quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Fast Porto

O fim-de-semana no Porto, passou num ápice, parecia que estava a correr para a medalha de ouro. Foi mesmo muito giro, tivemos todos os segundos ocupados.
Sábado de manhã passear no paredão da Foz, que dia fantástico. Tanto drama com a neve e o frio, e afinal céu mais limpo impossível e um sol sempre presente. Almoço com a Tia G. e a prima P.
Em seguida fomos lanchar à casa nova da prima P.: amei a casa, adorei tudo, eu por mim morava naquela casa já, era a minha cara! Bastava trocar as fotos das molduras, semear mais umas quantas e estava pronta a habitar. Muito bom gosto. Lanche com os tios e os primos.
Ao fim do dia ainda fomos a casa para ver de raspão o primo S. que ia deixar as duas priminhas a passar a noite de sábado e o domingo lá em casa.
Inspira e expira, e lá vamos nós a caminho da casa dos amigos do Porto para jantar, pôr a conversa em dia e ver o Luizinho, que já anda, diz mamã e pede colo (parece que estou a falar de um boneco a pilhas). Que fofo. A I. só dizia “F. estás com umas perninhas tão fininhas…” era muito cómico o tom, com que o dizia.
Domingo de manhã, tomar o pequeno-almoço na esplanada, despedir dos amigos do Porto no parque infantil do Homem do Leme, e em seguida levar as priminhas do Porto, mais a Tia G. até à Fundação Serralves.
Nunca tinha ido com crianças a uma exposição, a C. e a M. têm 5,5 e 2,5 anos respectivamente, e foi mesmo muito engraçado. Fomos ver “Juan Muñoz – Uma retrospectiva” e calhou muito bem todas as salas estarem repletas de figuras em tamanho real, a fazerem coisas comuns… elas* acharam muita graça, e que vontade de tocar… Brincaram, correram, sentaram-se/ deitaram-se no chão para observar melhor e, basicamente, tomaram conta do espaço. O F. tirou fotos fantásticas desta visita a Serralves. Antes do almoço (quase à hora do lanche) ainda deu tempo para passear nos jardins, jogar à apanhada e fazer “rabiscos” no chão de pedrinhas.
Almoço com a prima M., Tia G., Tio T., prima P. e criançolas.
E assim sem mais nem menos eram 18h30 e estava na altura de regressar a Lisboa. Tem mesmo que ser? É que não deu tempo para nada…

*Elas decidiram levar os seus “filhos”. A boneca mais XPTO, de seu nome “BabyLife” (feia como tudo) falava, comia, fazia xixi e por aí fora. Passámos o domingo todo a ouvir a dita cuja com sotaque brasileiro a dizer “mommy tenho fome” “tenho caquinha” e por aí fora… era só exigências!









1 comentário:

sofia disse...

Tenho caquinha é lindo!

Sono, onde estás tu?

Sempre tive a sorte de dormir lindamente, assim que me deitava adormecia ferrada e só acordava no dia seguinte. Até que chegou a pandemia......