terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Porque é que este blog se chama “Conta-me uma história”?


Muito simples, porque era das coisas que mais gostava de fazer com os meus pais quando era pequenina, ouvi-los contar-me histórias antes de deitar. Era raro o ritual de ler a história de um livro, os meus pais inventavam na hora. A minha mãe tinha a tendência para contar histórias com bichos (será que é por isso que gosto tanto de ver o National Geographic?) que eram sempre muito amigos uns dos outros e, o meu pai era mais histórias com pessoas que só faziam macacadas… E se com a minha mãe caía (caíamos) redonda na cama, com o meu pai acabava a noite à gargalhada.

Cá por casa não há o ritual de contar uma história antes de dormir, porque quase sempre o Francisco adormece assim que chega à cama, as histórias aqui contam-se de dia. E tanto contamos histórias dos livros, como eu as invento na hora, porque o meu filho aponta para qualquer coisa (qualquer coisa, mesmo) e diz: “Mãe conta a história disto”. E lá começo eu a inventar a história de um par de sapatos que tinha duas grandes amigas chamadas meias… que se fartavam de fazer caminhadas… and so on and so on…

3 comentários:

Mafaldix disse...

É fundamental contar historias. Elas fazem parte do nosso dia a dia e o meu filho adora. Lá em casa estão muito associadas ao miminho da noite. Também me lembro das historias que me contavam. As do meu pai metiam sempre lendas encantadas, damas de pé de cabra, florestas e aventuras e as da minha mãe fadinhas de várias cores e mundos cor de rosa de encantar!! Bjs

Mary disse...

Lá em casa quem tinha imaginação era o meu pai, eram histórias tão giras que ainda acho que um dia escreve um livro.
Cá em casa ultimamente são as histórias verdadeiras as preferidas - contado com entusiasmo, qualquer episódio da nossa vida parece uma história de encantar! Conto a história do cão que mordeu o pato no jardim da Gulbenkian (mas o pato sobreviveu e toda a gente aplaudiu!), de quando a minha mãe uma vez caiu na rua comigo na cadeirinha, e espalhou um saco de laranjas pela rua abaixo (e desatou a rir, rir, rir e eu a chorar!), entre outras...
Os meus andam viciados.

(eu ainda sou do tempo em que tu tinhas um "livro" de crónicas que me deste a ler, já nessa altura tinhas muito jeito para contar histórias!)

Raquel disse...

Ainda bem que partilham da mesma ideia. Adoro ouvir histórias!

As coisas que tu te lembras Mary...

Sono, onde estás tu?

Sempre tive a sorte de dormir lindamente, assim que me deitava adormecia ferrada e só acordava no dia seguinte. Até que chegou a pandemia......