terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Natal, o rescaldo

Andei a celebrar o Natal desde o dia 1 de Dezembro, de sexta a domingo, com jantares do sapatinho, do amigo oculto (eu chamo-lhe invisível), lanches de primos etc... etc...
A grande diferença deste Natal é que a nossa casa foi literalmente inundada com brinquedos. Digam qualquer coisa. O Francisco recebeu de certeza. E até vou ter que ir trocar um brinquedo repetido... O quarto do Francisco é agora um verdadeiro parque infantil, não dá mesmo vontade de sair de lá.


Nesse mesmo dia...

... ouvimos uma boca de uma estranha. Já a ir embora do centro comercial, no elevador, uma senhora que ia lá dentro connosco virou-se para o Francisco e disse: „Um menino tão pequenino já deveria estar a dormir a esta hora“.
Eu e o F., maus pais por sinal, sorrimos.

Nota: Estou a pensar abrir um clube no Facebook que se chamará mais ou menos assim: „Pais que já não aguentam ouvir bitaites“ ou „O filho é meu e eu faço o que eu quiser“.

Semana antes do Natal

Andei eu a gabar-me de ter comprado os presentes todos em Novembro mas na realidade falatavm os mais importantes: o do F. e do f., e o meu. Na semana antes do Natal enfiámo-nos os 3 num centro comercial e lá decidimos que presentes queriamos receber. Ficou a faltar o do Francisco. Não sabiamos se haviamos de comprar presente... sabiamos que ia receber quilos de presentes e que não ia dar por falta do nosso. No dia 23 de Dezembro, fomos os 3 ao Colombo. Sim, eu disse Colombo. Filas para pagar em todo o lado. Comprámos o presente na Imaginarium. Giro que se farta. Foto em baixo.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Aldrabices

Estou sempre atenta a todo o tipo de promoções, descontos, vendas privadas, sms promocionais, vales via internet e tradicionais...Tudo. Mesmo tudo.
E se há coisa que me chateia são aquelas campanhas que são uma aldrabice pegada. Ora aqui vão dois exemplos fresquinhos:

• O El Corte Inglés no fim-de-semana que passou anunciou que na compra de qualquer brinquedo acima dos 10€ dava um vale com o mesmo valor. E agora apresento-vos as entrelinhas:
Por exemplo compravam um brinquedo no valor de 50€, o Corte Inglés entregava 10 vales no valor de 10€, que só poderiam ser usados individualmente, cada em compras superiores a 50€.
Com o prazo de uma semana.

• O Jumbo anunciou que a partir do domingo, o que passou, iria ter brinquedos com desconto imediato de 70%. Esqueceram-se de mencionar que eram brinquedos que não interessavam nem ao Pai Natal e, que para encontrá-los nas prateleiras era preciso uma lupa.

Não percebo porque é que as marcas fazem este tipo de campanhas mal explicadas, o cliente não fica satisfeito, perde tempo, não gasta dinheiro, e provavelmente da próxima vez não repete a proeza de se deslocar ao dito estabelecimento comercial. O objectivo é afugentar clientes ou ganhar clientes novos?

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

As coisas que se lê nas receitas de culinária...

"Ai, quem me dera ser frango! Poderia usufruir de um tratamento de mel e relaxar no forno, para em seguida deslumbrar todos como tenríssima tentação."

Nunca me tinha passado pela cabeça... quem sou eu para criticar as fantasias do senhor que escreve as receitas...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Natal

Para não variar, um Natal cheio. Primeiro jantar do sapatinho na sexta, ganhei um isqueiro para ligar o fogão (eu que fujo da cozinha a sete pés), no sábado, jantar no palácio da Joana, sim porque dizer casa é pouco. Jantares com este grupo de amigos por norma tocam os extremos vão das lágrimas à gargalhada. Domingo, lanche lá em casa só de primas. O F. roubou-me o pouco destaque que tinha na cozinha, e fez uns scones simplesmente fantásticos!!!

Já percebi porque é que deixei de ver telenovelas…

a vida real é muito melhor! A última história que ouvi deixou-me em estado de choque!

Ora imaginem uma ex-mulher a fazer de baby-sitter dos novos filhos do ex-marido! Eu não acho normal… e ninguém no seu perfeito juízo, em primeiro lugar faria esse pedido, e em segundo lugar, aceitaria. Os humanos estão me sempre a surprrender.
Se alguém encontrar o amor próprio desta senhora, pff avise!

Na ilha da Madeira, no sábado à noite que passou…

Uma amiga minha está num bar, e olha para um rapaz que também lá está e, a cara dele não lhe é estranha…

E como é toda despachada, levanta-se vai até à mesa dele e pergunta: “Desculpa lá, mas tu não és primo da Raquel?”

