O momento do registo do nome
Podia ser apenas um acto burocrático como outro qualquer… mas algumas das histórias de vidas que conheço demonstram que pode ser uma grande surpresa… pela negativa (digo eu).
A mãe do F. tem dois nomes e não um. E porquê? Porque quem foi registar o nome da minha sogra foi o pai (que estava em desacordo com a mãe). E o avô do F. decidiu no momento do registo pôr o nome que mais gostava à filha, e para que a mulher não ficasse muito aborrecida, pôs o nome que havia sido acordado em 2º. A avó do F. que era uma mulher com uma forte personalidade (digo como elogio) sempre tratou a filha pelo 2º nome. E este até hoje é o seu 1º nome e são muito poucas as pessoas que conhecem o nome original da minha sogra.
Havia um casal que até ao nascimento do filho não tinha chegado a acordo no nome que iam dar ao rapaz lá de casa. O pai assim do nada, decidiu registar o nome do filho. E depois informou a mãe. O rapazola ficou “Fernão” e a mãe não achou piada à surpresa.
E havia ainda outro casal que havia acordado dar o nome de “Cristiana” à filha. O pai quando ia a caminho do local de registo cruzou-se com uma vizinha que disse: “Ah! Se eu tivesse tido uma filha ela ter-se-ia chamado Corália”. O pai gostou, registou e quando regressou a casa informou a mulher.
Temos aqui um denominador comum: homens sozinhos a tomar decisões e a registar o nome dos filhos. E pelos vistos as respectivas mulheres não gostaram da surpresa.
No meu caso, foi muito simples, já estava mais do que acordado o nome, e antes de sairmos da maternidade fomos os 3 registar o nome do Francisco. E com a vontade que estava de regressar a casa… mais um bocado e esquecia-me de registar a criança.
A mãe do F. tem dois nomes e não um. E porquê? Porque quem foi registar o nome da minha sogra foi o pai (que estava em desacordo com a mãe). E o avô do F. decidiu no momento do registo pôr o nome que mais gostava à filha, e para que a mulher não ficasse muito aborrecida, pôs o nome que havia sido acordado em 2º. A avó do F. que era uma mulher com uma forte personalidade (digo como elogio) sempre tratou a filha pelo 2º nome. E este até hoje é o seu 1º nome e são muito poucas as pessoas que conhecem o nome original da minha sogra.
Havia um casal que até ao nascimento do filho não tinha chegado a acordo no nome que iam dar ao rapaz lá de casa. O pai assim do nada, decidiu registar o nome do filho. E depois informou a mãe. O rapazola ficou “Fernão” e a mãe não achou piada à surpresa.
E havia ainda outro casal que havia acordado dar o nome de “Cristiana” à filha. O pai quando ia a caminho do local de registo cruzou-se com uma vizinha que disse: “Ah! Se eu tivesse tido uma filha ela ter-se-ia chamado Corália”. O pai gostou, registou e quando regressou a casa informou a mulher.
Temos aqui um denominador comum: homens sozinhos a tomar decisões e a registar o nome dos filhos. E pelos vistos as respectivas mulheres não gostaram da surpresa.
No meu caso, foi muito simples, já estava mais do que acordado o nome, e antes de sairmos da maternidade fomos os 3 registar o nome do Francisco. E com a vontade que estava de regressar a casa… mais um bocado e esquecia-me de registar a criança.

Comentários
Outras histórias, sempre com o mesmo denominador:
O meu primo, não sei que nome teria, mas o pai decidiu que ia ser Ricardo no momento do registo, e assim ficou.
A irmã de um amigo, cujo nome também desconheço mas começava com T. e não estava disponível na lista de nomes aprovados. A senhora do registo mostrou ao pai a lista para provar que não estava lá o nome e o nome a seguir na lista era Telma. Telma ficou.
Ai e a história da Telma, é um grande azar! A culpa deve ser da ordem alfabética.
O que vale (ironia!)é que os homens são muito despachados...
Qt a Epifânia.. Acho um belissimo 2º nome!!!
Ou seja, eles não se deslocam ao hospital, estão lá em permanencia.