sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Brincadeiras perigosas

O filme "Funny Games" é um teste à elasticidade dos nossos nervos... logo no início a cena do "empréstimo dos ovos" é tão irritante que as palavras não são suficientes para descrever. Um thriller psicológico, nada comercial. Até à última estamos a torcer pelo pai, pela mãe, pelo filho e pelo cão. E será que se salvam?

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

30gr.*

Dia de folga, primeiro sms do dia dá as boas-vindas “à mais nova trintona do grupo”, acordar tarde, o senhor do gás faz a leitura do contador e deseja-me bom natal (então não é Parabéns?), amiga A. troca a folga para o meu dia de anos, as duas, das 12h00 até 17h30 na esplanada à conversa, um dia de sol fantástico, a tarde passou a correr, um chá caseiro para a despedida.
Noite em família, jantar encomendado à D.Anabela (tudo fantástico), as sobremesas brilharam (crumble de framboesas, bolo de chocolate e torta de cenoura), fotos, presentes e a música dos “Parabéns” foi cantada três vezes lá em casa (uma para mim, outra para a minha mãe e outra para a mulher do meu primo, a F.).
Gostei muito do início da nova década.

* Decidi escrever um “gr.” de gramas, para dar um ar mais leve… é que de facto 30 gramas não é nada, nem um chocolate de bolso.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Zzzzzzzzzzz.

Este podia ser o título do filme que fui ver ao cinema na sexta, o “W.” a biografia de Geroge W. Bush. A maior seca dos últimos tempos.
Tentei convencer o F. a ir embora na segunda parte, mas ele quis ficar até ao fim, apesar de estar a detestar. Na segunda parte do filme as senhoras que estavam ao meu lado piraram-se, e eu aproveitei para tirar uma soneca.
Um filme que não é a defender nem a criticar o famoso presidente, um filme muito parado e onde os outros políticos representados, por exemplo, a secretária de estado Condoleezza Rice, pareciam múmias, mal abriam a boca. Um retrato errado dos vários políticos norte-americanos.
Detestei.

Nota: Eu acho que consigo ser mais parecida com o Tony Blair, do que o actor escolhido para o papel.

Canadianas vão de férias

Fui de táxi do cais do sodré para a Av. da Liberdade (algo impensável para mim), chego ao consultório “que era mesmo em cima da loja Lanidor” (passo a citar a telefonista) e depois chego lá e nicles, não era ali.
Tinha aberto uma nova Lanidor na Av. da Liberdade (!) e claro, que para chatear era longe! e claro que a direcção da dita loja era a subir (não estavas com saudades da calçada portuguesa e das ruas íngremes? Então toma lá que começas já a recordar…) e claro que chego ao consultório a morrer de calor, com as mãos a arder, super cansada (decidi “andar” rápido para não chegar atrasada) e depois o Sô Doutor só me atendeu uma hora e tal depois. E porquê? Estavam lá os senhores da “Meo” a resolver o problema da TV, e da Net e do raio que o parta. Há prioridades.
Enquanto esperava na sala de espera (passo a redundância), fazia um teste na Visão sobre a minha honestidade. Confirma-se que não tinha mesmo nada que fazer.
Já na consulta o médico fez “gato sapato” do meu joelho e eu nada. Não me doía nada. Nem ai nem ui. Em síntese, uns tendões ainda inchados, uns medicamentos para tomar, dois dias a passear uma muleta e pronto. Volte cá daqui a três semanas.
Ginástica e grandes andanças lá para fins de Novembro…

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Fiquei fã de…

elevadores, tapetes rolantes e portas automáticas (que invenções espectaculares!).
Nunca mais fico a 100% para voltar a gostar de escadas no geral, portas com mola, ruas íngremes (daquelas que sentimos os músculos todos a mexer) e da calçada portuguesa irregular e escorregadia.
Definitivamente não fui feita para ser lontra, e muito menos para apodrecer à frente da televisão.
Em dias menos bons, passou-me levemente pela cabeça fazer uma promessa e tudo… mas depois voltei ao meu estado de lucidez, e acalmei.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Jantar Focus group

