quarta-feira, 28 de abril de 2010

Feira do Livro

É só para saberem que a Feira do Livro começa já amanhã, dia 29 de Abril, quinta-feira.
Amanhã é também dia do Francisco fazer 6 meses! Parece que foi ontem que estava a sair da maternidade...

terça-feira, 27 de abril de 2010

É o Papa!

Eu já tinha sido avisada que devido ao facto do meu local de trabalho ser perto da sede do Vaticano em Portugal (onde o Papa vai ficar instalado) que… o trânsito ia ser cortado, iria ser normal ver helicópteros a sobrevoar esta zona de Lisboa etc…etc… agora que dois policias iriam ficar com os meus dados pessoais por segurança do senhor Papa…Não estava à espera.

Sábado à noite

No sábado à noite a criança cá de casa trocou umas palavras com o Henrique, um bando de miúdas teve aulas de maquilhagem com a professora S., o N. andou a assustar as crianças todas com um leão a pilhas e a I. transformou-se em Stevie Wonder e tocou os Parabéns num órgão com microfone incorporado. Uma pérola.

Minhami legumes!



No domingo foi dia do Francisco rebolar, provar e não só “tintas” de legumes.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Apetecia-me algo bom...

E este deixou-me um bocadinho deprimida...

Adoro os novos anúncios da Sumol




E até parece que andaram a ler o meu blog...

Ui, que loucura…

Na capa da última “Sábado” um dos temas era “As loucuras de Nicolau Breyner” e passo a citar o senhor “Já despejei uma garrafa de whisky num aquário”. Assim que li isto pensei “este homem é um doido!”.
E lembrei-me logo de uma coisa tão ou mais radical “já sai de casa com uma meia de cada cor!”. Não sei se o Nicolau Breyner era homem para isto…

Alguém chegou a ler este artigo?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Acho que Portugal está a encolher quando…

Falo com uma prima sobre o meu novo trabalho e ela diz-me que sabe perfeitamente quem é a minha “colega de sala”. Tinha falado com ela ao telefone na sexta-feira. A empresa dela é cliente da minha. E ainda… é a ex-namorada de um amigo dela.

A dona do cabeleireiro onde vou deixa a filha na ama… que mora no prédio ao lado do meu. E ainda… é uma grande amiga do pai do marido da irmã do F. Descobri por acaso na festa de noivado.

O F. risca o carro de um desconhecido, e descobre que o seu tio é patrão do desconhecido.

Uns engravatados vão no comboio a falar (bem, por sinal) de um primo meu.

Uma mulher está a falar ao telemóvel na via pública e faz referência ao tio de uma amiga minha.

Onde há fumo...

Já não há saco para as notícias sobre a nuvem de fumo made in Islândia. Acho que todos os portugueses já perceberam a ideia.
Obviamente tivemos que levar com o Anthimio a falar sobre o tempo (não há mais nenhum meteorologista em Portugal?), com o piloto a confirmar, que sim está complicado voar, e com os passageiros a queixarem-se que não gostam de dormir no chão, nem gastar dinheiro em vão.

domingo, 18 de abril de 2010

Conversa no comboio entre dois amigos

“Anota aí para eu não me esquecer, tenho que ligar à minha esposa e à minha namorada”. E com um ar muito sério acrescenta “primeiro a minha mulher!”.
Ah! Pronto! Assim já falamos.
Mais um pequeno canalha…

Casais...

Eu sei que ele sabe, ele sabe que eu sei. Eu finjo que não sei, ele finge que não sabe. E lá em casa ninguém dá a parte fraca. E às vezes certas e determinadas situações dão-me vontade de rir.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Beicinho

O meu coração está deste tamanho, amanhã vou abandonar o meu filho. Ou na gíria popular…vou trabalhar.

Blazer II

Quase que podia fazer uma cronologia das minhas fatiotas clássicas… Quando ia a entrevistas de trabalho o modelito era sempre o mesmo (havia a versão Inverno e a versão Verão), tive também um conjunto durante a minha “carreira” de hospedeira, da qual fazia parte uma camisa branca hedionda (não sei onde estava com a cabeça quando a comprei…) e tenho ainda um look para enterros (que é o mesmo há anos). E portanto a minha vida no mundo dos beges, azuis-escuros e pretos resumia-se à busca de um novo emprego, receber convidados em eventos ou então desfazer-me em lágrimas.
Não era de facto muito bom andar de camisa…

terça-feira, 13 de abril de 2010

Blazer

Eu sei que uma imagem vale mais que mil palavras e que a primeira impressão não se repete, e que uma pessoa bem vestida parece muito mais profissional mesmo que não saiba nem afiar um lápis. Sim, sim, estou a par desses clichés todos. E por isso no meu novo emprego vou ter que mudar um bocadinho a minha maneira de vestir. Vou passar a fazer parte do clube do azul-escuro, bege, branco e afins.
A muito custo fui às compras e dei por mim a comprar camisas, saias e casaquinhos. E blazers? Eu bem que tentei mas detestei ver. Experimentei quilos de modelos diferentes e de marcas diferentes mas senti-me sempre mascarada. Não dá. Não consigo. É pedir demais.

