anos de treino a ladrar à criançada…
Cada um com a sua pancada.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Pastilhas grátis para todos

Hoje e amanhã, dia 23 e 24 de Julho (para ser mais precisa) a Trident vai estar a dar pastilhas a todos os lisboetas atentos.
São 50 mil caixinhas que estão a ser distribuídas nos muppis espalhados pela cidade, ou seja, estão literalmente coladas nos muppis, e depois é só tirar.
A marca apresenta dois novos sabores da sua gama Splash: Maçã-Alperce e Limão-Menta, que cobrem 15 painéis em Lisboa.
E quais são os painéis escolhidos? Não se sabe, mas o meu palpite, é que um dos sítios escolhidos deve ser a Avenida da Liberdade.

Nota: Segundo consta, esta campanha também vai passar pelo Porto e Braga, e vai durar até 30 de Setembro.





Fotos: Casa da Imagem

Morrer lentamente é que não...

Se calhar é melhor marcar o jantar

Lembram-se de um post que escrevi sobre um grande amigo do F. que nos apanhou de papo para o ar na esplanada, quando devíamos estar a visitá-lo mais à sua mulher e a filha recém-nascida?
Durante essa visita que acabou por se concretizar, o F. disse: “depois para a semana podiam jantar lá em casa” (estranhei o convite, pela iniciativa em si).
E é claro, que por pura preguiça, não houve jantar para ninguém. E nessa semana cruzámo-nos, por acaso, com a mulher e com a filha, quando íamos ao cinema.
Esta semana, mais precisamente, ontem, demos de caras com o grande amigo em pleno El Corte Inglés quando andávamos à caça de umas havaianas.
Depois de nos termos despedido do amigo T., disse ao F.: “Se calhar é melhor marcar o jantar?”. Resposta obtida: “Ah, não há problema”.
É que eu já sei que para a semana, vou dar de caras com um dos dois outra vez…

terça-feira, 22 de julho de 2008

Definição

Gelado com sabor a cozido à portuguesa, azeite com sabor a manga, batatas fritas que sabem a picanha, chocolate com pimenta, creme hidratante com extracto de azeitona, homens que parecem mulheres, mulheres que afinal são homens. Essa mania de tudo caber numa determinada caixinha, e que não pode sair do sitio… já era.
Nada é o que parece, e só abrindo a embalagem é que descobrimos. Nunca a palavra “surpresa!” teve tanta força. E de facto a diversidade foi das melhores coisas que inventaram.

A foto abaixo, que parece um frasco de perfume, é uma garrafa de tequila… a que é que saberá?

Estas miúdas estão mesmo a precisar de apanhar sol…




Foto: da marca de roupa Desigual

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Tróia Report 3: O paraíso







É por esta razão que eu adoro ir para Tróia.
As fotos foram tiradas este fim-de-semana.

Tróia Report 2: O estaleiro


Setembro 2007

Fevereiro 2008

Julho 2008

Creme preventivo

Na sexta-feira fui comprar um creme anti-rugas para mim.
E pedi ajuda a uma empregada na loja.
A senhora disse: “Você deve andar na casa dos 30 blá blá blá” (e nem me lembro mais do que é que disse a seguir).
Fiquei para morrer.
Corrigi-a: “29”.
E a senhora continuou: “Pois blá blá blá blá… mas o que precisa é de um creme preventivo e não de um anti-rugas blá blá blá”.
Ah! Pronto (pensei).
Saí da loja com o creme aconselhado, presente (atrasado) da minha mãe, do dia da criança.
Ironia?

Hoje ainda não tinha dito que Portugal é mesmo muito pequenino

O pai do F. foi a Tróia na semana passada, ver os avanços das obras na localidade, e para curtir uns dias de sol.
Na viagem de ferry para Tróia, um senhor dirigiu-se ao pai do F. para perguntar que volta tão comprida era aquela que estavam a dar, porque não estava a reconhecer o percurso (há de facto um novo percurso).
E quando olham um para o outro, reconhecem-se, grandes amigos da juventude que eram, quando viviam no Porto (o pai do F. pelo menos já não vive).
E foram em amena cavaqueira até ao fim da viagem.
Resta dizer, que este amigo do meu sogro, é tio de uma amiga minha (que lê este blog), que por sua vez namorou a irmã do meu sogro.
Perceberam?