Ontem tive um jantar completamente diferente de todos os outros: um jantar Focus group.
Uma marca, que ninguém sabia qual, tinha pago a uma empresa para fazer uma pesquisa de mercado qualitativa, a vários grupos de pessoas diferentes: as mães, os avós, os jovens... E a noite de terça-feira estava reservada para os jovens.
Éramos nove, 5 homens e 4 mulheres, que iriam falar sobre um tema específico, durante o jantar. À chegada ao Restaurante “Clube dos Jornalistas” fomos apresentados às pessoas com quem iríamos partilhar uma refeição pela noite adentro, e depois respondemos a um pequeno questionário (qual o ingrediente que usamos mais e menos quando cozinhamos? Quais os pratos que cozinhámos na última semana? O prato favorito de peixe e de carne? E qual a refeição preferida? Por ex: lanche).
A moderadora do debate distribuiu-nos pela mesa, e dois anotadores sentaram-se nas extremidades da mesa oval, para não perderem pitada da conversa.

Foi um jantar bastante animado, a moderadora foi lançando perguntas e todos fomos respondendo: uns falavam mais do que outros (eu e a J. fazíamos a festa) e foi engraçado ver os diferentes pontos de vista, as diferentes relações com a comida, com as compras e os critérios pelos quais, cada um se regia.

O grupo

O advogado divorciado e com dois filhos que “tinha uma senhora” (era assim que ele dizia) que ia às compras e tratava da casa. Este indivíduo não sabia nem pôr os cereais no leite. E tinha uma pancada forte por iogurtes.

O advogado que sabia cozinhar, que estava sempre cheio de trabalho, e que o critério dele para escolher um supermercado era pela hora a que fechava. Já tinha experimentado todo o tipo de comida congelada, era um expert na matéria.

A arquitecta que só comia alimentos biológicos e do Celeiro. Raramente falava, e só dava a sua opinião, sempre curta, quando lhe faziam a pergunta directamente.

O rapaz de uma família grande, que tinha que ter sempre carne em casa. Uma família cheia de tradições, e uma mãe boa cozinheira, que quando recebia convidados, confessava o pecado excepcional da sobremesa já comprada.

A casada, que dominava os preços, os supermercados, as marcas. Fugia da gordura (no geral), a sete pés. Fantástica cozinheira (falo por conhecimento de causa) e viciada no site vaqueiro.pt.

A médica (acho que era), que comprava muita comida congelada, que usava a medida “a olho”, que gostava de inventar receitas, e recebia muitos tupperwares cheios de comida made in casa da mãe.

A jornalista, que não vivia sem sopa e legumes frescos. Que tinhas as duas famílias a cozinhar muito bem, e que avaliavam os seus cozinhados à lupa. Fã por tudo o que era português, confessou um pecadilho: uma vez teve que comprar uma perna de borrego da Nova Zelândia.

O giro/simpático de fato, absorvia todas as opiniões, fartou-se de aprender. Descobriu que existem marcas de frangos. Para ele era tudo igual. E estava rendido à tão famosa Bimbi, fazia tudo com este aparelhómetro.

E o último, vamos-lhe chamar o número 9, que não me marcou. Não me lembro quase nada dele, apenas que era fã da marca Pingo Doce.

Adorei a experiência.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

domingo, 19 de outubro de 2008

Amigas estrangeiras

O V. refilou comigo (e com razão) que eu andava antipática desde que levo as minhas amigas erasmus, “as canadianas”, para todo o lado. Disse que deveria aceitar o facto, e que não valia a pena ficar chateada, porque não era isso que me ia pôr boa.
Enfim, decidi aceitar a questão… ou pelo menos tentar. Tenho que gozar com o facto de demorar séculos a subir um lanço de escadas (vou começar a cronometrar, tenho que melhorar os meus tempos), vou aproveitar para apreciar a paisagem ao milímetro, e já começo a apontar para as coisas com as muletas (como os velhotes fazem com a bengala). Um espectáculo.
Enquanto isso risco os dias no calendário para a minha consulta, que é já na próxima sexta! Nunca desejei tanto estar a sós com um ortopedista. E logo no primeiro encontro vou-lhe mostrar o joelho… hum…

