Fui cortar o cabelo ao mesmo cabeleireiro de sempre, dei as directivas de sempre (não quero o pescoço à mostra e quero um corte escadeado) e mais uma vez saí do cabeleireiro deprimida. A minha mensagem não passou para o outro lado: o meu cabelo está à tigela e o meu pescoço vê-se a milhas. Porra! Não aprendo. Não é possível. Mas porque é que eu ainda lá volto? Estão preparados para a explicação? Porque é de confiança e porque tenho medo que corra mal num cabeleireiro que eu não conheço… O que é muito estúpido, já que 90% das vezes que vou ao “cabeleireiro de confiança” corre mal! A sério… que desespero.
Moral da história: lá vou eu andar de lenços e cachecóis com 40º graus à sombra, usar blusões com gola levantada e ganchos para disfarçar as duas rampas de lançamento plantadas na minha cabeça.
Da próxima vez que eu disser que vou cortar o cabelo, por favor alguém me dê uma pancada seca na nuca. Obrigada.
Um diário das minhas peripécias com o F., o Francisco, a Benedita, os amigos, a família e os estranhos. Ou como disse uma amiga minha o blog das aventuras da R. Espero que se divirtam a ler... tanto como eu a escrever.
domingo, 7 de março de 2010
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1 comentário:
LOL
Combinado.
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