quarta-feira, 16 de julho de 2008

A prova do vestido de noiva

Ontem fui assistir à prova de vestidos de noiva da J.
Numa sala de espelhos com três cadeiras para a assistência, éramos quatro a opinar, mais a noiva no meio, e por fim a senhora empregada que nos atendia, e punha na ordem!
A J. escolheu os vestidos que queria experimentar, ficavam todos bem, mas muitos eram parecidos, foi então que nós as quatro, quase ao mesmo tempo, dissemos que íamos buscar outros, de outro estilo.
A senhora empregada travou-nos, qual meninas de 15 anos desvairadas, e disse que ela é que escolhia (!) porque depois ia ser uma confusão, com cada uma a escolher um vestido diferente. Fomos todas apanhadas de surpresa com tal reacção.
E então como dissemos que queríamos um estilo diferente, a senhora aparece na sala com um vestido tipo walt disney com uma fita grená na cintura, e a saia com um tecido tipo cortinado. Rejeitado. Nos seguintes decidiu não inventar tanto, e correu bem.
A noiva experimentou cerca de dez vestidos, incluindo um da Agatha Ruiz de La Prada (de facto esta senhora faz tudo… mas vestidos de noiva não sabia), e ficou de pensar. Até porque vai haver outra prova de vestidos noutra loja.
Vamos lá ver qual vai ser o escolhido.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Custa-me…

Custa-me fazer conversa de chacha, custa-me ter que fazer convites de conveniência, custa-me ter que fazer visitas de conveniência, custa-me.
E ganhava muito mais se trabalhasse o meu quase inexistente lado diplomático… se engraxasse o chefe, se engraxasse no geral. Se calhar não ficava a “ver navios”, antes pelo contrário, estava dentro do navio a fazer adeus aos outros.

"Procurado"



Ontem fui ver este filme ao cinema.
É um filme de acção com carros a voar, armas potentes, perseguições a pé ou à boleia, muita pancadaria, cenas impensáveis, e com muitos momentos para rir. Um filme com a imaginação ao rubro, onde tudo, tudo é possível.

Se me perguntam: é um bom filme? Tem uma história profunda? A resposta é não, mas se me perguntarem: fartaste de rir? E é um filme cheio de imaginação em todos os sentidos? A resposta é sim.
Um filme para ver com os amigos.

Sinopse
“Baseado na explosiva novela gráfica de Mark Millar, «PROCURADO» conta a história da transformação de um perfeito desconhecido e apático indivíduo [é claro que tinha que ser contabilista de profissão!] num justiceiro sem paralelo.
Wesley Gibson (James McAvoy) era o mais descontente, caseiro e monótono ser que o mundo alguma vez conheceu, até se cruzar com Fox (Angelina Jolie), uma sexy e mortífera assassina profissional que recruta Wesley para «A Fraternidade», uma sociedade secreta que treina Wes para vingar a morte do seu pai”.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Batman de quatro metros no cimo do Monumental

Estejam atentos, no topo do edifício Monumental, em Lisboa, está um Batman de quatro metros, recriando uma cena do novo filme do super-herói, que vai estrear nos cinemas no dia 24 de Julho. O filme chama-se “Batman - O Cavaleiro das Trevas”. E eu vou.

Foto: Meios e Publicidade

Tróia Report

Agora nos meus fins-de-semana não faço outra coisa, passo a vida em Tróia.
E para vocês começarem a achar mais graça a este tipo de posts, vou passar a publicar fotos do local, e assim vão acompanhar comigo os últimos desenvolvimentos da localidade.
De uma semana para a outra a evolução das obras foi tremenda, estes senhores não brincam em serviço… já estão a calcetar os passeios, a alcatroar as estradas, a plantar árvores, a relvar canteiros, e a preencher as prateleiras do novo supermercado que vai existir ali. Ficámos boquiabertos.
E claro que a família Tanaka disparou flashs para todo o lado (até ficar sem bateria), para documentar da forma mais fiel possível a evolução do nosso destino de praia. Depois de terminado o horário de trabalho dos senhores da construtora, nós discretamente entrámos pelas as obras adentro, e nada nos escapou. O F. que tem sempre que ir um bocadinho mais além, só faltou entrar dentro de um apartamento!

Nota: Hoje quando chegar a casa publico as fotos.