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Conselhos de uma nutricionista *****

• Se ingerir mais de duas de colheres de sopa de azeite por dia, o extra vai para o pneu
• Manteiga e margarina banidas por completo
• Fruta come-se fora das refeições, uma a meio da manhã, outra a meio da tarde
• Carne vermelha apenas uma vez por semana, ou simplesmente banida
• Repartir as refeições o mais possível, 9 vezes é o ideal (em média comer de duas em duas horas)
• Sopa e saladas sem restrições, pode comer as vezes que quiser
• A única bebida que se pode ingerir é água

Claro que cada caso é um caso, mas acho que estes conselhos já ajudam bastante.

À velocidade da luz

Conversa entre mim e o F. a chegar a casa:

F.: Ficas já em casa, agora vou ao supermercado, quando estiver a chegar dou-te um toque para o telemóvel, para tu ires andando para a porta.

Eu: Estás a gozar? Não? Está bem...

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Adoro este anúncio



Se quiserem podem ir a www.alfaromeo.pt e fazem o vosso próprio anúncio, ou espreitam outras versões criadas por anónimos.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Jantar na Ajuda (é só para não usar consoantes)

Não vou dizer que foi um jantar de despedida da M., porque estamos sempre a despedirmo-nos dela, e ela volta sempre. Foi um jantar de conbibio.
Desta vez éramos cinco: a mãe C. ficou em casa a recuperar do "trauma de sábado", a E. apareceu tão depressa como saiu, e a A. ficou em casa a brincar aos canivetes.
Mais um jantar muito animado, como sempre.
Ainda tivemos direito a uma visita da tão falada M.B., (que só conhecia de nome), uma porreira.

1 ano

O Sr. Estrelinho fez um ano. E as tias todas e o tio juntaram-se para celebrar em casa cheia. Oferecemos o seu primeiro carro (um luxo), com porta que abria de lado, e direcção assistida.
Neste lanche bastante animado (parecia que tinha tudo bebido) ainda houve tempo para cometer uma super gaffe com um familiar… elas a gozar comigo, decidiram fazer da sala uma passerelle de coxas… Depois do espectáculo, alguém se lembrou que havia um coxo genuíno na festa, e não era eu. E quando o tal coxo entrou na sala, ficaram todas em silêncio a observar.
Sem comentários, parecíamos que tínhamos todas 5 anos (no máximo).

A família Kiko foi bastante assediada, não só em expressões jocosas do tipo “o seu filho é tão bonito que parece uma menina” ou “coitado não tem sapatos” e a figura paterna não foi para casa sem antes levar uma palmada.
Dá para ter um lanche infantil normal?

"Joelho com todos"

Desde que estou de muletas (desculpem lá a fixação… mas faço tudo com elas, menos dormir e tomar banho) fiquei a saber o historial médico, respeitante ao capítulo “Joelho” de toda a gente que me rodeia (desconhecidos incluídos, pois claro).
E há de tudo um pouco: “ ir à faca três vezes”, “uma ruptura de ligamentos”, “operação aos dois joelhos”, “meses a fio de muletas”, houve até uma mãe que partiu ainda dois dentes, para além do joelho na mesma queda”.
Um filme completo.
Enfim, agora olho para as pessoas, e só lhes consigo ver a ficha médica.
Ainda não percebi se me dizem estas coisas para me alegrar ou nem por isso… acho que se identificam… não faço ideia.

domingo, 12 de outubro de 2008

Pais…

Desde que nasci oiço os meus pais a dizer: “tens que comer para teres força nas pernas” nunca percebi muito bem porquê, o critério para escolher esta parte do corpo e não outra qualquer.
Agora que ando de muletas, e uma das pernas é suposto não mexer, os meus pais adaptaram o discurso, e agora dizem: “tens que comer para ter força nos braços”.
Outro argumento que também usam com regularidade, e que a cada dia que passa fica mais ridículo é: “estás em fase de crescimento”. Relembro que tenho 29 anos, e que a minha estatura não o evidencia.
Não há volta a dar, querem que eu coma à força.