Olhem só o estatuto! Não é uma porcaria qualquer… E a latosa dela é simplesmente genial.

Confirmava-se era mesmo meu primo, ela apresentou-se como minha amiga, e ainda lhe perguntou se ele não se lembrava dela (das minhas festas de anos)! Não, não era engate, era simplesmente ingenuidade…

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

O novo membro da família que rivaliza com o Francisco




Nota: E não sou materialista... imaginem se fosse.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Tanta animação logo de manhã

De manhã quando vou para o trabalho, já no fim do percurso, naquela parte em que vamos a pé… passo por putas, galinhas e galos, vendedores ambulantes de toalhas e bordados, turistas sempre de t-shirt (faça chuva ou faça sol) e alguns tios e tias (que não são meus)… Se decidir sair na paragem antes, para andar mais um bocadinho, ainda passo pela prisão (isto quase parece o monopólio) e vejo familiares e amigos (que também não são meus) na fila para a visita matinal.

Onde é que eu trabalho? No coração de Lisboa.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Casório em Dezembro 2

Relativamente aos excessos das duas senhoras que referi acima… Juro que não percebo. Certas mulheres têm tanta necessidade de se mostrar, de dar nas vistas que caiem no ridículo e passam, se calhar, a imagem errada.
Se me pedirem para descrever cada uma das senhoras não conseguiria. Só me lembro das pernas e dos melões. À grávida do decote alguém lhe deve ter dado o toque e, por magia apareceu com um top branco a tapar a abertura monumental que tinha no vestido. A outra senhora que só levou o cinto não se mexeu a noite toda porque à mínima inclinação via-se tudo. Qual é o interesse de ir a uma festa e não se poder mexer…
Não havia necessidade.

Casório em Dezembro

Neste fim-de-semana a família Tanaka foi até ao Porto para um casamento. E depois desta piquena (homenagem à Ferreira Leite) introdução, aquí vão notas soltas sobre o evento:

* Foi a primeira vez que fui a um casamento no Inverno. A sorte é que tinha um vestido óptimo para a ocasião, e a amiga Cata safou-me nas écharpes, casacos e acessórios que tais.

* Foi a primeira vez que fui a um segundo casamento (para o noivo).

* Pela primeira vez não havia ninguém vestido de branco exceptuando a noiva.

* Vi a mini-saia mais curta que possam imaginar e o decote mais voluptuoso que possam imaginar (esta segunda senhora estava grávida por tanto tentem visualizar o excesso).

* Estava um frio de rachar. Ia morrendo congelada.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Obsessão

Ainda não percebi esta obsessão que as pessoas têm com o facto do Francisco ainda não ter provado os 1001 sabores da roda dos alimentos. A sério, é assim tão urgente? Tão essencial? A criança é infeliz por causa disso?
E portanto quando menos se espera lá estou eu a ouvir a pergunta:
“Ainda não provou azeitonas? Coitadinho… Só um bocadinho. Um bocadinho não faz mal.
Ainda não provou Cozido à portuguesa? Coitadinho… Só um bocadinho. Um bocadinho não faz mal.
Ainda não provou Tripas à moda do Porto? Coitadinho… Só um bocadinho. Um bocadinho não faz mal.

IRRA!

E depois a mãe, má, malvada e galinácea, tem que explicar que ainda é muito novo, só tem um ano, etc… etc… esta conversa passa-se com adultos que têm idade para ser meus pais… Deus dê-me paciência! Muita. Alguma. Qualquer coisa.

A meio caminho

Durante dois dias tive um bocado de torrada atravessada na garganta.
E o que é que eu fiz? Liguei para a saúde 24 e liguei ao meu primo C. que riu à gargalhada. Nenhuma das hipóteses funcionou.

Depois de dois dias de finca pé a torrada lá desceu.

Pony, o fim

O nosso carro velho ficou revoltado por tanta ingratidão. E para se vingar foi a deitar fumo até à garagem onde íamos fazer a entrega. Já muito perto do seu destino, quando digo perto, digo literalmente a poucos metros, tivemos que parar para o pony arrefecer os ânimos. Conseguimos chegar ao destino. O F. avisou a senhora do stand do sucedido e disse-lhe para ter cuidado. A senhora não se mostrou preocupada.
No dia da senhora e um colega do stand levarem o carro para o abate, o pony fez birra a meio do caminho, em plena auto-estrada, e simplesmente deixou de funcionar.
Teve que ir de reboque até ao local do abate.
Foi à vida, mas deu luta!