É castigo por ter escrito o tal post…

Pois é… na sexta a caminho do trabalho apanhei um moto4 (!), que ia bem devagarinho (percebia-se perfeitamente que o condutor não estava à vontade) e hoje para continuar o meu calvário apanhei um carro de uma escola de condução, ia a 30km/ hora.
Estou a pensar seriamente em sair de casa uma hora mais cedo…

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Super Bock Super Rock

Ontem lá fomos ao SB SR, a razão da nossa visita ao festival era porque o Beck ia lá estar.
Ainda apanhámos um bocadinho de Duran Duran, foi engraçado, e depois foi a vez de Beck entrar em palco, e que desilusão.
O cantor entrou em palco, nem cumprimentou o público, começou logo a cantar. E foi o concerto todo a este ritmo alucinante, ainda não tinha acabado de cantar uma música, já estava a cantar outra, nem dava tempo para bater palmas. Foi literalmente picar o ponto, dizer um “obrigado” em português e toca de ir embora.
A seguir e completamente o oposto de Beck, foi a actuação do Mika.
Não sou fã do senhor, mas aquele concerto foi uma festa… sempre cheio de energia, a puxar pelo público, falou imenso em português (mais um bocado e não falava em inglês) serpentinas e papelinhos a voar, apareceu um palhaço em palco… e na última música que Mika cantou “Lollypop” apareceu uma rapariga vestida de “Alice no país das maravilhas” e atirou chupa-chupas para o público. Uma verdadeira festa infantil, cheia de cor e fantasia. Aliás todos os elementos da banda pareciam saídos de uma banda-desenhada.
A seguir foi a vez de Digitalism, uma pastilhada muito boa, mas no dia seguinte era dia de trabalho e só ouvi as primeiras “músicas”. O último a entrar em palco foi Tiesto, que com muita pena perdi, mas paciência fica para a próxima.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Feira do Artesanato

Todos os anos vou à Feira de Artesanato na FIL, não falha.
Ontem era o único dia livre, e lá fui eu com a minha mãe fazer quilómetros pelos três pavilhões repletos de expositores nacionais e internacionais.
Vi uma pulseira linda (que praticamente vestia o meu braço) e perguntei quanto custava, e a senhora respondeu com um ar normalíssimo “custa só 130 euros”. A minha expressão facial deve ter dito tudo. E a senhora explicou “é que é uma antiguidade da Indonésia”. E a partir desta minha primeira pesquisa de mercado, a conversa era quase sempre a mesma. O que não faltava era antiguidades, só variava o país: Afeganistão, Irão e por aí.
Negociei sempre todos os preços, a maioria dos vendedores reagia bem, e dava-me conversa. E quase todos, excepto um, fizeram-me a vontade.
Houve um vendedor que não teve muita capacidade de “encaixe” para as minhas negociatas…
Vendedor: “It’ 45 euros”
Eu: “It’s too expensive”
Vendedor: “ What abou 1 or 2 euros?”
Respondi à provocação “Ok, i’ll buy it”.
Vendedor: “With that price you can start and take pictures”.
Ele não sabia com quem é que estava a falar… a sorte dele é que não tinha levado a minha máquina fotográfica, se não tinha levado com uma flashada!

Se ainda não foram à Feira do Artesanato, e pretendem ir, aqui vão algumas dicas:

1) Vale mesmo a pena ir, tem muitas coisas giras, acho que este é o melhor ano de todos.

2) Negoceiem sempre, nenhum preço é fixo.

3) Antes de começarem a negociar o preço pedido, façam uma cara do tipo “é muito caro, assim não compro”. Baixam sempre um bocadinho. E depois é negociar até que voz lhe doa.

4) Tentem ir nos últimos dias da Feira, quinta ou sexta (a Feira acaba no domingo) pois no fim da Feira os vendedores estão mais dispostos a negociar a nosso favor.

5) Nem pensar ir no fim-de-semana que está cheio de gente. É um verdadeiro caos, e não dá para ver nada.

6) Pensem bem antes de comprar uma peça, há antiguidades novas todos os anos. Se não comprarem este ano, compram no próximo. Há sempre uma segunda oportunidade.

7) Estabeleçam um preço que querem gastar no máximo dos máximos por peça. Para não gastar mais do que tinham imaginado*.