Enigma resolvido

Em Setembro escrevi sobre o meu mecânico que estava desaparecido.
Descobrimos o que aconteceu.
O senhor há umas semanas atrás, caiu de umas escadas abaixo, bateu com a cabeça, ficou em coma durante três dias no hospital, e depois morreu.
Que história mais esquisita…

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

"Boston Legal"

Lá em casa, ninguém perde um episódio desta série de advogados.
Tudo começou com uma crítica que lemos num jornal, a dizer maravilhas. Ficámos com curiosidade, espreitámos alguns episódios, e estamos viciados.
É incrível a argumentação, em questões que à partida nos parecem bastante óbvias, defendem também temas impensáveis, muitas das personagens são politicamente incorrectas, e fazem uso da ironia de uma forma cómica e inteligente.
Uma nova perspectiva sobre aquilo que achamos ser o certo e o errado.
A não perder.



Nota: Não encontrei nenhum vídeo interessante no youtube. Este é o melhorzinho.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Câmara lenta

Este bolg está de muletas. Não se passa nada. Ou melhor, passar, passa, mas muito devagarinho. A minha vida agora é só casa-trabalho-casa.
Às vezes não sei se hei-de rir ou chorar… por norma opto pela terceira hipótese: irrito-me. A minha paciência anda pelas ruas da amargura.

Três dias antes de ir de férias, tive um aviso. Quando estava num provador da loja de roupa Zara, uma das minhas “vizinhas” deixou cair uma data de coisas, e pouco depois começou a gritar (com toda a força que tinha) de dentro da sua cabine: “ALGUÉM ME AJUDE”, “SOCORRO”, “CHAMEM UM MÉDICO”, “DESLOQUEI A RÓTULA”. Este discurso todo aos berros, e vezes sem conta.
Eu do lado de cá do meu cortinado fiquei em pânico, não sabia o que fazer naquela situação. Liguei aos amigos médicos do F., e ninguém atendeu.
A loja toda ouviu, e a mãe “ajudou-a”. A única coisa que a rapariga podia fazer era ficar quieta e esperar pela ambulância.
Explicaram-me que ela iria andar um bom tempo de muletas. E eu pensei, “que seca, é mesmo azar”.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Não comprem mais Mars

Passem esta mensagem a todos os vossos contactos, é fácil acabar com esta tortura.


Learn more at MarsCandyKills.com.

Este vídeo tem imagens chocantes.

Extremos

Na terça-feira de manhã estou em Paris, com o F. nas Galerias de luxo Lafayette a mexer num colar* da Louis Vuitton (o F. a mexer na tal jóia, e eu quase a ter um ataque cardíaco, a ver quando é que ele ficava com parte na mão), e à noite estou em Lisboa, no Hospital S. Francisco Xavier, à espera num contentor para ser atendida (a sala de espera está em obras).

*Nesta loja o colar “mais em conta” custava 500 euros.

Mistura

Já reescrevi este post mil vezes… e não consigo expressar esta confusão de notícias que recebemos esta semana… o meu primo lindo nasceu na terça-feira, e na quinta-feira soubemos que uma pessoa da família tem uma doença muito grave. É estranho.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Coisas soltas de Paris

No supermercado achei estranho venderem embalagens de fiambre, só com duas, ou com quatro fatias. Muito pouco ecológico, e prático (digo eu).

Nos jardins as cadeiras de ferro substituem os bancos, e por norma estas estão à volta da fonte (quando existe), ficam todos a apreciar o repuxo XL, como se estivessem à volta de uma grande mesa redonda.