Uma vez, no meu antigo local de trabalho, apeteceu-me vestir de forma clássica, e sabem o que é que o meu chefe perguntou? Se eu ia visitar o padrinho… Só para terem noção do código de vestuário.

Se alguém me vir na rua, na quinta-feira, confirma-se, sou mesmo eu.

A música que não me sai da cabeça

Nota: Vamos todos ignorar a tradução.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Vida de dondoca (o dicionário sugere “bondosa”, o que também pode ser)

Sexta-feira foi dia de começar a despedir da boa vida. Pela manhã ainda fui a outra entrevista de trabalho, e em seguida fui para um Spa usufruir de um “duche Vichy”. E que maravilha que foi. Sai de lá às ondas (à lá desenho animado).
À tarde passear com os meus F’s, dar um salto ao CCB e passar o resto da tarde na esplanada local. À noite jantar a dois (o F pequenino baldou-se porque tinha que dormir) na “Taberna 2780”. E porque este dia foi mesmo perfeito, estava uma temperatura espectacular, à noite, na rua parecia que já estávamos no Verão. Alguém pôs o nariz de fora nesta noite? Simplesmente perfeita.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Isto só me acontece a mim? Não acredito.

Ontem entrei numa loja em Cascais que vende roupa made in Brasil. Sabem aquela mesmo em frente à Zara, na rua do Santini? Essa mesma. Entrei com o Francisco ao colo, e a empregada veio disparada na minha direcção, fez a pergunta da praxe e depois… disse com o ar mais natural do mundo “que bebé tão fofinho (blá, blá, blá) posso pegar ao colo?”. Acrescento que a senhora já estava de braços estendidos.
Fui completamente apanhada de surpresa.
E o que é que eu fiz? Declinei a proposta justificando que era muito mãe-galinha. A senhora manteve a conversa por mais uns segundos e depois foi para trás do balcão.

Nota: Nunca me tinha apercebido o quão as pessoas ficam “alteradas” quando vêem um bebé. Diria mesmo possuídas. E não percebo a excitação. Gosto de crianças mas com conta, peso e medida.
E sinceramente, estranhos com o meu filho ao colo, dispenso.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Good news e mais um acrescento…

Falta dizer que o OBRIGADINHO é também extensível a todos os que me ajudaram nesta busca de um novo emprego. Foram incansáveis. Senti-me a ilha da Madeira! Foi uma verdadeira onda de solidariedade (detesto esta expressão, e se calhar a palavrinha “onda” não é a mais indicada).

Para quem não sabe, duas semanas depois do Francisco nascer, recebi uma cartinha em casa a informar que tinha havido um despedimento colectivo e que eu era uma das pessoas da extensa lista.
Foi complicado.
Mas o que lá vai lá vai e acho mesmo que neste caso “há males que vêem por bem!”.

Good news

Eu sei que estas coisas dizem-se pessoalmente mas assim é mais prático.
Malta! Dia 15 de Abril começo a trabalhar numa Agência de Comunicação em Lisboa. Parabéns a mim e um OBRIGADINHO a um anjinho da guarda chamado M.J.

Novas inscrições

Ontem foi dia de receber boas novidades: temos um sobrinho novo a caminho e um primo de verdade também a caminho. Datas previstas de nascimento: 7 de Outubro e 27 de Outubro. Estou a ver que o “meu” mês (será melhor dizer o nosso mês) está mesmo em alta… Temos ainda Novembro e Dezembro livres. Anyone?

Depois do aquecimento…

veio a pergunta que tardava em aparecer.
Na loja das tintas: “Ai que menina tão bonita! Como é que se chama?”
Resposta a sorrir: ”Francisco”.

Sai a mim (outra vez)

Ora esta Páscoa foi também tempo do Francisco estar com a família do Porto, ou seja, o lado do avô paterno (não sei se estão recordados deste senhor?). E adivinhem o que é que toda a gente (vizinhos incluídos) disse? Que a criança era a cara do avô. Pronto não há nada a fazer… nem a acrescentar. Conseguem imaginar a cara de regozijo do meu sogro? Não, não conseguem.

Páscoa em síntese

Frio, chocolates, chuva, lareira, camisolas de lã (ainda se usa isto?) e um passeio no paredão da localidade com sol.