* No meu caso, estabeleci 10 euros, e nem mais um cêntimo. Comprei: um par de sandálias de pele “hand made” de Marrocos, duas pulseiras, uma medalha de prata e um fio. Gastei ao todo 40 euros.

Estou atrasada! Eu e o coelho da Alice…

Hoje foi a gota de água… tenho que escrever este post.
Sempre que estou atrasada, acontece de tudo um pouco no percurso que me leva ao destino pretendido. E quando eu achava que já tinha visto tudo… hoje tive mais surpresas.
Para além dos típicos domingueiros (que decidem também conduzir durante a semana), das obras na estrada e dos acidentes, hoje tive um senhor velhinho a atravessar uma extensa passadeira, em “passinhos de bebé”, depois apanhei um domingueiro (como sempre!) mas que tinha a particularidade de travar de 5 em 5 segundos, sem razão aparente. E por fim para terminar a manhã em beleza, fui em fila indiana até ao trabalho, atrás… (e esta não adivinham) de uma camioneta de carga de uma escola de condução, que tinha de certeza um aluno ao volante, porque ia a 30 à hora.
Num percurso tão curto não sei o que é que falta mais aparecer… (é melhor não “escrever muito alto” se não alguém ainda me ouve).
Assim não há palavrão que aguente dentro da minha boca… eu bem que lhes chamo “amigos” mas nem sempre funciona.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Primeira impressão

No casamento ficámos na mesa com várias pessoas que não conhecíamos, entre elas três amigas espanholas de Erasmus da noiva.
O F. para meter conversa com elas, entre outras coisas disse “mi perro se llama Gaudí” e eu pensei “que bela forma de começar uma conversa!” já estou a imaginar a minha cara, se um espanhol se virasse para mim e dissesse “o meu cão chama-se Camões”, eu ia achar muita graça.
E foi o que aconteceu, as três espanholas ficaram boquiabertas, e perguntaram porquê, com um ar do tipo “não devem gostar mesmo nada do arquitecto! Ou pior… dos espanhóis!”.
Achei por bem explicarmos muito bem explicadinho que o perro se chamava Gaudí porque gostávamos muito dos seus trabalhos… Enfim… não sei se ficaram convencidas.

O Casamento

Tenho uma amiga que organiza eventos, e que diz que os noivos acham sempre que o casamento deles é que é diferente, quando acabam sempre por ser todos iguais.
Não concordo totalmente com esta afirmação, e este casamento foi um exemplo disso.
Desde a música de entrada e saída da (os) noiva (os) na capela, os tios de autocarro até à Quinta, toda a decoração do espaço, a pista de dança de vidro em cima da piscina, os noivos transbordavam alegria e felicidade, a entrada dos noivos no jantar (que nunca mais me vou esquecer) e que nós filmámos, o cão da família que teve sempre presente no casamento, entrou na capela e tudo (no fim da cerimónia), o Bolo da Noiva.
A festa começou às 17h00 e acabou às 05h30 (por mim tínhamos ficado mais um bocadinho). Quando nos despedimos, ainda ficaram cerca de 30 convidados a dançar na pista. O DJ bem que punha músicas para ver se a pista esvaziava… mas ninguém arredava pé.

Introdução ao Casamento

O fim-de-semana comprido, a começar na quinta depois das 18h até domingo, foi passado no Norte. Íamos ao casamento da prima do F.
Grandes planos para uma sexta-feira na praia, e afinal esteve nublado o dia todo, frio e choveu. Parecia um típico dia de Inverno. Já estávamos todos a achar que ia ser uma boda molhada mas no dia seguinte, esteve um dia fantástico, cheio de sol.

Regresso

Estava mesmo ciente do que estava a dizer ontem… mas afinal vou regressar à escrita.
Não será tão assiduamente, será aos soluços…

Lembrança para mim mesma: Nunca escrever quando acordar virada do avesso.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Finito

Hoje escrevo o último post.
Perdi a vontade de escrever no meu blog.
Amigos, um bom pretexto para nos encontrarmos mais vezes, para pôr as novidades em dia.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Toque de Midas

A máquina começou a fazer a contagem decrescente em inglês: “Five, four, three…” estava a morrer de vontade de rir das minhas figuras, e não podia nem abrir a boca, nem os olhos.
Tinha carregado no botão vermelho três vezes, e jactos de tinta cobriram o meu corpo, durante seis segundos. Estava oficialmente bronzeada para o casamento de sábado. E assim engoli mais um sapinho.