As pessoas na rua são simpáticas e ajudam (falámos quase sempre em francês) mas nos serviços (cafés, restaurantes, posto de turismo, lojas) só faltava sermos agredidos.
No posto de turismo a jovem só tinha um limite máximo de três perguntas por turista, e à quarta pergunta decidiu resmungar em francês. Respondi-lhe em francês que compreendia muito bem a sua língua. A fera amansou.

O multibanco francês enquanto processa o pagamento diz “patientez” e o nosso diz “aguarde pff ”, nunca vi população mais impaciente.

A toda a hora há “rusgas de picas” no metro, sedentos por multar tudo o que mexe. Nós, na nossa última viagem de metro também fomos multados porque o nosso bilhete já não abrangia aquela área. Explicámos que foi engano, mostrámos os mil bilhetes que tínhamos nos bolsos. Não adiantou nada. Paguei 50 euros e ainda fui chamada de louca (em francês). A senhora achava que nós não falávamos a sua língua… Não lhe respondi à letra porque não estava com vontade de pagar mais.

No dia que decidimos passear de barco pelo Sena, a corrida para a última viagem, não correu bem. Para não ficarmos 20 minutos a olhar para a paisagem, corremos como se não houvesse amanhã para apanhar um barco… que afinal era barco-restaurante, e mais parado era impossível. A corrida estava feita e o meu joelho decidiu protestar nos restantes dias de férias… até hoje. Nos próximos 15 dias vou andar de muletas.

Na ilha de St. Louis, numa das ruas mais movimentadas, estavam uns velhotes muito humorados, de chicote na mão a oferecer “chicotadas maliciosas” a quem passasse. Ostentavam num dos cartazes a razão…”é que a terceira idade é aborrecida”.


Paris em síntese

Ficámos na casa de uma amiga, e fez toda a diferença, não só pelo conforto e pela companhia mas também porque conhecemos locais que nunca teríamos conhecido.
E os dias passaram-se a caminhar, tentámos correr a cidade de fio a pavio: Louvre (é maior do que parece por fora), Tuileries, Torre Eiffel (subimos à noite, e impõe respeito a viagem), Arco do Triunfo (um bom miradouro), Bairro Judeu (adorámos este bairro), Notre-Dame, Centro Georges Pompidou (a capa do meu livro de francês do 7º ano), Jardins do Luxemburgo (uma agradável surpresa), Praça da Concórdia, Champs Élysées, Quartier Latin, andar de barco no Rio Sena, MontMartre, Île de la Cite e de St. Louis, Palácio de Versailles (o palácio é uma desilusão, os jardins magníficos), DisneyLand (nunca gritei tanto na minha vida nas três montanhas-russas) etc…
E uma semana não chegou para conhecer a capital toda… é uma cidade tão grande e com tanta coisa para ver.
Aconteceu de tudo um pouco… jantares com os amigos estrangeiros e portugueses da M. e da S., lesionei-me no joelho e agora ando de moletas, fomos multados no metro, uma francesa ofereceu-nos café, eu, o F. e a M. os “mal vestidos” fomos recambiados para a pior sala no Salão de Chá chiquérrimo, o Angelina, (recomendado por um amigo do F.), em cafés e lojas impediam-nos de tirar fotos, em locais de atendimento ao público parecia que nos estavam a fazer um favor em servir-nos…
Gostámos muito da cidade, só é pena ter franceses. Tanta alergia a estrangeiros poderá ser prejudicial à saúde.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Paris é…

franceses com baguetes debaixo do braço, floristas e frutarias ao virar de cada esquina, lojas com muito bom gosto, condutores de carros, motos e bicicletas que não respeitam qualquer tipo de sinalização de tráfego, multicultural, parisienses antipáticos, mal-educados e impacientes, café o triplo do preço, jardins espectaculares, pequenos jardins/ pátios escondidos entre as casas, edifícios antigos e monumentos muito bem preservados, esplanadas com mesas redondas e cadeiras de verga em fila, rede de transportes excepcional, comida boa e bem servida (refiro-me a quantidades), bolos nas montras das pastelarias vestidos para sair à noite.