Sempre criticara o JetBronze e serviços afins, sempre achei uma parvoíce, e lembro-me de achar ridículo umas amigas do F. que para um baptizado, em pleno Inverno, tinham ido ao JetBronze para ficarem com uma “corzinha”. Os convidados estavam todos brancos e elas as três super bronzeadas.
Na semana passada a minha sogra ligou-me a perguntar: “Raquel, a Tia R. e eu vamos pôr uns pozinhos para ficar com uma cor para o casamento, quer vir? Eu ofereço-lhe”.
Não dei logo a resposta, fiquei de pensar.
E ontem lá fui eu ao SolMania.

Até agora parece estar tudo bem, não estou nem ás manchas nem tenho nenhuma alergia na pele. O fast-bronze dura uma semana, e as “costuras” deste trabalho notam-se nas mãos.

Nota: A senhora que nos atendeu, revelou-nos que ultimamente muita gente tem fugido da máquina quando começa a funcionar, e que a grande maioria são homens.


quarta-feira, 2 de julho de 2008

A partida da M

Começo a chegar à brilhante conclusão que as amigas da faculdade precisam de um pretexto para se juntar (um qualquer). Ontem tivemos mais um jantar, agora para nos despedirmos da M. que vai regressar a Paris. E durante o jantar já estávamos a combinar em que casa ia ser a festa de Natal!
Para este fim-de-semana já estão a combinar uma ida à praia, para o Estrelinho fazer os seus primeiros castelos na areia (lá está o pretexto).

E se neste jantar não houvesse um aceso debate, confesso que começava a estranhar… aliás houve mais do que um… entre eles a segurança das maternidades e “como é que começou a Sida”. Era ver quem é que se passava mais da cabeça…

Nota: Já que não vou estar cá no fim-de-semana de ida à praia com bebés, alguém que se digne a levar uma máquina fotográfica, e tire umas fotografias.

Dançar até à morte

Num dos dias em que ia com a I. de carro pela marginal, a caminho do paredão aconteceu uma cena estranha.
Íamos em Caxias, e quando estávamos a acabar de fazer uma curva sem visibilidade… a poucos metros mais à frente, vemos quatro ou cinco crianças no meio da marginal, na nossa faixa, a olhar para qualquer coisa no chão. Tudo se passou numa fracção de segundos… todas as crianças saíram a correr do meio da estrada, menos uma. Que optou por permanecer onde estava (apesar de ter visto o carro), e fez uma espécie de sapateado em plena estrada, como que a dizer “estou te a ver, mas não tenho medo”. Os amigos já no passeio assistiam a toda a cena.
Eu e a I. não tivemos reacção, a situação tão estúpida, ela limitou-se a abrandar e travar para ver se a criança se decidia a acabar o sapateado e pronto, seguimos viagem.
E pensei, eu quando tinha aquela idade, mais ou menos 11/ 12 anos, fiz muita estupidez mas de facto esta é demasiado rebuscada. Que vontade de pôr aquele miúdo de castigo!

terça-feira, 1 de julho de 2008

E o que tem de ser…

Porque esta semana estamos cheios de coisas para fazer, disse ao F. que o único dia que conseguíamos visitar a Maria, filha de um grande amigo dele, era ontem. Já tinha nascido há algumas semanas e ainda não tinha recebido a nossa visita… (apesar de nos ter visitado na Feira do Livro com duas semanas).
Acabámos por ficar numa esplanada à beira rio, e o F. já tinha adiado a visita para dia indeterminado. Pura preguiça.
Quando estávamos na dita esplanada, passa o grande amigo do F. a fazer jogging… e “apanhou-nos em flagrante” de papo para o ar.
Ele disse: “Pois não tens tempo para me visitar, mas tens tempo para estar na esplanada”.
Pois é.
E o que é que o menino F. fez? Chutou para o lado (para mim, portanto) disse que eu é que tinha preferido a esplanada, ao invés da visita. Que lata.
Sem desculpa possível, fomos ter a casa deles mais tarde para tomar um café, e estar um bocadinho com mais uma nova família. A Maria era mesmo muito querida, e adorou o colo do F. (e novidades…).